Espaço Plexi proporciona ambiente de trabalho permeado por obras de arte e atividades culturais

Espaço Plexi proporciona ambiente de trabalho permeado por obras de arte e atividades culturais

Com biblioteca própria e galeria aberta ao público, o espaço de coworking na Vila Madalena é um ecossistema para empreendedores, criativos e inovadores

No Espaço Plexi, o trabalho remoto pode ser realizado fora de casa, em um ambiente funcional com forte atmosfera criativa. Localizado no coração da Vila Madalena, o centro de coworking disponibiliza, além de um escritório compartilhado equipado com mobiliário ergonômico e internet via fibra óptica, um nicho expositivo com obras de arte e peças de design que se renovam a cada bimestre. Em abril, a casa recebe a mostra “Ruídos Pobres”, um compilado de criações dos produtores audiovisuais Darkline e Berrokaos.

 

Escritório compartilhado do Plexi - Foto divulgação

Escritório compartilhado do Plexi – Foto divulgação

 

Ali, durante as pausas no expediente também é possível aproveitar uma aula de dança, ler alguns dos livros disponíveis na biblioteca do lugar ou, ainda, arejar as ideias em um espaçoso terraço, com cadeiras de praia à disposição. “Nosso objetivo é transformar o home office em uma experiência cativante e motivadora. A arte, a atividade física e o descanso podem ser aliados de bons resultados profissionais”, explica Anna Barreto, CEO do espaço.

 

Galeria do Plexi, na Vila Madalena - Foto divulgação

Galeria do Plexi, na Vila Madalena – Foto divulgação

 

O lugar, aberto de segunda a sexta-feira das 10h às 19h, conta ainda com dois amplos salões para eventos, um estúdio fotográfico, algumas cápsulas privadas para reuniões em vídeo e uma cafeteria, com opções doces e salgadas para todas as horas do dia. Para usufruir de todos os ambientes, basta adquirir um plano fidelidade no site www.plexi.cc.

 

Espaço Plexi
Rua Patizal, 76, Vila Madalena
WhatsApp (11) 95781-3312

Filmes indicados ao Oscar 2022: saiba onde assistir no streaming

Filmes indicados ao Oscar 2022: saiba onde assistir no streaming

Alguns dos filmes mais cotados aos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood já estão disponíveis nas plataformas de streaming. Veja alguns exemplos e prepare a pipoca para ver tudo no conforto do sofá da sua sala!

 

“DUNA”

HBO Max

10 indicações

Este épico, dirigido pelo canadense Denis Villeneuve, é a segunda adaptação para o cinema do livro de ficção científica escrito por Frank Herbert. Anteriormente estrelado por Kyle Maclachlan e Sting, agora tem Thimotée Chalamet encabeçando o elenco que traz ainda Zendaya, Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Jason Momoa, Javier Bardem e Stellan Skarsgård. A história se desenvolve em um futuro distante, num planeta deserto que é a única fonte de Melange, uma droga que prolonga a vida humana.

 

 

DUNA – HBO MAX | Foto Divulgação

 

 

 

“ENCANTO”

Disney+

3 indicações

O longa de animação mostra uma família vivendo feliz em uma casa mágica, num país que lembra a Colômbia. Cada membro tem um poder mágico: super audição, força descomunal, capacidade de falar com os bichos… menos a menina Mirabel, que se sente um patinho feio. Mas um dia a casa em si corre perigo, com rachaduras que surgem de repente. Mirabel decide então investigar o que está havendo e acaba descobrindo segredos de seu clã. Com visual deslumbrante, “Encanto” é uma obra realmente encantadora.

 

ENCANTO – Disney+ | Foto Divulgação

 

 

 

“ATAQUE DOS CÃES”

Netflix

12 indicações

Este filme estrelado por Benedict Cumberbatch é a nova obra-prima da cineasta neo-zelandesa Jane Campion. É um faroeste que aborda temas como a sexualidade reprimida, o poder e a vingança. As imagens são belíssimas e as interpretações, fantásticas. “Ataque dos Cães” conta a história de dois irmãos fazendeiros e ricos de Montana. Enquanto o primeiro é brilhante, mas cruel, o segundo é a gentileza em pessoa. A relação dos dois vai do céu ao inferno quando um se casa com uma viúva local (Kirsten Dunst).

