No AquaRio, mostra “Uma Janela para o Oceano” reúne fotos subaquáticas feitas por Rodrigo Thomé

No AquaRio, mostra “Uma Janela para o Oceano” reúne fotos subaquáticas feitas por Rodrigo Thomé

As 68 fotos subaquáticas feitas por Rodrigo Thomé e expostas no AquaRio encantam e ajudam o espectador a entender a urgência e a importância da preservação dos oceanos

As fotos subaquáticas do fotógrafo e documentarista Rodrigo Thomé compõem a mostra “Uma Janela para o Oceano”, em cartaz no AquaRio. São imagens belíssimas, que exigem fôlego e transportam o espectador a um mundo maravilhoso que precisa ser desvendado. Thomé capitania, ao lado do também documentarista Rodrigo Cebrian, o projeto EUceano, do qual a mostra faz parte. As 68 fotos ajudam a conectar as pessoas com o mar em toda sua imensidão e propiciar mais conhecimento para que se entenda a relevância e a urgência da sua preservação.

 

foto divulgação

 

“O meu objetivo é levar o oceano às pessoas, utilizando imagens, vídeos e ações práticas que criem conhecimento, empatia e amor pelo mar”, reitera o artista que acredita que a mais complexa “missão” do mar é a de conquistar a empatia da humanidade e desfazer a ideia descabida que os mares são o lar de mistérios e medos, um ambiente inóspito povoado por criaturas monstruosas, que só pode ser desafiado pelos mais corajosos e fortes.

AquaRio
Praça Muhammad Ali, s/ n°, Gamboa.
Tel. 21 3900-6670.
Ingressos a partir de R$ 99.

Mar de pixels transformado em criptoarte na exposição “Década dos Oceanos – 1ª Mostra Nacional de Criptoarte”, no CCBB

Mar de pixels transformado em criptoarte na exposição “Década dos Oceanos – 1ª Mostra Nacional de Criptoarte”, no CCBB

Artistas digitais expõem no CCBB obras que funcionam como um manifesto sobre as questões de sustentabilidade e coexistência que são urgentes desafios para os oceanos

Até o final de fevereiro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta a exposição “Década dos Oceanos – 1ª Mostra Nacional de Criptoarte”, evento imersivo e reflexivo que propõe uma abordagem profunda sobre a intersecção entre o mundo contemporâneo e o futuro, com foco em um planeta ecossistêmico, interdependente, hiperconectado e tecnológico, mas enfrentando desafios de coexistência e sustentabilidade. A exposição, em linha com a iniciativa da Unesco para a Década dos Oceanos, entre 2021 e 2030, destaca a importância de novos aplicativos, serviços e filtros que esclareçam os problemas globais dos oceanos para o público. No total, a mostra reúne obras de 27 artistas digitais que usam a plataforma blockchain para a validação da sua produção, como Monica Rizzolli, Eduardo Kac, Giselle Beiguelman, Marlus Araujo, Vitoria Cribb e Lucas Bambozzi.

 

foto divulgação

 

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66, Centro.
Tel. 21 3808-2020.
Entrada gratuita.

Sampa Sky inaugura dois novos decks de vidro e é ideal para celebrar o aniversário de São Paulo do alto

Sampa Sky inaugura dois novos decks de vidro e é ideal para celebrar o aniversário de São Paulo do alto

Com o objetivo de tornar a experiência ainda mais inesquecível, Sampa Sky acaba de dobrar a sua área com a inauguração de dois novos decks de vidro

Completando dois anos de atividades, o mirante Sampa Sky já recebeu cerca de 300 mil visitantes do mundo todo em busca de uma vista única do skyline da cidade. Com o objetivo de tornar a experiência ainda mais inesquecível, o local acaba de dobrar a sua área (de 700 m² para 1.400 m²) com a inauguração de dois novos decks de vidro instalados no lado oeste do Edifício Mirante do Vale, que proporcionam uma vista de 360 graus. A entrada, no 42º andar, também foi totalmente renovada e agora abriga um painel multicolorido criado pelo artista de rua Lobo. O novo corredor de acesso aos decks foi criado no formato de exposição permanente – nomeado “Um Olhar de Dentro para Fora da Maior Cidade do Brasil” –, em parceria com o Museu da Imigração do Estado de São Paulo e o Instituto Moreira Sales.

