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Conheça artistas brasileiros que viajam e ultrapassam fronteiras com suas músicas

Conheça artistas brasileiros que viajam e ultrapassam fronteiras com suas músicas

Novembro chegou e a gente sabe que a partir de agora começa aquela contagem regressiva para as viagens de verão, não é mesmo? Aquela sensação deliciosa de conhecer um novo lugar, ouvir outras línguas e se perder pelas ruas de uma nova cidade são indescritíveis. E se a gente compartilhar com você que a música também é capaz de ultrapassar horizontes e chegar em países inimagináveis?
Despertou a curiosidade? Então se prepare porque listamos alguns artistas brasileiros que, além dos álbuns em português, também fizeram – e fazem! – muito sucesso com canções gravadas em outros idiomas!

Caetano Veloso
O cantor tem diversas músicas que conquistaram o coração dos gringos, além dos conhecidos álbuns “A Foreign Sound” e “Caetano Veloso”, de 2004 e 1971, respectivamente. Os discos contam com canções apenas em inglês e que dominaram os rankings não só de outros países, mas do Brasil também!

Uma curiosidade? O álbum que carrega o nome do artista, inclusive, apresenta a música “London London”, feita com Gilberto Gil durante o exílio e que em várias vezes repete a palavra “solidão”, traduzindo o sentimento da dupla na época.

 

Foto Divulgação / Artistas: Caetano Veloso e Anitta

 

Rodrigo Amarante
Se você acha que não conhece Rodrigo Amarante, lembre-se daquela voz marcante de Los Hermanos. Agora recordou, né? O cantor, que já conta com diversos hits estrangeiros em carreira solo, investe também em trilhas sonoras para filmes e séries. Ele é o responsável pelo tema principal da série “Narcos”, uma das mais assistidas da plataforma de streaming Netflix, e pelo longa “7 Dias em Entebbe”, por exemplo.

Renato Russo
Você sabia que o primeiro álbum solo do Renato Russo foi em inglês? Sim! Em 1994, o cantor lançou o “The Stonewall Celebration Concert“, com composições que foram produzidas em computador, raridade para a época. O nome do disco é uma homenagem aos 25 anos da Rebelião de Stonewall, em Nova York, e uma parte dos royalties foi destinada à campanha “Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida”.

Anitta
Não teria como terminar de forma diferente, né? A Anitta – que até hoje a gente não entende como tem tempo para fazer tanta coisa – já gravou canções em diversas línguas, além de dominar os rankings de diferentes países com as parcerias feitas com cantores locais. A musa já gravou em inglês, espanhol, francês e segue quebrando infinitas barreiras e pódios nunca conquistados por artistas brasileiros. O mundo é dela, e ela sabe!

E, se você curtiu nossas sugestões e está a caminho de uma viagem de verão, se liga na playlist que criamos com as canções de que mais gostamos em outras línguas. Dê o play e boa viagem!

 

Escaneie e ouça a playlist by Tecla no 29HORAS Play

 

De volta aos palcos, Diogo Nogueira prepara turnê e interpreta o pai em musical-homenagem

De volta aos palcos, Diogo Nogueira prepara turnê e interpreta o pai em musical-homenagem

Diogo Nogueira é filho do samba, literalmente. Seu pai cantou ser seu espelho e ser espelho de seu próprio pai também. “Sempre que um filho meu me dá um beijo, sei que o amor do meu pai não se perdeu, só de olhar seu olhar eu sei seu desejo, assim como meu pai sabia o meu”, diz a música “Além do Espelho”, de João Nogueira. Se estivesse vivo, o sambista, compositor e cantor completaria 80 anos neste mês de novembro. Na mesma canção citada acima, ele recitou que a vida é uma missão, mas quando o espelho é bom, ninguém jamais morreu.