 

ATAQUE DOS CÃES – Netflix | Foto Divulgação

 

“NO RITMO DO CORAÇÃO”

Amazon Prime Video

3 indicações

O longa conta a história de uma família com deficiência auditiva que comanda um negócio de pesca no interior dos Estados Unidos. Ruby (Emilia Jones), a única que escuta, ajuda os pais e o irmão surdo com as atividades do dia a dia. Na escola, ela se junta ao coral, onde acaba se envolvendo romanticamente com um de seus colegas. Por causa de sua linda voz, seu professor de canto a encoraja a tentar entrar em uma escola de música, mas a jovem aí encara um dilema: continuar ajudando sua família ou seguir com a música e ir atrás de seus sonhos.

 

NO RITMO DO CORAÇÃO – Amazon Prime Video | Foto Divulgação

Após sucesso no Brasil, a atriz Maria Fernanda Cândido conquista o mundo com papéis em filmes de Hollywood e da Europa

Após sucesso no Brasil, a atriz Maria Fernanda Cândido conquista o mundo com papéis em filmes de Hollywood e da Europa

A atriz vive grande fase no cinema e no streaming internacional, não abre mão de projetos no Brasil e faz parte de reflexões sobre desejo, movimento, mudanças e a vida contemporânea

O desejo é desorganizador e faz as coisas saírem do controle. É como o movimento, nos tira de um lugar, nos joga em outro. Caminha à procura de um objeto – aquilo ou alguém que sabemos o que é, e não sabemos mais logo depois. A curiosidade e a sensibilidade de entender quem se é e o que se quer, é um pouco o que a atriz Maria Fernanda Cândido, natural de Londrina, no Paraná – mas cidadã de muitos lugares – tem mostrado em cada projeto a que se propõe.

Essa busca subjetiva se materializa no documentário “O Incerto Lugar do Desejo”, de Paula Trabulsi, que conta com narração e atuação de Maria Fernanda – e agora está disponível no streaming do Petra Belas Artes. A produção traz a atriz no papel de Ana Thereza, que é o ponto de partida para que os entrevistados abordem o objeto principal: o desejo, e suas formas e possibilidades de crescimento, ascensão e, além disso, de que maneira ele pulsa em todos nós.

 

Foto | Lucas Seixas

 

Desejo é assunto de muitos. Filósofos, psicanalistas, neurocientistas, atores, antropólogos, linguistas. Assim como muitos outros temas, que atravessam a vida contemporânea. É preciso ter um espaço para discutir e debater tudo isso. Com esse propósito surgiu a Casa do Saber, em 2004, – instituição da qual Maria Fernanda é sócia e curadora do ciclo de Leituras Dramáticas. “Fiz faculdade de Terapia Ocupacional, mas lá sentia a necessidade de me aprofundar em temas como filosofia, então junto a amigos pagávamos por aulas e leituras com um professor”, conta.

Desse grupo, vieram outros amigos, parceiros e professores. “A Casa do Saber, hoje, é um espaço de disseminação de conhecimentos, e busca se aprofundar no diálogo acessível e plural que envolve as diferentes formas de se pensar a vida e a sociedade”. Com a pandemia, os cursos e as produções digitais foram ampliados, na Casa do Saber +, a plataforma de streaming do espaço. Entre aulas sobre neurociência e arte brasileira, por exemplo, também aparecem conteúdos muito especiais, como a minissérie “Infinito Brasileiro”, com Gilberto Gil. Agora, a Casa do Saber já chega a quase meio milhão de seguidores no Instagram.

 

Foto Lucas Seixas

Foto Lucas Seixas

 

Abismo de si

Maria Fernanda Cândido faz muitos mergulhos. “Escolho papéis que falam de alguma forma comigo, o que me norteia nessas escolhas são as personagens, os projetos”, reflete. Ler “Paixão Segundo GH”, livro de Clarice Lispector, de 1964, é, sem dúvida, uma imersão, ficar submerso. É se deparar com um enredo aparentemente banal, à primeira vista. Depois entender que é uma história sobre o pensar e o sentir, uma viagem por dentro da subjetividade da protagonista-narradora, GH, que decide fazer uma limpeza geral no quarto de serviço de seu apartamento, depois da demissão da empregada doméstica, Janair.

Com estreia prevista para este ano, o longa “A Paixão Segundo GH”, inspirado no clássico homônimo e dirigido por Luiz Fernando Carvalho, propõe um retorno à obra, com a atriz no papel principal – na verdade, ela é o elenco. “Foi abismal, uma experiência marcante, mas é importante destacar a relação com a empregada, a Janair, que me parece crucial nesse livro, uma verdadeira ponte para a imersão de GH em si”, enfatiza.

