O que é propósito de marca e por que ele tão importante para a sua empresa?

O que é propósito de marca e por que ele tão importante para a sua empresa?

Para descobrir a essência e as intenções de sua empresa, é necessário olhar para dentro e, assim, não perder oportunidades nas transformações digitais

Para quem acredita que propósito é apenas “um conceito de marketing útil para palestras, livros e artigos” – e nada aplicável à sua empresa – penso que, ao ler os parágrafos abaixo, a sua percepção vai mudar, pois uma coisa eu te garanto: propósito é dinheiro na mesa! Um estudo da Troiano Branding mostrou que as 60 empresas mais bem listadas na Bolsa de Valores têm uma intenção clara e bem explicada para os consumidores, ou seja, não ter propósito pode fazer a sua empresa perder negócios.

Propósito não é frase bonita na parede da sala de reunião, mas, sim, atitude de marca! Pessoas desejam marcas que tenham posicionamentos, do contrário, sua empresa será mais uma na imensidão de seu segmento, sem nenhum valor agregado; perceba que no mundo do entretenimento, por exemplo, pessoas com atitude se sobressaem àquelas que não a tem.
Segundo o empresário Jaime Troiano, “marcas sem propósito, são marcas sem alma”, e dessa forma simples ele resume uma grande verdade do marketing moderno, algo que a Transformação Digital trouxe com as novas perspectivas para o universo do engajamento, entendimento, pesquisas, análises, tecnologias, comportamentos e, claro, vendas.

Para mim, a principal evolução se dá no direcionamento das estratégias: no começo era o marketing voltado ao mercado, em que se entendia a demanda e, então, criava-se o produto. Depois, o marketing se voltou ao produto, e esse era o centro de tudo. Hoje, a marca e seu propósito se destacam.

 

Propósito de marca | empresa - Foto iStockPhoto

Foto iStockPhoto

 

E o propósito não se cria, ele é descoberto! Nós, profissionais de branding, somos grandes “Indiana Jones”, pois tudo o que precisamos para construir e posicionar uma marca está dentro da empresa, basta escavar. A intenção e a essência se encaixam nisso, em ir a fundo para achar, e não é falando com duas ou três pessoas que você vai descobrir.

Existem algumas perguntas básicas para chegar às intenções da marca: uma, prática, é “Por que, um dia, o(a) fundador(a) dessa empresa acordou e pensou em criar essa marca?”; outra, mais romântica, é: “O que o mundo perde se a sua empresa desaparecer?” E, por fim: “O que a sua empresa faz para mudar o mundo?” São perguntas abertas e ajudam a desvendar os propósitos.

Dos mesmos criadores do Zé Delivery, aplicativo Nana Delivery, pretende expandir operações no Brasil

Dos mesmos criadores do Zé Delivery, aplicativo Nana Delivery, pretende expandir operações no Brasil

O aplicativo de mercado “rápido e barato” capta rodada de investimentos liderada pelos fundos estrangeiros Canary e Maya Capital e planeja ampliar o projeto para outras cidades do país

A pandemia consolidou as compras de mercado feitas por meio de aplicativos. Depois de dois anos, a disputa, agora, é entre qual tecnologia entrega os produtos de forma mais rápida, oferece os melhores preços, além de boas facilidades na palma da mão. Criada no segundo semestre de 2021, a Nana Delivery, dos mesmos criadores do Zé Delivery, recebeu investimentos internacionais de US$ 3,6 milhões para expandir suas operações, iniciadas em Belo Horizonte.

“Os últimos anos aceleraram a adoção de soluções digitais, e acreditamos que isso abriu espaço para uma revolução nas compras de supermercado, que é um processo bem inconveniente para muita gente”, reflete Mariana Assis, diretora de pessoas e cofundadora da startup. Para usar o serviço, basta baixar o aplicativo da Nana no celular, escolher os produtos e fechar o pedido, recebendo a entrega em poucos minutos, com frete grátis. E para fazer tudo funcionar, a empresa tem uma rede de lojas fechadas (“dark stores”) – operação que permite armazenar produtos perto dos consumidores e ter dedicação exclusiva para entregas online, garantindo que a seleção de produtos e o envio sejam feitos rapidamente.

Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o varejo alimentar correspondeu, em 2020, a 7,5% do PIB nacional, com faturamento de meio trilhão de reais. No entanto, a vasta maioria dessas vendas ainda acontece no mundo físico. “Nosso grande objetivo é reverter esse cenário e tornar a conveniência acessível e barata para todas as pessoas, independente de classe social ou região que a pessoa mora.”

Com operações em quase toda a capital mineira, os sócios querem expandir o projeto. “Estamos muito felizes com esse início em Belo Horizonte. É uma das maiores capitais do Brasil e é uma ótima cidade para testarmos inovações que queremos levar para os consumidores, com comportamento parecido com outras grandes cidades do país”, afirma Lucas Montez, diretor de produto e cofundador da Nana Delivery.

 

Da esquerda à direita, Gustavo Fino, Lucas Montez, Rodrigo Vasconcelos e Mariana Assis, fundadores do Nana Delivery – Foto Gustavo Andrade

 

Efervescência digital, com recentes investimentos em tecnologia no mundo, evidencia oportunidades para o mercado de criptomoedas

Efervescência digital, com recentes investimentos em tecnologia no mundo, evidencia oportunidades para o mercado de criptomoedas

Nos últimos dois anos – em meio à pandemia e à instabilidade política no Brasil – muitas orientações sobre como investir mudaram. A desvalorização do real, as oscilações na Bolsa de Valores e as consecutivas altas na taxa Selic ora direcionam a atenção para a renda variável ora para a renda fixa. Fortalecido por representar uma opção mais livre dessas influências e por diversificar a carteira de investimentos, o mercado de criptomoedas se mostra vantajoso.

“O bitcoin surgiu justamente como resposta à crise norte-americana de 2008, e evidenciou que há outra forma de investir para além da tradicional, baseada em regras precisas de algoritmos que não estão à mercê de decisões de governos e das pessoas”, explica Fabricio Tota, diretor do Mercado Bitcoin – maior Plataforma de Criptomoedas e Ativos Digitais da América Latina. Em um cenário de alta na inflação e ativos desvalorizados, as aplicações em criptomoedas se tornam necessárias para retornos mais atrativos.

 

Fabricio Tota | Diretor do Mercado Bitcoin

 

Com o mercado volátil, outras moedas virtuais surgem diversificando a oferta de criptos. “O bitcoin é o grande marco e ainda há muito por acontecer, mas é interessante enxergar que determinadas inovações não serão superadas e a moeda virtual é um conceito, que está mudando as transações financeiras”. Para os próximos meses, as projeções mostram ainda muito espaço ao crescimento de criptomoedas, já que outros campos digitais, como jogos e até o metaverso, colocam esses ativos como oportunos.

E a segurança e a regulação na mineração de moedas virtuais avançam rapidamente. “No Mercado Bitcoin, aderimos ao COAF (Conselho Controle de Atividades Financeiras), para rastrear qualquer transação suspeita, e estimulamos a educação financeira”. Entre os principais conselhos para investir de forma segura em criptomoedas, está conhecer a fundo a plataforma de investimento – assim como se faz com qualquer serviço – além de ouvir especialistas sobre oportunidades de ganho de acordo com as demandas do investidor e olhar a longo prazo para essas aplicações a fim de conseguir retornos consistentes no futuro.

 

FOTOS DIVULGAÇÃO | ISTOCKPHOTO

 

Branded Content by Mercado Bitcoin e 29HORAS

Inovação estratégica é o agora!

Inovação estratégica é o agora!

Seja no universo corporativo, nas nossas profissões ou mesmo no nosso cotidiano, uma coisa é inquestionável: a inovação faz parte das nossas vidas.

É possível que estejamos vivendo um dos momentos mais inovadores na história da sociedade global, fruto da explosão tecnológica das últimas três décadas em que o conhecimento se tornou fluido e acessível a praticamente todo indivíduo conectado à internet.

Este efeito trouxe dados e informações a bilhões de indivíduos nos quatro cantos do planeta, permitindo que seu processo de aprendizado se tornasse fluido e constante através do chamado Lifelong Learning, mas especialmente fazendo com que a tomada de decisão individual se tornasse cada vez mais volátil, influenciando a preferência e decisão de consumo de pessoas várias vezes ao dia, todos os dias.

E o tema inovação passou a ser pauta frequente de conversas e discussões informais, estudos acadêmicos, mas especialmente de estratégias de negócios em corporações.