João estava certo sobre muita coisa, e uma delas é mesmo que o samba continua após a morte – essa, sim, é uma ilusão. E na bonita missão de preservar a memória do patriarca, seu filho, Diogo Nogueira, interpreta o pai em um musical, com estreia prevista para o primeiro semestre do ano que vem. A iniciativa é parte da série de comemorações que marcam as oito décadas de João Nogueira, no Clube do Samba – fundado por ele em 1979 e hoje liderado pela filha Clarisse. As celebrações incluem ainda o lançamento de um livro, shows de verão, desfile do bloco do Clube e oficinas de arte gratuitas.

 

Diogo e seu pai, o sambista João Nogueira - Foto: Arquivo Pessoal

Diogo e seu pai, o sambista João Nogueira – Foto: Arquivo Pessoal

 

“Vivi com meu pai até meus 19 anos, as lembranças mais fortes são das viagens que fazíamos juntos, das idas ao Maracanã…ele era um pai presente, e muito rígido também. Interpretá-lo é uma honra e uma grande responsabilidade”, conta. A principal herança de João para Diogo é o amor ao samba, o que, inevitavelmente, estende-se ao amor pelo Rio de Janeiro, ao amor pelo mar e pela areia, ao amor pela cozinha, enfim, ao amor por amar sem medo e com muita entrega.

Hoje, aos 40 anos, Diogo faz seu próprio e intenso enredo na história do samba. Com 14 anos de carreira na música, ele já lançou dez CDs, quatro DVDs – que venderam mais de um milhão de cópias – três singles, um EP com quatro canções nas plataformas digitais e um audiovisual com três álbuns, e foi indicado ao Grammy Latino por todos os seus álbuns, prêmio que venceu por duas vezes. O cantor emplacou ainda quatro sambas-enredo na sua escola, a Portela, em carnavais consecutivos, todos com nota 10 dos jurados. “O samba é minha vida, é herança familiar, é o que eu sou.”

A exemplo de todo esse significado, Diogo Nogueira foi homenageado pela escola de samba Imperatriz Dona Leopoldina, de Porto Alegre, no enredo “Espelho, de Filho Para Pai. A Imperatriz canta Diogo para João”, que deu o título de campeã naquele ano para a escola, no Carnaval de 2016.

Feito d’água

O destino no samba parece, agora, natural para Diogo. Mas antes de iniciar na música profissionalmente, o cantor tentou carreira como jogador de futebol. Com uma contusão no joelho, acabou mesmo nos palcos. Não poderia ser diferente. O esporte, porém, não saiu da vida e da rotina do cantor, que é amante de futevôlei e surfe. “Sempre fui muito ativo, comecei a praticar esses esportes na infância, também gosto de artes marciais”, conta.

A paixão pelas ondas é tamanha que a relação com mar vai se transformar em um documentário, o “Espelho d’Água”, com produção já iniciada. Com imagens feitas em Mentawai, na Indonésia, Diogo foi em maio deste ano também para a Nicarágua para surfar e filmar. “Pretendo voltar para a Indonésia para surfar mais, e tenho o desejo de conhecer as ondas do México e de El Salvador.”

 

Diogo Nogueira surfando - Foto: Divulgação

Diogo Nogueira surfando – Foto: Divulgação

 

A proximidade com as águas se reflete em suas músicas, nos seus shows e nos videoclipes. Em dezembro do ano passado lançou “Bota Pra Tocar Tim Maia”, primeiro single do repertório do projeto audiovisual “Samba de Verão” – filmado dentro de uma balsa num palco de 500m todo cenografado na Marina Center, em Niterói, com a vista privilegiada do Rio de Janeiro e a silhueta dos morros da cidade ao fundo. Lançados já em 2021, o primeiro álbum do projeto foi “Sol”, seguido de “Céu” e “Lua”, com as participações especiais de Zeca Pagodinho e Grupo Fundo de Quintal.