Isso porque, ao adentrar o desconhecido, a patroa desenrola o enredo. “O quarto da empregada é o lugar que ela desconhecia no universo de sua própria casa, isso diz muito. Clarice propõe um mergulho nos aspectos sociais, tradicionais na formação da nossa sociedade… isso nos anos 60, e é muito atual. Ainda há espaço para as reflexões da autora hoje, por isso esse filme é tão importante.”

E ainda virão outros. 2022 é período de muitas estreias, como o longa italiano “Bastardos a Mão Armada”, de Gabriele Albanesi, e “Vermelho Monet”, de Halder Gomes, rodado em Lisboa, Paris e Londres, que também estão entre os projetos com a atriz que chegam ao público neste ano.

 

Em “Bastardos a mão armada” | FOTO FRANCESCO MARINO

 

Embarque certo

Entre filmes produzidos em diferentes partes do mundo, Maria Fernanda reforça seu lugar incerto, do movimento, ao mesmo tempo que se coloca como corpo e voz do Brasil, de suas raízes. “Tenho uma mala de mão sempre pronta”, conta. Na prática, são duas residências, em Paris e em São Paulo – para os testes e filmagens na Europa e aqui. “Mas nos últimos tempos, por causa de todos esses projetos, tenho ficado pouco em cada uma delas.” O grande momento internacional da atriz talvez tenha se evidenciado em “O Traidor”, longa italiano dirigido por Marco Bellocchio, lançado ao público em 2021 e muito visto e aplaudido mundo afora. O filme foi indicado à Palma de Ouro de Cannes. Por sua interpretação de Maria Cristina, Maria Fernanda Cândido recebeu o prêmio de melhor atriz no Kineo Awards, em Veneza, e no Prêmio das Nações, do Festival de Taormina, na Sicília, além de ter sido uma das atrizes elegíveis ao Bafta, uma das mais importantes premiações do entretenimento mundial.

 

Maria Fernanda Cândido no filme “O Traidor” | FOTO MARCIO AMARO

 

O longa conta a história de uma guerra generalizada entre os chefes da Máfia Siciliana pelo controle do tráfico de heroína. Tommaso Buscetta, um integrante de alto escalão, foge para se esconder no Brasil e a trama se aprofunda. “Trabalhar com Marco Bellocchio foi algo especialíssimo. Ele é um dos grandes diretores do nosso tempo, do mundo. Sua forma de fazer cinema, de criar é genuína. É até difícil elencar o que foi mais intenso dessa experiência para mim.”

 

Fantástica e latina

Com essência no teatro e no cinema, é inevitável que, hoje, o trabalho de Maria Fernanda também tenha chegado nos streamings. A atriz está confirmada na segunda temporada da série “El Presidente”, um dos grandes sucessos da Amazon, que é inspirada na vida do ex-presidente da FIFA João Havelange. Sua estreia no streaming é interpretando Anna Maria Havelange, esposa de Havelange, que é vivido pelo ator português Albano Jerónimo. As filmagens já foram iniciadas no Uruguai e o brasileiro Du Moscovis também está no elenco.

Os projetos são mesmo diversos, furam as bolhas, chegam a muitas pessoas, a grupos diferentes. E, agora, todo o trabalho da atriz se evidencia na participação em “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, que é um dos longas mais aguardados pelo público para 2022 – com estreia para abril. Maria Fernanda vive a bruxa Vicência Santos. “Foi a primeira vez que meus filhos se despediram de mim alegres, diziam ‘vai lá, mamãe’, felizes”, lembra. Os adolescentes estão empolgados para ver a mãe nas telonas, ao lado de Eddie Redmayne e Jude Law, dentro do universo de Harry Potter e de J.K Rowling, assim como todo o país e os fãs dos bruxos.

 

A atriz no papel de Vicência Santos, no longa “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, produção derivada da saga Harry Potter | FOTO JAAP BUITENDIJK

 

“Não imaginava! Quando fiz o teste, ainda não sabia ao certo como seria o roteiro e o papel, foi uma grande alegria! Os filmes já faziam parte da nossa família, da nossa história, e a Vicência é muito potente, representa os bruxos do mundo latino, fala um pouco com todos nós”, antecipa.

A energia criativa e pulsante de Maria Fernanda Cândido, em tantos trabalhos, inspira um ano mais ativo, para fora, com encontros pelo mundo e novas ideias efervescentes, além de mudanças necessárias que precisam acontecer. “2022 é uma oportunidade para fazermos um estudo, estou confiante de que será um período decisivo para melhor, com eleições no país e mais enfrentamento à pandemia.”

