O mais brasileiro dos chefs franceses, Erick Jacquin inaugura o restaurante italiano LVTETIA

O mais brasileiro dos chefs franceses, Erick Jacquin inaugura o restaurante italiano LVTETIA

A única menção à Lutetia é encontrada nos “Comentários sobre as Guerras Gálicas”, de Júlio César. Foi o nome que o Imperador Romano usou para o povoado onde se encontravam os Parisii (celtas da Idade do Ferro), que viviam em uma ilha no rio Sena. Se os historiadores aproveitaram a deixa para associá-la à Île de la Cité, tornando a maior ilha de Paris o local de nascimento da cidade, Erick Jacquin recorreu ao lado místico que o passado costuma arrastar consigo. Elegeu o nome porque quer fazer história com sua interpretação da Itália.

Aberto em meados de dezembro, o Lvtetia (com “v” mesmo) fica a poucos passos do concorridíssimo Président e é o quarto restaurante (há antes o Ça-Va e o Buteco do Jacquin) do mais querido dos jurados do ‘MasterChef’, aberto no breve espaço de dois anos – ou de meses, se incluirmos uma pandemia no meio. Seria sua estratégia de guerra?

A bem dizer, como o general, Jacquin tem uma habilidade de mobilização impressionante: cativa clientes, sócios e o staff como soldados de sua brigada e, quando desce ao front, é para brilhar. Há poucos dias, seu principal campo de batalha era o Président. Ali, o chef se expõe como na tela da TV, visto que a cozinha faz parte do salão. Chega a receber mais de uma centena de comensais em um único expediente e a tirar foto com quase todos eles, pacientemente. Até porque quem não paga o serviço aos garçons não ganha selfie para postar.

 

Recém-inaugurado LVTETIA - Foto: Junior Estruc

Recém-inaugurado LVTETIA – Foto: Junior Estruc

 

“Outro dia veio um casal não sei de onde. Longe. De ônibus. Eles trabalhavam em cozinha e queriam comer a minha comida. Dividiram entrada, prato e sobremesa. Pagaram o serviço. Quando eu cheguei, eles pediram uma foto e contaram isso. Mandei voltarem para a mesa e fiz um menu degustação. Completo”, expõe. Ao invés de se gabar, o francês da pequena Dun-Sur-Auron estava apenas enfatizando o papel visceral que a restauração continua a ter em sua vida. E, sim, ela depende da culinária, mas não sobrevive sem o salão. É exatamente esse binômio a grande preocupação de Jacquin com o seu caçula.

No dia 7 dezembro, no primeiro teste oficial da casa, o chef não entendeu o que os garçons faziam de suspensórios e gravata borboleta verde, camisa branca e avental vermelho. Em seguida, ficou maluco quando viu a pouca afinidade deles com o menu, ainda que esse não fosse o oficial… “Tudo bem, a Itália é o Brasil da Europa, mas aqui não é cantina, gente!”

Moderno, o Lvtetia tem mesmo um sotaque singular. Como sua própria dicção, no começo da conversa, beira a ininteligibilidade para repentinamente se autoexplicar.

 

Salão do LVTETIA - Foto: Junior Estruc

Salão do LVTETIA – Foto: Junior Estruc

 

Outros significados

Já entre as explicações não dadas está o porquê de abrir um “italiano”. Em 1994, Jacquin chefiava um restaurante estrelado nos arredores de Paris quando um comensal lhe disse: “Eu vou mudar a sua vida e você vai ser rico. Venha comigo para o Brasil”. O clarividente em questão convenceu o cozinheiro sem muito esforço. Tratava-se de Vincenzo Ondei, falecido em 2020, um restaurateur italiano que, além da lábia, tinha a paixão pela França e o extinto Le Coq Hardy, no Itaim. A seu convite, antes de aterrissar em São Paulo, Erick passou dois meses a flanar pela Itália. Mais do que se bronzear na Costa Amalfitana ou se esbaldar com os vinhos na Toscana, teve a chance de mergulhar na consciência gastronômica coletiva do país.