Em turnê com “Samba Verão”, Diogo Nogueira voltou aos palcos e tem shows programados para este mês no Teatro Bradesco, na capital paulista, e nos Arcos da Lapa, no Rio, em dezembro. “A pandemia impactou todo o nosso trabalho, todas as equipes de som e bastidores foram muito afetadas, mas agora estamos voltando, vacinados”, celebra.

E o sol, o mar e a areia não são os únicos elementos que compõem o amor de Diogo por sua cidade natal. “Gosto de tudo no Rio de Janeiro, da boemia, da Lapa, das rodas de samba, da leveza de poder colocar um chinelo no final do dia, da infância que tive com brincadeira na rua, com pipa e pique bandeira, de Rocha Miranda, dessa beleza toda.”

Apaixonado, sim

A principal fonte de inspiração para novas músicas agora tem nome, rosto e talento também conhecidos pelo público. Namorados, a atriz Paola Oliveira é a musa de Diogo, e ela ganhou uma nova canção do cantor, “Flor de Canã”. Inspirada no rum da Nicarágua, cheio de perfume e sabor, a música – lançada no final de outubro nas plataformas digitais – celebra a bebida que o casal descobriu e o compartilhamento de muitos gostos. “A gente adora as mesmas coisas, na minha viagem para a Nicarágua descobri esse rum e não via a hora de apresentar para ela, acabei trazendo para o Brasil e ela também gostou!”. E ainda canta, apaixonado: “Morri no mojito da tchica, paixão é o silêncio que grita”.

Dos copos para a mesa, Diogo Nogueira coloca avental, arregaça as mangas e se arrisca no fogão. Durante a quarentena, explorou ainda mais o gosto pela cozinha e elencou 20 receitas que faz bem, e com muito jeito, no seu novo e-book “Diogo na Cozinha”, lançado em 2020.

 

Diogo Nogueira com o apresentador Rodrigo Hilbert, se aventurando na cozinha no programa "Tempero de Família" - Foto: Ney Coelho

Diogo Nogueira com o apresentador Rodrigo Hilbert, se aventurando na cozinha no programa “Tempero de Família” – Foto: Ney Coelho

 

Entre frutos do mar, aves, carnes e sobremesas, os pratos carregam histórias de afeto, de viagens e de muitas reuniões entre família e amigos regadas a samba e alegria. “Samba e cozinha têm tudo a ver, as rodas começam cedo e vão até tarde, é preciso muita comida para manter a energia da rapaziada, lá em casa o dia começava e terminava na cozinha.” Cortando legumes e verduras para a mãe e a avó, Diogo aprendeu a cozinhar com gosto, outro aprendizado que veio de casa, assim como a música e o carisma oriundos do pai, do samba, do Rio de Janeiro e do Brasil.

 

Samba de breque

Uma música de João Nogueira?
Além do Espelho

Uma música de Diogo Nogueira?
Flor de Caña

Uma viagem inesquecível?
Fernando de Noronha

Uma tarde perfeita?
Surfando

A receita tradicional da família Nogueira?
Caruru do João

Primeiro o samba, e depois?
Me embriagar de prazer com meu amor

Um desejo para o Brasil?
Educação e cultura

 

Diogo Nogueira - Foto: Marcos Hermes

Diogo Nogueira – Foto: Marcos Hermes

 

Quem são os poucos artistas que unem o que é pop e popular no Brasil?

Quem são os poucos artistas que unem o que é pop e popular no Brasil?

Desde Itamar Assumpção, com suas inspirações em astros internacionais, são poucos os cantores e compositores que unem o que é pop e popular no Brasil

Itamar Assumpção teria feito 72 anos no último dia 13 de setembro. Ele foi um compositor genial, criador de um estilo único, aprendeu música ouvindo a Jovem Guarda no radinho de pilha e enlouqueceu com Jimmy Hendrix. Assim como Gilberto Gil, enquanto esteve exilado em Londres. Referências que vieram com Hendrix e com todos aqueles astros do pop daquela época, que eram e são ícones do rock’n roll. E com o pop de Andy Warhol, o artista que fez de uma lata vazia de molho uma obra de arte. Pop e popular.

