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Casa Mollde + Conteúdo traz mostra permanente de decoração, arquitetura e design em SP

Casa Mollde + Conteúdo traz mostra permanente de decoração, arquitetura e design em SP

Em uma rua charmosa de São Paulo, no Jardim América, a Casa Mollde oferece sala de reunião equipada, espaço de co-working, serviço customizado de catering e café em meio a uma mostra permanente de peças e produtos de designers e artistas. O lugar promove prospecção, oportunidades e networking entre fabricantes e importadores com lojistas, representantes e profissionais atuantes nos mercados residencial, corporativo e hoteleiro.

 

Foto Israel Gollino | Ambientes decorados da Casa Mollde, nos Jardins

 

A exposição possui espaços decorados, que se renovam a cada semestre. A curadoria divulga marcas em ambientes reais, e é possível conhecer produtos do setor têxtil, mobiliário e de revestimento, além de tapeçaria, vasos, iluminação, peças em couro, cortinas e persianas, design floral e perfumaria.

 

Foto Israel Gollino | Ambientes decorados da Casa Mollde, nos Jardins

 

A Casa conta com projeto e produção assinados pelo designer de interiores Newton Lima, curadoria de mobiliário executada pelo designer de produto Victor Leite, e planejamento de marketing e conteúdo de Alessandra Olivastro.

 

Coworking - Casa Mollde + Conteúdo - Foto Israel Gollino

Coworking – Casa Mollde + Conteúdo – Foto Israel Gollino

 

Endereço:

Rua Groenlândia, 1.089, Jardim América, São Paulo.
www.casamollde.com

Principal feira de arte da América Latina, Sp-Arte volta com sua 17ª edição presencialmente

Principal feira de arte da América Latina, Sp-Arte volta com sua 17ª edição presencialmente

Dentro do calendário da retomada cultural no estado, a SP-Arte – principal feira de arte da América Latina – entra em sua 17ª edição e acontece de 20 a 24 de outubro na Arca, galpão localizado na Vila Leopoldina, em São Paulo, com cerca de 9 mil m². Neste ano, o evento traz ao público uma experiência imersiva, presencial e digital, com o Viewing Room, que ocorre concomitante à feira física.

 

Foto Divulgação | Galeria Jaqueline Martins

 

A SP-Arte funciona como uma grande catalisadora dos principais temas e tendências que atravessam o circuito de galerias e artistas. “Em 2021, esperamos uma evidência maior para a arte indígena contemporânea, com obras que alinham estética, espiritualidade e ativismo social”, explica Fernanda Feitosa, idealizadora do evento. A diretora também destaca jovens artistas que voltam seus trabalhos para práticas como a pintura e o desenho, em alta nos últimos tempos.

São milhares de obras de arte confirmadas, como uma peça da galeria Mendes Wood DM, da série “Phantom”, desenvolvida desde os anos 1970, feita de cera e que brilha no escuro. Já a Almeida & Dale, de São Paulo, apresenta diversos trabalhos de Lasar Segall, expoente do modernismo no Brasil. “Gostaria de enfatizar também a aclamada escultora norte-americana Lynda Benglis, que raramente é apresentada ao público brasileiro e está presente no evento este ano”, conta.

Esta é a primeira edição híbrida da SP-Arte, em que uma série de QR Codes e sinalizações levam para a Arca as galerias que participam do evento apenas digitalmente, no Viewing Room. Nas exposições presenciais, os protocolos vigentes, como uso obrigatório de máscara, controle de capacidade de visitantes e distanciamento físico, são aplicados junto à obrigatoriedade da apresentação da carteira de vacinação. Além do público, toda a equipe do evento passa pelas mesmas regras sanitárias.