 

foto divulgação

 

Sampa Sky
Praça Pedro Lessa, 110, Centro.
De terça a sexta, das 11h às 18h30; sábados e feriados, das 9h às 19h; e aos domingos, das 9h às 17h.
Ingressos de R$ 50 a R$ 180.

A fantasia de Carnaval como obra de arte na expo “Corpo Popular”, no Paço Imperial

A fantasia de Carnaval como obra de arte na expo “Corpo Popular”, no Paço Imperial

Exposição em cartaz no Paço Imperial apresenta o movimento dos corpos dos foliões fantasiados no Carnaval como a exibição de uma modalidade artística que funde elementos da escultura, da pintura e da dança

“Corpo Popular” é uma exposição que revela o processo de construção artística das fantasias de Leandro Vieira nos dez desfiles que criou para o Carnaval carioca. Em cartaz até o dia 25 de fevereiro no Paço Imperial, a mostra apresenta o Carnaval como uma espécie de museu em movimento. “A exposição debate a fantasia de Carnaval como uma modalidade artística que está em diálogo com outras linguagens, como a pintura, a escultura, o desenho e, é claro, a performance de canto e dança dos foliões. A mostra enfatiza a fantasia como uma união de imagens em trânsito nos desfiles. Quando um artista como Leandro desenha uma imagem ou se apropria de outras que lhe são afetivas para criar uma fantasia, transforma o corpo em movimento do folião na galeria de arte onde aquelas imagens vivenciam, de modo efêmero, o seu apogeu”, explica a curadora Daniela Name.

 

Croquis de Leandro Vieira – foto divulgação

 

A mostra reúne instalações, vídeos, fotos, projetos em técnicas distintas (aquarela, hidrocor e nanquim), paletas têxteis, fac-símiles, uma maquete e a reprodução em grandes dimensões de um croqui inédito para o desfile da Imperatriz Leopoldinense em 2024.

Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48, Centro.
Tel. 21 2215-2093.
Entrada gratuita.

Casa Roberto Marinho abriga exposição “Angelo Venosa, Escultor”, que reúne 85 trabalhos

Casa Roberto Marinho abriga exposição “Angelo Venosa, Escultor”, que reúne 85 trabalhos

Exposição “Angelo Venosa, Escultor”, na Casa Roberto Marinho, traça uma panorâmica da obra desse artista nascido em São Paulo, mas que viveu e produziu suas esculturas mais importantes no Rio

Até o dia 12 de novembro, a Casa Roberto Marinho apresenta a exposição “Angelo Venosa, Escultor”, que reúne 85 trabalhos produzidos entre 1970 e 2021, quando finalizou suas últimas obras antes de morrer, em outubro de 2022. Venosa teve pouca influência das experiências neoconcretas tridimensionais que privilegiavam o plano e não o volume. Ele fazia uma abordagem heterodoxa dos elementos clássicos da escultura: o volume, a massa, o peso. Suas obras resultam de uma artesania própria, que enfatiza o volume, a presença física entre uma forma abstrata ou representação de uma entidade orgânica. Ao longo de cinco décadas, ele utilizou materiais como bronze, mármore, aço, madeira, ossos, piche, areia, gesso, cera de abelha, bandagens, galhos, fibra de vidro, tecidos e arame. Apesar do aspecto artesanal de sua obra, o escultor sempre esteve atento às tecnologias digitais e, em seus últimos anos de vida, incorporou a impressão 3D à sua rotina, no ateliê que mantinha no bairro do Jardim Botânico.

 

foto divulgação

 

Casa Roberto Marinho
Rua Cosme Velho, 1.105, Cosme Velho.
Tel. 21 3298-9449.
Ingressos a R$ 5 ou R$ 10 (entrada gratuita às quartas-feiras).