Indicados ao Grammy 2022, Clarice e Sérgio Assad aliam a paixão pela arte e o carinho de família em composições reconhecidas mundo afora

Indicados ao Grammy 2022, Clarice e Sérgio Assad aliam a paixão pela arte e o carinho de família em composições reconhecidas mundo afora

Para os Assad, música é sinônimo de afeto. Herança familiar que percorre as veias e o sobrenome de gerações inteiras. “Tive um avô bandolinista, uma avó que cantava todos os sucessos da Rádio Nacional, tios músicos e um pai violonista clássico que compunha comigo desde quando eu era bem pequena. A arte é nosso álbum de recordações”, conta Clarice Assad, cantora, arranjadora e pianista carioca, que hoje coleciona peças escritas com a colaboração do pai, Sérgio. As mais recentes integram o álbum “Archetypes”, tecido e lançado durante a pandemia.

 

Sergio e Clarice Assad em estúdio | Foto Carolina Rodriguez

 

“É uma coletânea de arranjos inspirados em alguns dos arquétipos junguianos. Foi uma ideia de Clarice que abracei com muito gosto”, conta Sérgio, que planejava performar o repertório ao vivo em 2021, em uma série do 92nd Street Y, de Nova York, com o tema ‘Mitos e Lendas’. Com as medidas de isolamento social, o show foi cancelado, mas a obra invadiu as plataformas digitais.

Das 12 faixas que compõem o álbum, quatro são composições de Sérgio, quatro de Clarice e o restante, contribuições do quarteto norte-americano Third Coast Percussion. “Foi a parceria perfeita. A riqueza tímbrica que eles aportam, usando instrumentos de percussão clássicos em sonoridades inovadoras, faz de ‘Archetypes’ algo único e bastante raro no mercado da música de concerto contemporânea”, conta o pai.

 

Sérgio & Clarice Assad | Foto Divulgação

 

A virtuosidade inegável das composições rendeu frutos. Este ano, o álbum concorre ao Grammy Awards em três categorias – Melhor Composição Clássica Contemporânea, Melhor Performance de Grupo de Música de Câmara e Melhor Gravação do Ponto de Vista Técnico. “Essa indicação ao maior prêmio da música internacional representa o reconhecimento de uma vida inteira dedicada à música. Somos dois brasileiros em um gênero artístico, infelizmente, ainda muito elitista. Atingir esse lugar é uma esperança de que, no futuro, a música de concerto esteja mais perto de ser para todos”, comenta Clarice.

No caminho por uma maior democratização da música erudita, a artista aposta suas fichas na inovação. “Misturar gêneros e estilos é o grande barato da música clássica contemporânea. Por que não unir o ‘erudito’ ao jazz, à MPB e ao choro? Juntos eles podem ter muito mais força, e nossa intenção é ir sempre além do que nos precede, para inovar e contribuir com novas ideias.”

Paint and Drink promove encontros que unem prova de vinhos e experimentação com pintura

Paint and Drink promove encontros que unem prova de vinhos e experimentação com pintura

São Paulo tem mesmo opções de lazer para todos os gostos. Unir o amor às artes plásticas e o prazer em degustar bons vinhos é possível nas oficinas Paint and Drink. A proposta é proporcionar momentos de relaxamento e interação por meio da arte. Não é necessário conhecimento artístico prévio para participar e as atividades são acompanhadas por artistas profissionais que ensinam todas as técnicas – o único objetivo dos participantes é pintar, beber e se divertir.

 

Oficina Paint and Drink, na sede da loja Aluf | Foto Divulgação

Oficina Paint and Drink, na sede da loja Aluf | Foto Divulgação

 

As próximas oficinas acontecem no quintal da loja da marca Aluf, na Consolação. Comandadas pela artista Thais Bambozzi, os encontros acontecem nos dias 5 e 6 de fevereiro com sessões no período da manhã (das 10h às 13h) e da tarde (das 14h às 17h). Para participar, basta comprar o ingresso no site do Paint and Drink – o valor (R$ 380) já inclui a entrada para a oficina, todos os materiais que serão utilizados e vinho à vontade. Pelo site e por meio das redes sociais da oficina, é possível acompanhar as futuras datas dos encontros.

 

Paint and Drink
Aluf: Rua da Consolação, 3.589
Para saber mais sobre as próximas oficinas, acesse o site: www.paintandrink.com.br