Madame Olympe, novo restaurante do chef Claude Troisgros, é mais uma homenagem à sua mãe

Madame Olympe, novo restaurante do chef Claude Troisgros, é mais uma homenagem à sua mãe

Madame Olympe é uma versão mais moderna e informal do restaurante Olympe, reconhecido como um dos principais templos de gastronomia nacional

O chef Claude Troisgros acaba de inaugurar mais um estabelecimento que homenageia sua mãe: o Madame Olympe, que é uma versão mais moderna e informal do restaurante Olympe — comandado pelo mestre do sabor até a pandemia no Jardim Botânico, detentor de uma estrela Michelin e reconhecido como um dos principais templos de gastronomia nacional.

Ao lado de Claude na cozinha do Madame, a chef Jessica Trindade combina técnicas francesas com ingredientes brasileiros, fornecidos por pequenos produtores que privilegiam práticas sustentáveis de cultivo. O menu degustação é composto por nove etapas e pode incluir maravilhas como o atum com melancia, rabanete japonês e caviar de chia ou o lagostim com wasabi, gengibre, ikura (ovas de salmão) e jambo.

 

foto divulgação

 

A carta de vinhos lista mais de 40 rótulos e tem como destaque a seleção feita pela sommelière Camila Secchi, com vinhos de mínima intervenção, orgânicos, de fermentação espontânea e pouca ou nenhuma passagem por madeira. O ambiente tem como destaques as esculturas luminosas em papel de arroz criadas pelo artista plástico Thomaz Velho.

Madame Olympe
Rua Conde de Bernardote, 26, Leblon.
Tel. 21 96629-5342.

Em Gramado, restaurante de Roberta Sudbrack propõe uma nova leitura dos sabores locais

Em Gramado, restaurante de Roberta Sudbrack propõe uma nova leitura dos sabores locais

Restaurante de Roberta Sudbrack eleva a experiência gastronômica em Gramado e outras novidades locais entram na onda da curadoria especial

Entre vales verdes, construções em estilo europeu e clima ameno que transforma qualquer caminhada em um passeio charmoso, Gramado continua sendo um dos destinos mais procurados do Brasil. Mas agora quem visita a cidade gaúcha percebe que, por trás da estética serrana conhecida, há um novo movimento ganhando força — e ele passa pela mesa, pela taça e até mesmo pela cama.

Com a chegada da premiada chef Roberta Sudbrack, Gramado entra no radar da alta gastronomia nacional. O restaurante Ocre, recém-inaugurado no elegante Wood Hotel, propõe uma nova leitura dos sabores locais — uma cozinha feita no fogo, com ingredientes brasileiros, simplicidade refinada e respeito à origem dos produtos.

 

Fachada do Wood Hotel – foto divulgação

 

Primeiro projeto da chef fora do Rio de Janeiro, o lugar é descontraído, afetivo e autoral, mas tecnicamente rigoroso. A experiência começa antes mesmo de o prato chegar à mesa. Um dos destaques é o Bar de Charcutaria, o primeiro desse estilo na cidade. Ali, embutidos artesanais e queijos brasileiros são laminados, com precisão milimétrica, em uma máquina cheia de significado. 

O equipamento é uma relíquia nacional com mais de 30 anos da marca Filizola, que foi apelidada de “Anita”, em homenagem à heroína gaúcha Anita Garibaldi. “Virou a estrela dos embutidos! Eu sempre fui apaixonada por essas máquinas italianas de manivela, como a Berkel. Mas a gente quis ir além e encontrou essa Filizola esquecida. É como se ela representasse a alma do projeto”, celebra Roberta.

 

Bar de Charcutaria do Ocre – foto divulgação

 

No cardápio, há polenta orgânica mole com cogumelos na brasa, frango caipira assado com batatas e hortaliças orgânicas, prime rib de porco à milanesa e sanduíche aberto gaúcho no pão alemão. As sobremesas mantêm o espírito acolhedor: panqueca soufflé com doce de leite, strudel de maçã assada e profiteroles com calda quente de chocolate.