 

Foto Divulgação | Galeria Referência

Imersão provocadora dos Irmãos Campana

Imersão provocadora dos Irmãos Campana

A intrigante beleza dos móveis dos Irmãos Campana pode ser contemplada na exposição 35 Revoluções na reabertura do MAM

 

 

A estreia de “Irmãos Campana – 35 Revoluções” aconteceu em 14 de março, mas não foi possível prosseguir. A pandemia deixou o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) de portas fechadas por cinco meses. O confinamento não deixou os irmãos do design, Fernando e Humberto, parados. Participaram de exposições virtuais: a “Viewing Room “Nightscapes”, da Galeria Luisa Strina, e da primeira exposição digital do Museu Maxxi de Roma, “Casa Mondo”, exibida no Instagram (@maxxicasamondo), com colagens feitas por artistas durante a quarentena.

 

 

Agora eles estão de volta com a megaexposição que sintetiza os 35 anos de carreira. Reaberto desde 12 de setembro, de quinta a domingo, o MAM traz uma série de novidades: um cuidadoso protocolo de segurança sanitária para os visitantes, com diretrizes do Conselho Internacional de Museus (ICOM); novos horários e não há cobrança obrigatória de ingresso, que é garantido apenas online.

Em março, os irmãos Campana conversaram com a 29HORAS, falaram sobre suas diferenças e o trabalho conjunto, as inspirações na cultura e na biodiversidade brasileiras, as atividades sociais do instituto que dirigem, as criações no estúdio em São Paulo, além dos destaques da exposição.

 

O DNA da arte

 

Quando todos vão se acomodar para começar a entrevista, alguém percebe que não há cadeiras suficientes no escritório. É necessário ir a outra sala do prédio buscar mais uma. É muito engraçado pensar que, por um breve instante que seja, possa faltar cadeira ali, o lugar em que surgiram algumas das cadeiras mais famosas do mundo.

 

“É que está meio vazio por aqui, muita coisa já foi para o Rio”, desculpa-se Humberto. Parece até ironia, porque o imenso estúdio situado no bairro paulistano de Santa Cecília, a poucos metros do mastodôntico Minhocão, está abarrotado de materiais diversos. Em vários ambientes do grande espaço, muitos funcionários. Alguns deles trabalham ali há mais de dez ou vinte anos. Dependendo do estágio das montagens aos cuidados de cada um, pode ser até difícil entender que estão construindo móveis. Até mesmo depois de prontas, algumas peças vão desafiar os limites do que se convencionou chamar de móveis.

 

O Estúdio Campana é o quartel-general dos irmãos Humberto e Fernando Campana, dupla que revolucionou o design no país. E continua revolucionando. Quando explica que “muita coisa foi para o Rio”, Humberto se refere à imensa exposição aberta no Museu de Arte Moderna, que exibe a forte inovação e a intrigante beleza produzidas em 35 anos de atividade da dupla.

 

O maior evento dedicado a eles traz o olhar de uma curadora italiana, a ensaísta Francesca Alfano Miglietti. “É uma exposição jubileu, uma coisa de afeto. Nós somos netos de italianos. Queríamos uma curadora de arte. Todas as exposições que fizemos antes foram com curadores de design. Eu faço pontes entre design e arte, acho que a criação nesse século é plural”, explica Humberto.

 

A proposta é uma instalação. O visitante adentra uma floresta com colunas de palha de piaçava (fibras usadas na fabricação de vassouras e cabanas) e percorre seis salas temáticas: Pensamento, Amor, Sonho, Metamorfose, Segredos e Tempo. Ali estão peças icônicas e algumas inéditas. Contemplam muitos materiais e técnicas diferentes. Para Humberto, é uma imensa metáfora. “Vejo como um convite a olhar o meio ambiente com mais respeito.”

 

A dupla começou em uma época em que ninguém falava de sustentabilidade. “Eu nasci no interior, sou neto de fazendeiro, vivia na natureza. Meu pai era agrônomo, ele nos ensinou o amor à terra”, conta Humberto, o irmão mais velho, de 67 anos. Fernando completou 59 anos em maio.

