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Hotel Boutique Pedras do Patacho: a hospedagem dos sonhos em Alagoas

Hotel Boutique Pedras do Patacho: a hospedagem dos sonhos em Alagoas

A Rota Ecológica dos Milagres, na porção norte do litoral de Alagoas, tem quilômetros e quilômetros de praias praticamente desertas, emolduradas por coqueirais. É nesse cenário paradisíaco, a 120 km de Maceió e a 160 km do Recife, que funciona o Pedras do Patacho, um charmoso hotel boutique com apenas dez suítes e cinco exclusivos bangalôs com vista para a praia e piscinas privativas.

 

Piscinas e restaurante do Pedras do Patacho, abaixo, piscina natural nas praias da região Foto Divulgação

 

Com projeto desenvolvido pela incorporadora pernambucana Haut, a arquitetura é um dos destaques do hotel. Todas as construções têm linhas minimalistas e contemporâneas, com muita coisa feita em pedra – como o nome do empreendimento já anuncia. Tudo se integra perfeitamente à paisagem.

O restaurante Cortén, com cozinha comandada pelo chef Biba Fernandes, que já trabalhou no recifense Wanchako e agora segue em carreira solo, apresenta pratos que unem referências peruanas, orientais e nordestinas. Exemplos disso são polvo no leite de coco com farofa de gengibre, o camarão em crosta de farinha panko servido com molho de tangerina, o ceviche de pescado com feijão verde crocante ou ainda o filé mignon com molho de pitanga.

O hotel ainda tem um spa completo, um espaço onde predominam a paz e a tranquilidade. Lá, é possível relaxar em terapias corporais (como massagens e drenagens linfáticas) ou tratamentos estéticos (como a limpeza de pele). E, para quem quiser um pouco mais de ação, o hotel dispõe de um menu de atividades, que incluem esportes náuticos (como caiaque, stand-up e kite surfe), pescarias, visitas às esplêndidas piscinas naturais do Patacho, passeios de bike, de buggy ou a cavalo pela praia e tours de jangada até o rio Tatuamunha, onde fica a base de um projeto ecológico dedicado à preservação dos peixes-boi, uma espécie que, apesar de enorme, é totalmente inofensiva.

Idealizado para ser um vetor do desenvolvimento do município de Porto de Pedras, o hotel, desde o início de sua operação, se envolveu com a comunidade local e estabeleceu um forte relacionamento com os artesãos da região. Dentro do Pedras do Patacho (Alagoas), funciona um misto de museu e loja onde são expostas permanentemente criações como cerâmicas, peças de cestaria e esculturas em madeira produzidas por artistas da cidade. Lá, o hóspede pode comprar bonitas lembranças – se bem que isso não vai faltar nas mentes e corações dos visitantes depois de uma memorável estadia nesse paraíso tropical.

Pedras do Patacho Boutique Hotel & Experience
Praia do Patacho, Porto de Pedras, Alagoas,
tel. 82 99185-3260. Diárias a partir de R$ 1.950.
www.pedrasdopatacho.com.br

 

Demanda de eventos corporativos tem boas perspectivas no pós-pandemia

Demanda de eventos corporativos tem boas perspectivas no pós-pandemia

O otimismo já se consolida entre empresários de São Paulo. Com o avanço da vacinação, aumenta o número da demanda para a realização de eventos corporativos, especialmente das indústrias farmacêutica, automobilística, de cosméticos e bens de consumo, em hotéis da cidade.

“Os eventos acontecem com distanciamento social e capacidade reduzida. Também adaptamos o setor de alimentos e bebidas, adotando a utilização de embalagens individuais para coffee breaks e buffet assistido para almoços e jantares. E o serviço de manobrista foi substituído pelo de self-parking”, conta Leonardo Rispoli, vice-presidente de Marketing, Vendas e Tecnologia da Atlantica Hospitality International, com 18 empreendimentos na capital paulista.

Outra tendência é que esses encontros são regionais e recebem pessoas de São Paulo ou apenas do Sudeste. “Também são híbridos, com parte online e parte presencial, com duração entre 2 e 3 dias. E o tempo para a compra diminuiu, pois os eventos são fechados com menor antecedência do que no período pré-pandemia.”

 

Estúdio Pullman, espaço dos hoteis da rede Accor, para encontros de negócios.  Foto Divulgação

 

Como a presença digital veio para ficar, mesmo com a possibilidade de encontros presenciais, a rede Accor implementou dois estúdios digitais em empreendimentos de São Paulo, um localizado no hotel Pullman Vila Olímpia e outro no Grand Mercure Vila Olímpia. “As salas são equipadas com equipamentos equivalentes a grandes estúdios de TV, como um grande painel de LED, sonorização completa com amplificador de sinal e quatro microfones sem fio. O espaço já está montado e pronto, podendo customizar tanto o conteúdo quanto a cenografia, e o período que pode ser por horas ou a diária inteira”, explica Ronei Borba, Gerente Geral dos hotéis Pullman Vila Olímpia e Grand Mercure Vila Olímpia.