“Gramado tem espaço para tudo. Um dia você quer comer fondue, no outro, churrasco. Mas muita gente ainda não conhece as preciosidades que temos, como os queijos, os embutidos e as receitas que estão se perdendo, como o sanduíche aberto gaúcho. O que eu proponho é resgatar, não inventar. É olhar para trás e trazer para a mesa aquilo que já é nosso”, completa.

 

Cozinha feita no fogo do restaurante Ocre – foto divulgação

 

Descansar e criar 

O turismo do sono emerge como uma tendência que valoriza o bem-estar e a qualidade do descanso durante as viagens. Gramado abraça essa proposta com o Wood Dreaming, uma experiência do Wood Hotel que transforma o ato de dormir em um verdadeiro ritual de relaxamento.

Ao chegar no quarto, o hóspede encontra a Dream Box, uma seleção de mini travesseiros que representam diferentes estilos de sono. Basta escolher o modelo ideal — mais macio, mais firme, com ou sem suporte cervical — e sinalizar a preferência. A equipe do hotel se encarrega de preparar tudo para uma noite perfeita.

 

Acomodação confortável do Wood – foto Matheus Zanchet

 

O ambiente é cuidadosamente ajustado: luzes suavizadas, playlist relaxante ativada e uma caixa “Unplug-se” com carregador por indução, incentivando a desconexão digital. Ao lado da cama, um chá especial para o sono, água filtrada e um chocolate completam o clima de aconchego. Outro diferencial é o colchão massageador com tecnologia quântica, que promove relaxamento profundo. 

Após o descanso e também inspirado pela renovação das experiências ao público, o VinoLab se destaca ao propor uma imersão completa no universo do vinho. Localizado na principal avenida da cidade, o espaço une restaurante, enoteca e laboratório sensorial, oferecendo vivências para quem quer ir além da degustação.

A mais emblemática e divertida delas é a Alquimista do Vinho, conduzida por um sommelier em sessões de até duas horas. Os visitantes analisam quatro varietais da Serra Gaúcha, testam proporções, combinam aromas e sabores e criam seu próprio blend. A garrafa é rotulada, engarrafada e lacrada na hora — com direito a levar o vinho autoral para casa.

 

Experiência no VinoLab – foto divulgação

 

Ao estilo tradicional 

Instalado em um casarão com arquitetura alpina e decoração que remete aos chalés europeus, o Hotel Casa da Montanha combina elegância com atmosfera familiar. Os quartos são amplos e decorados com detalhes em madeira, iluminação suave e vista privilegiada da região central de Gramado. Entre os atrativos do hotel, está o novo restaurante Giostra Cucina, que conta com consultoria da chef Carla Pernambuco.

Os vinhos brancos também têm seu lugar no inverno, especialmente os mais untuosos

Os vinhos brancos também têm seu lugar no inverno, especialmente os mais untuosos

Muito além da uva, diferentes processos de vinificação são fatores mais relevantes no momento de decidir qual vinho combina com determinada estação do ano

Uma das associações mais comuns que se faz é a de que o tinto é ideal para o inverno. Essa ideia de que o vinho tinto “esquenta” é tão forte que essa época do ano é certamente a maior vendedora desses rótulos. O curioso é que é o álcool que de fato aquece o corpo, e todo vinho tem! Há ainda a ideia de que o vinho branco refresca, porque geralmente tomamos mais geladinho. Mas essas lógicas são generalizações e é possível inovar na taça.

Os rótulos brancos também têm seu lugar no inverno, especialmente os mais untuosos – aqueles vinhos mais densos na boca. Essa característica vem mais do processo de vinificação do que da uva em questão. Vinhos que ficam algum tempo em contato com as leveduras, com as borras finas e ainda em barricas, costumam trazer esse resultado de untuosidade.

 

foto Shutterstock

 

E é importante lembrar que para acompanhar a fondue e os comuns encontros de queijo e vinho, os brancos são os mais indicados para a maioria dos queijos. De qualquer forma, gostaria de sugerir a você que faça essa experiência de provar algum dos rótulos ao lado neste inverno. Para os teimosos indico tintos também, com o perfil da estação. Saúde!