 

“Há 15 anos nós plantamos 15 mil mudas de árvores nativas no nosso sítio”, prossegue. “Nesse verão eu plantei 800 para reposição. Sempre pensamos nisso. Começamos a fazer móveis para encontrar outras possibilidades. Na época se falava muito em madeira de mogno. Queria alternativas, montar cadeiras usando plástico bolha, bichinhos de pelúcia ou mangueiras de jardim.” Basta percorrer os galpões do estúdio para perceber como a variedade de materiais é vital. “O material, lembrando Pirandello, é como um personagem esperando um ator. Veja como tem coisas espalhadas aqui. Trago o que me interessa e vou convivendo com isso, esperando a ideia. Demora um pouco até a ficha cair. Às vezes demora um ano, às vezes dez anos.”

O início dessa viagem criativa veio do desejo de Humberto de largar a carreira no direito, em 1984. “Eu via as exposições que a Lina Bo Bardi fazia quando eu era advogado e aquilo me contaminava. Via os projetos do Burle Marx, aquele uso da flora do Brasil, e queria fazer algo assim.” Seu irmão, arquiteto, decidiu ajudá-lo. “O Fernando veio para ficar um tempo e está ficando até hoje”, brinca Humberto.

“Somos muito diferentes um do outro, mas essa diferença nos complementa. O Fernando fica na casa dele, é mais conceitual. Eu adoro o processo, fico com o artesão fazendo junto. E, com essa distância, às vezes o Fernando enxerga o novo onde eu não consigo”, diz Humberto, que vai ao estúdio todos os dias. Segundo ele, algo necessário para sua saúde mental.

 

Fernando não gosta de rotina. “Isso acaba comigo. Meu processo criativo é caótico e uma necessidade de estar em algum lugar diariamente destrói esse processo. Eu funciono de uma maneira mais livre, mais conceitual. Viajo bastante, assisto a filmes, vou a shows e todas essas experiências me trazem ideias. Então Humberto me conta sobre as experimentações que tem feito com materiais novos e aí acontece nossa alquimia. Gosto de chegar de surpresa no estúdio, ver as peças sendo produzidas e conversar com a equipe.”

 

Em 1989, a série de cadeiras Desconfortáveis fez barulho. Eram peças irregulares a ponto de indicar uma espécie de olhar punk para o design. Humberto diz que não queriam seguir os rumos ditados pela Bauhaus, escola de arte vanguardista alemã da primeira metade do século 20 e a maior expressão do que é considerado modernismo no design.

 

“Era um momento difícil, da saída da ditadura, veio tudo como um vômito. Detestei a faculdade de direito, fiquei cinco anos na São Francisco. Tinha dificuldade de me impor como designer. Eu comecei do nada, era artesão, sou artesão até hoje, com orgulho. Quando pensava na influência da Bauhaus, sabia que não poderia ser o único caminho. Somos escandinavos? Alemães? Então fomos buscar o que é o Brasil.”

Foi uma busca por imperfeição e extravagância. Estão na exposição no MAM duas peças antológicas da dupla, a Cadeira Vermelha e Poltrona Favela, fundamentais para a conquista de atenção mundial. “A Vermelha é acervo do MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York). As duas estão em vários museus pelo mundo. Creio que mostraram uma nova forma de projetar, com mais liberdade. Deixei de ser advogado para ser livre e ainda busco isso.”

 

Fica evidente que a obra dos Campana critica uma sociedade massificada, industrial. Há uma ponte clara entre o artesanal e o tecnológico. “Tudo o que fizemos é experimental, então é visto como novidade”, afirma Fernando. “Algumas coisas podem ter fugido ao nosso contexto de visão de design, mas olhando nossa trajetória, acho que temos coerência, sem seguir tendências. Seguindo mais nosso coração do que exigências do mercado.”

 

E o mercado acolheu muito bem o caminho inusitado dos Campana. Algumas unidades da Cadeira Vermelha chegaram a custar R$ 30 mil. A demanda do Estúdio Campana há muito tempo ultrapassa o mobiliário, trabalhando com moda, design de interiores, landscape. Eles têm parcerias com Alessi, Edra, Lacoste e Louis Vuitton, entre outras marcas. Fizeram coleções para a Tok Stok e ganharam extrema popularidade criando sapatilhas de plástico Melissa para a Grandene.