Stock Car Pro Series volta para Mogi Guaçu em outubro!

Stock Car Pro Series volta para Mogi Guaçu em outubro!

Enquanto o circo da Fórmula 1 segue rodando pelo mundo antes de desembarcar em Interlagos, nos dias 5, 6 e 7 de novembro, a dica para quem curte automobilismo é pegar os 70 km de boas estradas que separam Campinas de Mogi Guaçu e dirigir-se ao Autódromo Velocitta, que no dia 24 de outubro será o palco de mais uma etapa da Stock Car Pro Series.

 

Foto divulgação / Autódromo Velocitta, palco da Stock Car Pro Series

 

Na última vez que a Stock Car passou pelo circuito, em junho deste ano, Rubinho Barrichello, a bordo de um Toyota Corolla da equipe Full Time Sports, foi o grande destaque da etapa. Ele venceu uma das corridas do dia e chegou em segundo na outra. Outros veteranos egressos da Fórmula 1 não se deram tão bem: Felipe Massa ficou com a 16ª colocação nas duas provas e Nelson Piquet Jr. também finalizou as duas provas com um resultado bem modesto – terminou na 23ª posição em ambas.

Inaugurado em 2012, o autódromo recebe provas das principais categorias do automobilismo nacional, como a Porsche Cup, o Mercedes-Benz Challenge, a Mitsubishi Cup e a Copa Shell HB20, além de lançamentos de carrões como o Jaguar i-Pace, o Nissan Frontier e o Mustang GT e clínicas de pilotagem de marcas como McLaren e Porsche.

Mas não são só os carros que fazem a festa no local. O Velocitta também já sediou corridas de pedestres (a Under Armour Knockout Run) e de bicicletas (o Desafio Bike Series 6 Horas). Para completar, grandes marcas de motocicletas, como BMW, Honda e Yamaha, também já promoveram eventos e test drives no local.

O circuito completo possui 3.493 metros, 14 curvas e um desnível de 45 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo da pista. O traçado técnico de nível internacional testa a habilidade dos pilotos constantemente e proporciona belas ultrapassagens. “A pista é espetacular. Muito bacana e técnica, com curvas em subida e descida”, opina o lendário Emerson Fittipaldi.
O complexo automobilístico Velocitta é administrado pela Spinelli Racing, empresa de Guilherme (Guiga) Spinellli, piloto que mais vezes venceu o Rally dos Sertões e que possui 31 anos de carreira vitoriosa.

Por fim, outra atração desse Racing Center é o Museu Velocitta, que ocupa um galpão de 1.400 m² e reúne carros raros de montadoras como Alfa Romeo, Porsche, Ford e Volvo. A título de curiosidade, vale a pena ver de perto a escultura que representa um Mitsubishi L200 Triton em tamanho original e que foi montada com 35 mil carrinhos de brinquedo colados um a um pelo artista plástico Edu Cordeiro.

Conheça os poucos, mas imperdíveis restaurantes paulistanos especializados em frutos do mar

Conheça os poucos, mas imperdíveis restaurantes paulistanos especializados em frutos do mar

Restaurantes levam o mar à mesa, com bom atendimento e frutos do mar fresquinhos!

Mesmo São Paulo sendo reconhecida internacionalmente como uma das capitais mundiais da gastronomia, não podemos negar que o paulistano tem larga preferência por churrasco e pela comida italiana. Quando se pensa em peixe e frutos do mar, apesar de termos um litoral fabuloso bem pertinho, a verdade é que pouquíssimos restaurantes se dedicam exclusivamente a esses produtos. 

É claro que essa afirmação não leva em conta os excelentes restaurantes japoneses que fazem da capital paulista uma das cidades mais respeitada nessa categoria. Também não levo em consideração, aqui, os ótimos restaurantes portugueses, porque bacalhau não é exatamente um peixe fresco. 

Com isso sobram pouquíssimas opções de casas que oferecem o leque todo desses produtos maravilhosos vindos do nosso oceano Atlântico. Para mim, são apenas dois: o Rufino’s e o Amadeus. Estou falando de dois restaurantes que utilizam produtos frescos de primeiríssima qualidade e com cozinhas de nível indiscutível. 

O Amadeus é um esmero na execução desde o couvert até os clássicos do mar, especialmente os camarões. Também é conhecido por ter o melhor cuscuz de camarão e a melhor moqueca (e a mais cara) da cidade. A carta de vinhos é ampla, porém salgada. 