Brancos:

• Amayna Chardonnay (Mistral) – R$ 303,66
• Le Cabanon des Alexandrins Viognier Blanc (Mistral) – R$ 231,47
• Otronia 45 Rugientes Cortes Blancas (World Wine) – R$ 276
• Somontes Colheita (Premium Wines) – R$ 139
• Château Magence Blanc (de la Croix Vinhos) – R$ 200

Tintos:

• Rosso di Montalcino Castelli Martinozzi (Via Vini) – R$ 299
• La Stoppa Macchiona Emilia Rosso (Vinci Vinhos) – R$ 430,10
• Vallontano Cabernet Sauvignon (Mistral) – R$ 129,90
• De Lucca Nero d’Avola Single Vineyard (Premium Wines) – R$ 199
• Sabina Syrah (World Wine) – R$ 149

Mendoza, na Argentina, surpreende com roteiro enogastronômico e agradáveis passeios ao ar livre

Mendoza, na Argentina, surpreende com roteiro enogastronômico e agradáveis passeios ao ar livre

Mendoza é uma verdadeira e intensiva imersão enogastronômica e oferece possibilidades de passeios que alternam goles, garfadas e caminhadas sem pressa

Ruas com calçadas largas e acessíveis, inúmeras praças e parques arborizados, e trânsito e fluxo de pessoas em dimensões mais tranquilas e responsáveis compõem Mendoza, na Argentina. Aos brasileiros, chegar à região tem ficado cada vez mais fácil, o que torna o destino uma opção rápida – mas não menos agradável e impactante – aos viajantes que apreciam boa comida, vinhos selecionados, arte e cultura.

Partindo de Guarulhos, voos das companhias Gol, Aerolineas Argentinas e Latam chegam à cidade argentina em 3h30. De junho a agosto, há ainda operações da Azul saindo de Viracopos, em Campinas, e a novidade mais recente são os voos da aérea lowcost JetSmart, que ligam o Galeão, no Rio de Janeiro, a Mendoza duas vezes por semana, às sextas e domingos.

 

Vinhedo Los Ponchos, da Trivento, aos pés da Cordilheira dos Andes – foto Martín Orozco

 

Saltam também opções de hospedagem bastante diversificadas na cidade, mas talvez a mais emblemática seja o Hyatt Park – com localização central estratégica, bem em frente à histórica Praça Independência e a apenas 1,5 km do Parque San Martín. Com uma arquitetura colonial espanhola restaurada, o hotel combina elegância clássica com comodidades modernas em seus 186 espaçosos quartos e suítes, e conta ainda com piscina, spa e cassino.

Além de passeios ao ar livre, é possível desbravar cafés, restaurantes e lojas nos arredores do hotel. A Rua Sarmiento, ou Paseo Peatonal Sarmiento, é uma das principais atrações de Mendoza – com três quadras que conectam a Praça Independência à Avenida San Martín. Por lá, o restaurante La Lucía oferece cortes de carnes argentinas preparados na parrilla Josper, mas também apresenta um menu versátil com pastas artesanais, mariscos frescos, saladas robustas e abundantemente temperadas na mesa e opções vegetarianas.

 

Fachada do Hyatt Park Mendoza – foto divulgação

 

Após o almoço ou jantar, é mais do que recomendável apreciar um gelato na Soppelsa Helados – uma das sorveterias mais tradicionais e queridas de Mendoza. Sua primeira loja foi fundada em 1927 por Guerrino Soppelsa, um imigrante italiano, e a marca se tornou um ícone da cidade, tendo foodtrucks espalhados por praças e parques.

Ainda na mesma rua, o jovem restaurante Soberana já chama a atenção da cena local, tendo recebido uma recomendação do Guia Michelin 2024 apenas oito meses após sua abertura. O chef portenho Fernando Ormazabal funde sabores argentinos com influências da culinária francesa, italiana e espanhola. Entre os destaques estão os cortes como o vazio de duas cocções, que passa por um processo de cura e cocção a baixa temperatura por 18 horas, e o rack de cordeiro com purê cremoso de abóbora e coco.