 

“Sempre que começo um projeto nunca penso em quanto ele vai custar. Posso ficar bloqueado. Temos peças feitas em edição limitada, de três, cinco, ou vinte unidades. Feitas manualmente, algumas levam de um a dois meses para a finalização. São vendidas em galerias de arte. Fazendo isso eu sustento meu estúdio, tenho orgulho de empregar 20 pessoas”, conta Humberto.

As peças atingem o lado infantil das pessoas. Poltronas e sofás feitos com bichos de pelúcia, plástico bolha ou isopor despertam a vontade de tocar. Humberto credita isso à infância no interior paulista. Ele nasceu em Rio Claro, e o irmão, em Brotas. “Eu fazia casas em árvores com bambu, o Fernando montava naves espaciais com mandacaru. Misturar o feito à mão com a tecnologia está em nós, o DNA Campana é essa coisa híbrida.”

Algumas pessoas brincam, questionando se é possível ficar sentado em todas as cadeiras e poltronas exuberantes dos Campana. Humberto diz que algumas coisas dão certo funcionalmente, enquanto outras não. Para Fernando, o funcional pode ser uma obra de arte. “Ao mesmo tempo, faço trabalhos sem preocupação nenhuma com funcionalidade, como as esculturas da coleção Cidadão, que estão na exposição no Rio”.

 

 

Em 2009, eles criaram o Instituto Campana, sustentado apenas pelo trabalho da dupla. A intenção foi preservar o grande acervo de obras e fazer trabalho social. Entre outras atividades, atuam com grupos de sem teto e dão aulas a crianças da favela do Moinho, de São Paulo.

“As crianças vêm aqui e ficam no galpão principal. Ali está cheio de material, papelão, plástico bolha, damos tudo isso”, conta Humberto, empolgado. “Antes nós íamos na comunidade. As crianças vivem uma realidade claustrofóbica. Então passamos a trazê-las para cá, levamos a exposições, fomos à mostra do Leonardo Da Vinci. O instituto é a grande aposta dos Campana para o futuro. “O design é uma ferramenta generosa. Posso falar com um estudante europeu, com uma bordadeira de Alagoas ou com um artesão de uma comunidade de São Paulo e transformar a vida de todos ao mostrar uma nova aplicação para coisas que eles já sabem fazer”, acredita Fernando.

 

“Eu quero deixar um legado, fazer uma escola dentro do instituto. Uma escola de marcenaria, de resgate de tradições manuais, de cestaria, bordado, serralheria”, diz Humberto. “E quero ser jardineiro. Eu adoro plantar!”

 


EXPOSIÇÃO IRMÃOS CAMPANA – 35 REVOLUÇÕES

MAM Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo

Quinta e sexta, das 13h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 18h., até 10 de janeiro

Venda online com valores sugeridos de R$ 20 para adultos e R$ 10 para estudantes e idosos

 

 

 

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Gastronomia

Felicidade que cabe numa marmitinha

Chef Giovanna Grossi, do restaurante Animus, embala em marmitinhas suas receitas reconfortantes e elaboradas com ingredientes da melhor qualidade

 

 

O Animus é o primeiro restaurante da chef Giovanna Grossi, principal nome do Bocuse D’Or no Brasil. Lá, ela prepara receitas de inspiração artística, com ingredientes em seu ápice, rigor técnico e apresentação caprichada. Agora nesses tempos de delivery, oferece marmitinhas com receitas comfort e algumas de suas criações. Tem picadinho de fraldinha, arroz, farofa de banana, couve e ovo confitado (R$ 25), moqueca de peixe e camarão com arroz, farofa de banana e tomate confitado (R$ 29), cordeiro com arroz cremoso de cogumelos, farofinha de bacon, coalhada artesanal e picles de cogumelos (R$ 27) ou ainda polvo e camarão em molho de laranja, com purê de batata doce picante assada e farofinha de bacon (R$ 35). Para os veggies, tem quinoa cremosa com caponata de berinjela, coalhada da casa e picles de cebola (R$ 22). Na seção dos parmegianas, tem bife de alcatra (R$ 24), filé de frango (R$ 20), berinjela (R$ 18) e camarão (R$ 26) – todos acompanhados de arroz com chips de batata. Rua Vupabussu, 347, Pinheiros, São Paulo, Pedidos pelo WhatsApp 98181-5270 ou pelo aplicativo Goomer.