Itamar, ainda que muito pop e inspiração para músicos das gerações seguintes, nunca foi popular. Nunca furou a bolha da Vanguarda Paulistana. Certa ocasião, em um show na Bahia, com a plateia mais ou menos engajada, começou a cantar “Laranja Madura”, de Ataulfo Alves, e teve a maravilhosa experiência de ouvir todo o público cantar junto com ele. Numa entrevista que me deu anos mais tarde (no livro “Vozes do Brasil – Entrevistas Reunidas” – edições Sesc), me disse que queria ser um compositor popular. E ele não foi e não é o único.

A provocação desta coluna é justamente essa, onde o pop e o popular se encontram? Aqui no Brasil, em raras situações. Quando recebemos as listas de mais ouvidas e tocadas no rádio nunca estão os criadores de estilo, inventores de sons, os mestres, as referências pop. Com exceções, claro, mas raríssimas. Dos tropicalistas aos sertanejos temos milhas de distância e um mar gigante no meio. Por que o Brasil ouve sempre a mesma coisa? A discussão sobre a indústria da música não cabe neste espaço, mas me intriga saber por que o ouvinte não fica curioso para ir além do que os veículos de massa oferecem.

Pop e popular, para mim, é Gaby Amarantos. A artista paraense que estourou há quase dez anos com seu primeiro álbum chamado “Treme”. Lembram que ela foi chamada de Beyoncé do Pará quando fez a versão de “Single Ladies”? Seu segundo disco chega agora em todas as plataformas com tudo que a gente ama e quer: tecno brega, carimbó chamegado, o som da aparelhagem, música para dançar. Tradição e contemporaneidade.

 

Foto Rodolfo Magalhães | Divulgação

Gaby é pop star nas aparelhagens e tem tudo para estar nas listas entre os populares. “Purakê” é o novo álbum. Indígena, feminino, sexy, abusado e cheio de participações incríveis: Elza Soares, Alcione, Dona Onete, Ney Matogrosso, Liniker, a lista é grande. Foi produzido por Jaloo – artista paraense interessantíssimo – e tem na ficha técnica outros expoentes da música do Norte. Não deixe de ouvir. Coloque na sua playlist. Faça popular o artista pop do Brasil!

O fenômeno TikTok: como o aplicativo revolucionou a indústria musical?

O fenômeno TikTok: como o aplicativo revolucionou a indústria musical?

Você pode falar que não tem interesse, que não conhece as clássicas dancinhas ou que ainda não entendeu muito bem a existência do aplicativo, mas uma coisa não pode negar: o TikTok é uma potência. O app está presente em mais de 100 países, com quase três bilhões de downloads realizados – a maioria deles entre 2019 e 2020 –, e apresenta diariamente números que não param de crescer.

Já pensou em três bilhões de pessoas ouvindo a mesma música? Pois é. Entre memes, receitas de cozinha e alguns desafios – que, vamos confessar, no começo também pedimos ajuda aos nossos filhos e irmãos mais novos –, o aplicativo domina o mercado com lançamentos e relançamentos musicais.

A matemática é simples. O maior número de usuários tem entre 15 e 24 anos, a famosa Geração Z, e, com eles, não tem para ninguém: ditam tendências e viralizam qualquer vídeo em cerca de segundos. Dessa forma, o aplicativo se tornou uma das maiores influências musicais para artistas: um vídeo em alta no TikTok quase automaticamente coloca uma música em alta no Spotify.

E, ainda falando em estatísticas, a gente confirma que esse resultado é real: em 2020, sete músicas do Top 10 do Spotify bombaram primeiro no TikTok. A parte mais curiosa dessa questão é que a “garotada” não segue só de olho no futuro, mas também no passado. Vai dizer que você não ficou sabendo do Nathan Apodaca, skatista conhecido como Dog Face, que fez um vídeo andando de skate ao som de “Dreams” da banda Fleetwood Mac?