 

Peixe ao forno do Rufino's - Foto: Divulgação

Peixe ao forno do Rufino’s – Foto: Divulgação

 

Já o Rufino’s é o que um restaurante de frutos do mar deve ser. Couvert, entradas, peixes e crustáceos ao forno ou grelhados, tudo é “comme il faut”. As ostras vêm do tamanho de preferência e perfeitamente abertas, preservando o sabor do mar. Ali, você pode ir do espaguete ao vôngole até a tamarutaca (tipo de lagosta de duas caldas que vem do litoral de Pernambuco), passando por todas as receitas clássicas de camarão (gigantes) e de lagosta, de apenas grelhada à thermidor. O serviço também é um dos melhores da cidade e basta pedir ao garçom o peixe mais fresco do dia para você optar por um excelente robalo ou uma pescada cambucu.  

Aliás, o Rufino’s é o único restaurante que traz o peixe inteiro na mesa, seja grelhado ou ao forno com legumes. E o cliente ainda escolhe o tamanho do peixe que quer comer. Como a matriz é no Guarujá, eles mesmos são responsáveis pela pesca dos peixes e mariscos. Um verdadeiro luxo! 

E, como o único ingrediente do mar que circula pelos cardápios de vários tipos de restaurantes da cidade como unanimidade é o polvo, seja como entrada ou prato principal, vale conhecer as versões da Adega Santiago, do Tanit, do Fuentes, do El Carbon, do Torero Valese e do Museo Veronica. 

Finalizo com uma sugestão essencial para quem gosta de cozinhar e de escolher o produto que vai preparar, é imperdível o espetáculo da feira de peixes no Ceasa de terça-feira, quinta-feira e sábados, das 1:00 às 6:00 da manhã. Para quem prefere o horário comercial convencional, não poderia deixar de citar a peixaria mais top da cidade, a Ocean Six, em Moema. 

Relembre os festivais que marcaram a história da música mundial

Relembre os festivais que marcaram a história da música mundial

Cinco momentos da música que apertam nossos corações de tanta saudade e já nos preparam para os próximos shows e festivais!

Dá para acreditar que já faz 10 anos que ouvimos o clássico “Hoje é dia de rock, bebê”, dito pela atriz Christiane Torloni, no Rock in Rio? Pois é! A gente bem sabe que, todo ano, as edições dos festivais de música nos marcam com apresentações emblemáticas, encontros inesquecíveis – e uma boa dose de memes.  

Como setembro é o mês em que esses eventos são realizados no Brasil – mas seguem adiados por causa da Covid-19 – decidimos compartilhar com você alguns dos momentos que consideramos memoráveis em festivais pelo mundo. Confira!

foto reproducão | internet

 

Live Aid
O Live Aid, em 1985, reuniu diversos artistas com o propósito de arrecadar fundos para o combate à fome na Etiópia. O festival foi realizado em dois lugares ao mesmo tempo, em Londres e na Filadélfia, e a transmissão ao vivo foi assistida por dois bilhões de pessoas. Entre as atrações estavam Madonna, David Bowie, Queen, Elton John, B.B. King, U2, Neil Young e vários outros gigantes da música. 

Barão Vermelho, Rock in Rio 1985

No mesmo ano, tivemos também o Rock in Rio, no Brasil. Por aqui, um dos grandes momentos foi com a banda Barão Vermelho – ainda comandada pelo Cazuza –, comemorando o fim da ditadura, anunciada no mesmo dia da apresentação, em 15 de janeiro. Nossas grandes recordações são durante a canção “Pro Dia Nascer Feliz”, com os mais de 85 mil jovens enrolados em bandeiras do Brasil cantando em alto e bom som. 

Queen, Rock in Rio 1985
E como não lembrar da apresentação da banda Queen, também no Rock in Rio? Mesmo debaixo da chuva, um dos grandes momentos foi com as vozes das 300 mil pessoas (público recorde da edição) como um grande coral cantando “Love Of My Life” junto a Freddie Mercury. Para marcar a história da banda – e a nossa também.

Woodstock, 1969
Milhares de jovens celebrando o amor – e algumas loucuras – em um lamaçal intenso em shows épicos? Sim, nem precisamos de muitas palavras para você já saber que estamos falando do Woodstock, festival de 1969, que é conhecido por todas as excentricidades retratadas em diversos documentários, e contou com shows de vários artistas, como Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who e Jefferson Airplane.

Bod Dylan, Newport Festival 1959
Um dos festivais mais antigos da história carrega um momento pra lá de curioso. Em 1959, Bob Dylan, aclamado por sua pegada folk, decidiu surpreender seus fãs ao usar guitarras elétricas e apresentar novas músicas, como a eterna “Like a Rolling Stone”, para a plateia. O resultado? Ele foi muito vaiado. Ninguém imaginaria que aquelas canções seriam hits até hoje, não é mesmo?