 

Cinema

Crimes em série na serra e na telona
Thriller “Macabro”, sobre os assassinatos atribuídos a dois irmãos de Nova Friburgo nos anos 90, faz sua estreia no Brasil no autocine do Belas Artes, no Memorial.

Além de exibir clássicos da cinematografia mundial, como “Apocalypse Now”, “2001 – Uma Odisseia no Espaço” e “Cinema Paradiso”, o Belas-Artes Drive-In também está apresentando lançamentos nacionais. Exemplo disso é o thriller “Macabro”, dirigido por Marcos Prado e premiado nas mais recentes edições do Brooklyn Film Festival, em Nova York, e do Festival de Austin, no Texas. A trama do longa é inspirada na história real de Ibrahim e Henrique de Oliveira, os “Irmãos Necrófilos”, que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos de oito mulheres, um homem e uma criança, na Serra dos Órgãos, em Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro. O filme mostra o sargento Teo (Renato Góes) em sua busca pelos suspeitos até capturá-los, em meio a uma comunidade de imigrantes suíços, extremamente religiosa e conservadora, com histórico de abuso racial e violência. Confira os horários em www.cinebelasartes.com.br. Rua Tagipuru, s/nº, Memorial da América Latina (entrada pelo portão 2), São Paulo → Ingressos em www.sympla.com.br a R$ 65 para cada carro com até 4 pessoas.

 

Lanches

Onde o porco é cultuado como merece

Rede Porks inaugura na Augusta mais uma unidade de seus bares dedicados aos chopes artesanais e petiscos à base de carne suína

 

O Baixo Augusta acaba de ganhar mais uma filial da rede curitibana Porks, especializada em petiscos elaborados com carne suína e chopes artesanais. As 11 unidades da rede comercializam mensalmente 10 toneladas de carne suína, em sandubas, beliscos como as pururuquinhas Porkspoca, o Bei com Melado (tiras de bacon crocante cobertas por melado de cana) e o Torresmo de Tira. Entre os sanduíches do cardápio da casa, destaque para o Porks Bacon Burger (R$ 12, com burger de costelinha de porco, creme de cheddar e tiras de bacon crocante) e o Pernil Municipal (R$ 12, com pernil marinado por 12h e coberto com mozzarella e cheiro verde). Já nas novidades, vale citar o Pork Burrito (R$ 16), feito com tortilha macia recheada com pernil desfiado, queijo cheddar, sour cream, cebola caramelizada e chips de batata. Para essas gostosuras descerem ainda mais fácil, a Porks oferece uma grande variedade de chopes artesanais, com preços a partir de R$8. Sem garçons e serviço informal, a casa trabalha também com delivery. Rua Augusta, 1.292, Consolação, São Paulo. Pedidos para delivery pelo app Rappi.

 

Bar

Bons drinques em chinfrosas garrafinhas

Saudades de um birinaite, né, minha filha? Tudo bem, agora a alta coquetelaria do bar Negroni está disponível para delivery, assim como suas ótimas pizzas napolitanas!

 

O bar Negroni está oferecendo para entrega suas deliciosas pizzas napolitanas e, para acompanhar, vinhos e também alguns dos drinques de sua carta de bebidas. Entre os coquetéis engarrafados, destaque para o Negroni (gim, bitter italiano e vermute tinto), para o Rooibos (gim com infusão de rooibos sul-africano, bitter italiano e vermute tinto), Di Casa (gim, bitter italiano, vermute tinto e amaro) e o Caramel (gim com infusão de caramelo, bitter italiano e vermute tinto). Cada um deles é vendido em garrafinhas de 180 ml (suficiente para duas doses) e custa R$ 68. Já entre as cinco opções de pizzas do menu, os grandes hits são a Napolitana (de mozzarella com parmesão, tomate caqui, orégano fresco e azeitonas pretas, R$ 34), a de Abobrinha Italiana (com queijo de cabra, parmesão, limão siciliano e manjericão, R$ 41) e a de Presunto Cru (presunto cru, brie, parmesão, alecrim, radicchio e limão siciliano, R$ 47). Rua Padre Carvalho, 30, Pinheiros, São Paulo. De terça a domingo das 18h às 23h. Take away pelo telefone 2337-4855 e delivery pelo app iFood.