Despretensiosamente, e com a força de milhões de jovens compartilhando o vídeo, Nathan fez a canção de 1977 alcançar o topo das paradas novamente – e ganhou também uma boa dose de reproduções divertidas do seu vídeo no aplicativo.

Podemos acompanhar dezenas de canções esquecidas pelo tempo sendo redescobertas pela, veja só, Geração Z. É o caso de “Gimme! Gimme! Gimme!” da banda Abba, com sua música de 1979 que recebeu um remix exclusivo e alcançou por semanas o trend do TikTok com algumas coreografias. Porque esse é outro ponto que não dá para negar: se tem coreografia, vai viralizar no app.

Voltando ainda mais ao passado, temos “Beggin'”, da banda Frankie Valli & The Four Seasons, de 1967, que simplesmente não sai da cabeça dos jovens com o cover feito este ano pela banda Maneskin (foto), alcançando o topo do ranking com diversos vídeos no TikTok. Vale dizer que o sucesso foi tanto que migrou até para os Reels do Instagram, mas isso a gente deixa para um próximo papo.

 

Foto Divulgação | Maneskin

 

Se você quiser conhecer outras canções que viralizaram no TikTok, o 29HORAS Play está com uma seleção musical para ajudar o pessoal em casa com as coreografias, além de promover essa troca saudável com a nova geração. Se joga, vai!

Galerìa 1212 é o novo centro cultural de Campinas

Galerìa 1212 é o novo centro cultural de Campinas

Com uma ampla varanda agradável, e vista para a Avenida Norte Sul — coração pulsante e um dos símbolos de Campinas —, é inaugurada a Galerìa 1212, um espaço multifuncional que abraça a arte e a gastronomia em suas mais variadas formas, como brechó, loja de discos, música ao vivo, bar de drinques e intervenções artísticas para atender diferentes públicos da cidade.

 

Foto Divulgação

 

O lugar é a quarta empreitada do grupo formado pelos empresários Salin Miguel, Juka Pinsetta e Antonio Carlos Diaz Diaz, que também tem como integrante a DJ e fomentadora cultural Eli Iwasa. “Quando inauguramos um novo negócio, certamente torcemos para que seja um sucesso, mas foi muito além do que estávamos esperando ou até preparados. Realmente foi um boom, uma baita explosão. Acho que as pessoas estavam carentes de algo novo e totalmente diferente do que existe aqui na região”, conta Iwasa.

Entre os destaques do espaço está o brechó Era Outra Vez, que atua em parceria com influenciadoras como Gio Morete, permitindo uma imersãonos garimpos de moda consciente, em que peças selecionadas de acervos pessoais são expostas. O brechó recebe ainda marcas como Chaouiche, Skull e Gare, de Adriana Vidotto.

Colecionadores de vinil e apreciadores de boa música também ganham uma atmosfera especial: a Show Me Your Case, loja do DJ Mimi. Com curadoria aguçada, o acervo reúne discos de música eletrônica, música brasileira, rock, soul, funk, entre clássicos e novidades. Outro espaço na Galerìa 1212 dedicado à música é a Rádio Frida, que apresenta entrevistas dinâmicas, programações musicais e outros formatos flexíveis seja ao público presente dos finais de tarde até a noite, e para a audiência de ouvintes digitais, pela plataforma Twitch.

Para acompanhar as compras e o som, o restaurante do local oferece opções como smash burgers de gado britânico, assinados por Fernando Possenti, enquanto Érica Formighieri é a responsável por pizzas desenvolvidas com ingredientes frescos, tudo acompanhado por drinques autorais. Também há o Café 56, com cardápio próprio, e uma tabacaria para completar o passeio.

 

Foto Divulgação

 

Galerìa 1212
Rua Antonio Lapa, 146, Cambuí, Campinas
Todos os dias, das 10h às 23h59