 

Parrila Josper do restaurante La Lucía – foto reprodução Instagram

 

Taças descomplicadas

Quando se pensa em vinho mendocino, a associação imediata é o Malbec. A uva se adaptou rápida e perfeitamente ao solo dos “pés” da Cordilheiras dos Andes e as razões para esse sucesso combinam clima, geografia e história. Mendoza tem mais de 300 dias de sol por ano, o que garante uma maturação completa das uvas e a baixa umidade reduz o risco de doenças fúngicas, beneficiando especialmente a Malbec, que tem casca fina. Também há grande amplitude térmica nos vinhedos – que estão entre 800 e 1.200 metros acima do nível do mar –, favorecendo o desenvolvimento de aromas complexos, a preservação da acidez natural e a concentração de taninos.

Com 1.500 hectares plantados e distribuídos em vinhedos nas regiões de Luján de Cuyo, Valle de Uco, Maipú e o Oásis Leste de Mendoza, a Trivento materializa e reproduz a tradição de vinhos diversificados, com prevalência do Malbec, sendo a marca argentina de vinhos número um em vendas no mundo. São três vinícolas na região com capacidade de até 54 milhões de litros, incluindo mais de 4.200 barricas e 70 majestosos foudres de carvalho que descansam em salas especiais.

 

Restaurante Los Vientos, em Maipú – foto Martín Orozco

 

Entre as experiências abertas ao público estão as degustações e visitas à vinícola principal (a partir de RS 125 por pessoa), mas se destaca o jantar no restaurante Los Vientos. Sob o comando do chef Nacho Molina (foto abaixo), em Maipú, a 30 minutos do centro de Mendoza, o lugar é a mais recente proposta gastronômica da Bodega Trivento e faz referência aos três ventos que influenciam o clima mendocino. O ambiente é moderno, com amplas janelas que revelam vistas para os jardins da vinícola.

Os menus são elaborados com ingredientes locais e de temporada. O chef considera as estações do ano e os variados produtos que elas oferecem. No outono-inverno, a carta inclui pratos com abóbora, cogumelos, cítricos e queijo de cabra da região. Para sobremesa, são servidos doces tradicionais como alcayota e membrill (frutas em compota servidas com queijos).

Cada etapa é acompanhada por uma recomendação de harmonização com os vinhos da bodega, começando pelo White Malbec – vinho branco feito com uvas Malbec tintas, usando um processo que evita o contato prolongado com as cascas, sendo a Trivento uma das pioneiras na produção –, seguido pelas linhas Golden Reserve e Established in 1996, além de vinhos boutique exclusivos do restaurante. A experiência culmina com o surpreende espumante Trivento Cuvée Exceptionnelle Brut Nature, que celebra muito bem a proximidade com esse destino completo e sempre agradável.

 

Rótulo da linha Golden Reserve da Trivento – foto Martín Orozco

 

Além do vinho

A La Central Vermuteria, na Avenida Bartolomé Mitre, dispõe de uma impressionante seleção de vermutes, com mais de 18 rótulos locais e internacionais. O local apresenta uma carta de coquetéis criativos e refrescantes, perfeitos para acompanhar as opções de tapas do menu, como croquetes de presunto com romesco e queijo sardo.

 

foto reprodução Instagram

 

*A jornalista viajou a convite da Trivento

Experiências diferentes que envolvem fogo, carne e celebração da cultura gaúcha no Rio Grande do Sul

Experiências diferentes que envolvem fogo, carne e celebração da cultura gaúcha no Rio Grande do Sul

Casas de carne com diferentes propostas em Porto Alegre e na serra celebram a tradição gaúcha com um toque contemporâneo

É lugar comum dizer que o churrasco é elemento central da cultura gaúcha. Ele é tão presente que faz parecer que o boi é um animal típico da região. Mas não é bem assim. O gado, na verdade, chegou ao Brasil por meio dos colonizadores europeus. A espécie se reproduziu principalmente na região dos Pampas, localizada no Uruguai, em parte da Argentina e no Rio Grande do Sul.