 

 

Comidinhas

Seu novo hambúrguer favorito

Ko Burger serve suculentos sandubas preparados com a saborosa e valiosa carne de gado bovino da raça wagyu

 

A KoBurger é uma hamburgueria que tem como diferencial só trabalhar com burgers de kobe beef de excelente procedência. Ainda assim, consegue cobrar preços absolutamente razoáveis – partindo de R$ 16. Isso só é possível porque um dos sócios, Henry Nakaya, é criador de gado wagyu. Ele comanda o negócio juntamente com os empresários Gustavo Quattrone e Eduardo Cocco. As receitas da lanchonete foram desenvolvidas pelo chef Thiago Gil, que ensinou a equipe a produzir no local todos os molhos e condimentos usados na preparação dos lanches. No cardápio, a estrela é o Chef´s KoBurger (burger 100% Kobe, maionese da casa, cebola caramelizada, queijo prato, alface, cebola roxa, bacon crocante e molho barbecue no brioche – R$ 25). Já o Japanese Burger é feito com burger 100% Kobe, maionese de wasabi, picles de pepino, queijo prato, shimeji no saquê, alface e molho oriental no pão australiano (R$ 26). Quem prefere algo mais básico deve pedir o KoBurger (burger 100% Kobe no pão de brioche – R$ 16). De sobremesa, ataque o brownie de Oreo ou o de Nutella (R$ 12). Para delivery, os pedidos devem ser feitos exclusivamente pelo app iFood. Rua Padre Garcia Velho, 83, Pinheiros, São Paulo, tel. 95203-6023.

 

Sobremesa

Pudins para adoçar o confinamento

Chef Morena Leite lança pudins tentadores e em vários sabores, exclusivos para o delivery de seu restaurante, o Capim Santo.

 

O restaurante Capim Santo, com um eficiente serviço de delivery de pratos quentes criados pela chef Morena Leite (como as moquecas e as tapiocas), agora investe também na entrega de pudins inteiros, em diferentes sabores, para serem compartilhados. Eles são oferecidos em quatro opções: tradicional (de leite), de chocolate, de doce de leite e de castanha do Pará. Cada um custa R$ 59 e serve, em média, 6 pessoas. Os doces são entregues em embalagens especiais, na própria forma em que são assados, para garantir a integridade do produto e preservar seu visual. Após receber, basta desenformar e servir. Os pedidos devem ser feitos com antecedência de pelo menos 1 dia.
Avenida Brig. Faria Lima, 2.705 (Museu da Casa Brasileira), Jardim Europa, São Paulo. Pedidos pelos tels. 3816-0745 e 98189-0082 ou pelos aplicativos iFood, Rappi e Uber Eats.

 

 

 

Artes Plásticas

Exposição sem sair do carro

Na cidade onde o automóvel é o melhor amigo do homem, galerista promove mostra de pinturas para ser observada sem que seja necessário sair do veículo

A DriveThru.Art é uma exposição de arte em formato drive thru que reúne obras de 18 artistas de diferentes gerações, técnicas e pesquisas no galpão da Arca, na Vila Leopoldina. O espaço, com mais de oito mil metros quadrados, recebe até o dia 9 o projeto idealizado pelo galerista Luis Maluf juntamente com Mauricio Soares e Mário Sérgio Albuquerque. A visitação deve ser feita a bordo do seu carro, por conta do distanciamento  social imposto pelo atual cenário da pandemia. Com hora marcada, os automóveis percorrem um circuito criado por entre obras de artistas que trabalham em torno de questões contemporâneas, como a representatividade das mulheres negras e a urgência da preservação do meio ambiente. São pinturas, vídeos e fotografias de Acidum Project, Apolo Torres, Crânio, Criola, Edu Cardoso, Felipe Morozini, Gian Luca Ewbank, Hanna Lucatelli, Juneco Marcos, Luiz Escañuela, Nathalie Edenburg, Patrick Rigon, Raquel Brust, Ruas do Bem, Thasya Barbosa, Vermelho Steam, Vinicius Meio e Vinicius Parisi. “Em comum, eles apresentam pesquisas conectadas ao espírito do nosso tempo”, explica Maluf . Avenida Manuel Bandeira, 360, Vila Leopoldina, São Paulo, até o dia 9 de agosto, das 13h às 21h. www.drivethru.art