 

 

Mas a inovação nas corporações não é mais como antigamente, apenas baseada nas tradicionais iniciativas de inovação fechada (ex.: P&D) e de melhoria contínua (ex.: ver e agir), pois o mundo mudou rapidamente, e há alguns anos a inovação ganhou novas definições muito mais complexas – como a inovação aberta – criando um terreno amplo e fértil para a cocriação, cooperação e colaboração de talentos dentro e fora dos limites das empresas.

Assim inovação se tornou tema central de discussões em reuniões de conselhos de administração e diretorias, com inúmeras possibilidades para se inovar, todas aparentemente urgentes, mas as corporações literalmente não dispõem de recursos e talentos ilimitados para fazer frente a tantas demandas de inovação, por isso inovar de forma estratégica pode fazer toda a diferença.

Assim, a inovação estratégica se tornou um tema relevante a ser adotado por executivos da alta gestão das companhias que buscam ser ainda mais assertivos nos seus conjuntos de decisões e definições de prioridades para direcionar e engajar seus talentos a transformarem a corporação em todas as áreas, gerando melhoria de performance e competitividade através de novos produtos, serviços, processos ou modelos de negócios que, quando cocriados colaborativamente, geram novas experiências e maiores percepções de valor por seus clientes e consumidores.

Se você deseja se aprofundar neste tema, acesse esse link e confira esse conteúdo sobre inovação estratégica completo e na íntegra.

 

Produção de vacinas é a nova missão do agronegócio

Produção de vacinas é a nova missão do agronegócio

Pesquisadores do mundo todo – ou pelo menos dos países que acreditam e investem em Ciência – estão usando a engenharia genética e a biologia sintética para produzir remédios e vacinas em plantações, transformando vegetais em verdadeiros biorreatores naturais.

 

Foto Divulgação

 

No Canadá, por exemplo, a empresa Medicago está realizando os testes clínicos de uma vacina sintetizada em plantas para combater a Covid-19. O imunizante imita a camada externa do vírus para estimular a resposta imunológica em humanos e foi desenvolvido em apenas três semanas usando técnicas da chamada “agricultura molecular”. Voluntários brasileiros estão participando desses testes, que foram autorizados pela Anvisa. Os testes das fases 1 e 2 já demonstraram que ela é segura. Na fase 3, será avaliada a eficácia do imunizante. A Medicago é líder em tecnologia à base de plantas e, em 2009, produziu uma vacina contra o H1N1 em apenas 19 dias!

Surgida em 1986, a agricultura molecular ganhou impulso na década passada, quando o Food and Drug Administration (FDA), órgão equivalente à Anvisa nos Estados Unidos, aprovou a primeira proteína terapêutica derivada de plantas para a utilização em humanos.

Outra possibilidade que se abre com essas técnicas da agricultura molecular é o desenvolvimento de biomedicamentos comestíveis. As pessoas com diabetes poderão comer pêssegos geneticamente modificados e aposentar as injeções de insulina. Ou, em vez de tomar no braço uma vacina contra a gripe, as pessoas só terão de beber um suco imunizante feito com laranjas com genes “editados”.

Prosa rápida

Emprego no campo
O número de pessoas ocupadas no agronegócio em junho deste ano foi de 18 milhões, um aumento de 7,9% ante os 16,73 milhões de 2020, segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura da USP, em Piracicaba. Todos os segmentos tiveram alta no número de ocupados, mas o avanço principal foi registrado na pecuária.

Diversificação
A Camil acaba de fechar a aquisição da marca de café Seleto, que pertencia à JDE Brasil, dona de outras marcas, como Pilão, Pelé e Moka. O valor da transação não foi informado. A Camil é uma tradicional produtora de arroz e feijão, e recentemente adquiriu a companhia de massas Santa Amália por R$ 260 milhões, em um claro movimento de diversificação de seu portfólio.

Vacas loucas
O Ministério da Agricultura confirmou dois casos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (doença da vaca louca) em frigoríficos do Mato Grosso e Minas Gerais. Por causa disso, as exportações de carne bovina para a China (o maior importador desse produto) foram temporariamente suspensas. A Secretaria de Defesa Agropecuária já confirmou que esses dois casos são isolados e atípicos. Nos últimos 25 anos, apenas seis casos dessa doença foram registrados no país. Essas duas ocorrências de agora se referem a vacas de idade já avançada e de descarte, que não eram mais úteis na produção de bezerros ou de leite.