A história conta que os gaúchos, habilidosos cavaleiros, cercavam o gado e realizavam o abate dos animais com o objetivo de vender o couro e, naturalmente, garantir o próprio sustento com a carne. Eles costumavam preparar grandes cortes de carne em espetos e assar lentamente sobre o fogo direto no chão. E assim, o churrasco acabou se tornando um item essencial da alimentação na região.

 

20Barra9 no Cais Embarcadeiro, no Centro Histórico de Porto Alegre – foto Mandabrasa

 

O tempo passou e a tradição ficou. Sair dos ambientes rurais, familiares e criar negócios que equilibram sabor, variedade, tradição e, ao mesmo tempo, inovação perpetuam em maior escala a qualidade de ingredientes e a conexão entre gastronomia e comunidade local. A exemplo disso, o Grupo Mandabrasa, responsável pelos restaurantes 20Barra9, 1835 Carne e Brasa e De Rua, proporciona experiências diferentes que envolvem fogo, carne e celebração, com forte presença no Rio Grande do Sul.

Reforçando o legado histórico da brasa no estado, os nomes dos restaurantes 1835 Carne e Brasa e 20Barra9 foram escolhidos como uma homenagem à Revolução Farroupilha – rebelião ocorrida entre os anos de 1835 e 1845, a mais longa da história do Brasil Império. Enquanto 1835 faz referência ao ano em que o movimento começou, 20 de setembro celebra a declaração da república rio-grandense.

Com nove anos de história, o 20Barra9 se destaca pelo uso de parrilla em Porto Alegre, e incorpora novos cortes ao cardápio. Com três unidades na capital – Shopping Iguatemi, Pontal e Cais Embarcadeiro –, o restaurante apresenta cortes como Entrecôte e o Vazio (fraldinha) para duas pessoas, que podem vir à mesa acompanhados do arroz de tutano com foie gras dos Pampas. Na ala das sobremesas, o Duo de Pudim da Carlota, receita autoral da consultora da casa, a chef gaúcha radicada em São Paulo Carla Pernambuco, também chama a atenção.

 

Opções de pratos para compartilhar do 20Barra9 – foto Mandabrasa

 

Cortes harmonizados

Em meio à vegetação nativa da serra gaúcha, em Canela, o 1835 conta com uma vista privilegiada para o Vale do Quilombo no Kempinski Laje de Pedra – primeiro hotel e complexo residencial da rede europeia na América do Sul. O salão é espaçoso e confortável, com longas mesas de madeira, bancos e cadeiras em pele preenchendo as áreas mais amplas, enquanto sofás e poltronas criam ambientes mais íntimos. A cozinha é aberta, com acabamento todo em vidro que permite que se acompanhe o trabalho dos cozinheiros.

No menu aparecem o Pot Pie Crocante de Costelão 12 horas (costela desfiada com toque de requeijão cremoso da serra, coberta de massa folhada crocante), o Carreteiro 1835, Vazio Gran Reserva para duas pessoas e o risoto de copa Colonia. Por lá, a carta de vinhos também valoriza produtores locais, mas traz opções internacionais e variadas, em categorias como Nosso Mundo (uma extensa seleção regional), Velho Mundo (com rótulos europeus) e Novo Mundo (com sugestões mundo afora) – a lista tem ênfase em microproduções de alta qualidade. Neste semestre, o restaurante também inaugurou a Adega 1835, onde são realizadas degustações e experiências sensoriais que apresentam as diferentes regiões vitivinícolas gaúchas.

 

Vinhos gaúchos – foto Marcos Moreira

 

Dezoito35 Carne e Brasa
Rua das Flores, 222, Kempinski Laje de Pedra, Canela (RS).
Segunda a domingo, das 11h30 às 22h.

20Barra9 Cais Embarcadeiro
Avenida Mauá 1050, Centro Histórico, Porto Alegre.
De terça a quinta, das 11h30 às 15h e das 17h às 23h. Sexta, sábado e feriados, das 11h30 às 23h. Domingo, das 11h30 às 22h.