PF com grife

Batista vivencia seus dias de Chef

Com menu enxuto de receitas caseirinhas e muito bem executadas, o braço direito de Claude Troisgros trabalha com cinco opções disponíveis exclusivamente para delivery.

 

Enquanto o chef Claude Troisgros não inaugura seu pied-à-terre paulistano, o espaço onde em breve vai funcionar o restaurante Chez Claude vem servindo para que o cozinheiro paraibano Batista, seu braço direito há 38 anos, mostre seus talentos. No cardápio do DoBatista, que só trabalha em sistema de delivery com pedidos pelo aplicativo iFood, dá para escolher entre feijoada, galinhada com angu, picadinho e estrogonofe, tudo muito bem temperadinho e embalado em práticas caixas de papelão impermeável. A comida é deliciosa, feita com sabor e com alma, em porções que saciam e não empapuçam, perfeitas para o almoço ou para o jantar. A quinta
opção do cardápio é o penne do Claude, com tirinhas de filé mignon. O preço camarada é o mesmo para qualquer uma dessas alternativas: R$ 38. Ah, e não deixe de experimentar uma sobremesa que certamente vai entrar na sua lista de prediletas: os dadinhos de tapioca polvilhados com açúcar e canela e prontos para serem mergulhados em doce de leite cremoso. Hummm…Rua Prof. Tamandaré Toledo, 25, Itaim, São Paulo, tel. 3071-4228. Pedidos pelo aplicativo iFood.

 

 

Kimpton Carlyle Hotel, em Washington, D.C., oferece aos hóspedes mostras de arte temporárias

Kimpton Carlyle Hotel, em Washington, D.C., oferece aos hóspedes mostras de arte temporárias

Você pode não saber, mas Washington, D.C., a capital dos Estados Unidos, pode ser considerada um dos destinos mais culturais do mundo. São dezenas de museus apenas nos arredores do National Mall, parque onde se encontram os principais atrativos da cidade, como a Casa Branca e o Capitólio. Outras diversas galerias de arte se espalham pelas charmosas ruas e tomam conta também das paredes nos corredores e aposentos de hotéis.

Fachada do Kimpton Carlyle Hotel

Os espaços do Kimpton Carlyle são valorizados por obras de arte. Foto: Divulgação

O Kimpton Carlyle Hotel, na região de Dupont Circle, não é diferente. Com uma estrutura de hotel boutique e um décor elegante, com poucos e espaçosos quartos, o Kimpton se destaca pelas artes expostas e pela estrutura completa – inclusive por uma pequena cozinha equipada. A um elevador de distância, o restaurante The Riggsby oferece o melhor da gastronomia e coquetelaria americana com influência europeia.

O conceito artístico vai além das habitações. O hotel costuma apresentar exposições temporárias em seu lobby – com um quê de sala da estar. Elas valorizam a cultura e artistas locais. Até fevereiro de 2020, uma mostra trará cores à área de convivência. Ela é resultado de uma parceria entre o hotel e The Phillips Collection, galeria de arte moderna a minutos de caminhada dali, e se inspira em obras da Escola de Cores de Washington do acervo fixo do museu, um movimento abstrato e expressionista do final da década de 1950.

Peças de John Grunwell, Jeremy Flick, Christine Ruksenas-Burton, entre outros, estarão expostas no lobby e disponíveis para compra. Vale dizer que o luxo e a arte se conectam de forma especial, compartilhando valores como excelência, singularidade, criatividade e paixão.