Foi assim que o rapaz prestes a completar 30 anos entendeu o valor que os italianos davam aos produtos, ao frescor, à simplicidade. Fazer pasta em casa, fritar uma alcachofra ou uma abobrinha, preparar um molho de tomate, brasear uma carne pouco nobre, admirar uma polenta. Tudo o que parecia na melhor das hipóteses modesto ganhou um outro significado.

Junto à saudade do “pai Ondei”, é essa essência vivenciada que vem à tona no cardápio do Lvtetia. É, se necessário, saber abrir mão do creme de leite, do queijo e da manteiga; é servir um carpaccio como manda a tradição; é inventar um risoto de escargot em que os caracóis são feitos à moda florentina e o arroz allo zafferano, como mandam os milaneses.

É também escolher ingrediente por ingrediente e, se preciso, desenvolver o seu próprio, caso da mozzarella fresquíssima de búfala, “mozzata a mano”, que não vem da região da Campânia, porém, segue os mesmos preceitos no interior paulista, no laticínio Búfala Almeida Prado.

 

Bar do LVTETIA - Foto: Junior Estruc

Bar do LVTETIA – Foto: Junior Estruc

 

 

Em contrapartida, Jacquin não hesita em provocar: abre a massa tão finamente quanto o mais delicado dos gyozas, mistura foie gras e salmão defumado em uma salada e é capaz de juntar num mesmo prato capeletti, tortelli e raviólis e, lógico, não os esconder com nenhum tipo de molho.

Pois é, genialidade à parte, polemizar é seu estimulante natural. Vai daí que, contrapõe as costas do Papa a Obelix e Asterix, e não brinda a inauguração do “ristorante” com prosecco nem com negroni, mas com Lillet.

Com uns goles a mais do licoroso aperitivo francês, ele confessa o cansaço: “Hoje a gente tem quatro restaurantes, tem que aguentar. Eu já trabalhei sem energia. Na Rua Bahia (onde ficava a extinta Brasserie Erick Jacquin) às vezes caía a luz e a gente não reclamava. O que você faz? Você vende coisa fria, steak tartar, um carpaccio, coisa que não vai na chapa, um peixe que vai no forno. Hoje temos toda a estrutura. Quando vejo o cara estourar no telefone com o cliente porque tem muita reserva, não acredito. Que merda é isso? Vai embora.”

Encontro perfeito

Passional até dizer chega, se hoje o chef abre mais um empreendimento não é porque esqueceu como é fechar. Ao contrário: “A gente vendia o almoço para fazer o jantar, a gente não tinha nada. Eu comprava o vinho no empório da frente com o cartão de crédito do sommelier. Minha mulher acordava às 4h da manhã para fazer o café da manhã do flat em que ficava o restaurante para ajudar com as contas. Se a gente precisava de 15 pães para o buffet, a gente comprava cinco e dividia em 15. A vida estava desse jeito.”

Por sete anos, Jacquin cozinhou como um louco, mas em casa. Recusou todos os convites para emprestar o seu nome a bistrôs e restaurantes espalhados pelo Brasil. Até que conheceu o seu sócio, Orlando Leone. De cliente que “os santos se cruzaram”, o empresário de peças de motocicleta tornou-se um amigo: “Passei a comer na casa dele ou a gente ia para a praia, fumava charuto. Um dia falei: pô, um chef com a sua qualidade não pode ficar sem um restaurante.”

 

Erick Jacquin no LVTETIA – Foto: Junior Estruc

Erick Jacquin no LVTETIA – Foto: Junior Estruc

 

O francês repetiu o discurso que vinha dando: nunca mais teria um restaurante. Passados mais dois anos, Leone voltou com a conversinha. Desta vez, ouviu: “O dia em que eu pagar minha última ação trabalhista, eu posso entrar nessa”. Eis que um domingo os dois estão à beira mar: “Paguei minha última ação trabalhista”. Silêncio. “Você não entendeu o que eu falei? Eu paguei minha última ação trabalhista”. Foi o tempo de abrirem alguns champagnes, subirem a serra e, na manhã seguinte, começarem a procurar um ponto.

O lugar que abrigava uma loja de sapatos na Rua da Consolação, nos Jardins, caiu nas graças de ambos. A insistência dos dois garantiu o imóvel do Président e a simpatia do proprietário, coincidentemente ou não, o mesmo do antigo Bar Numero, onde hoje está o Lvtetia.

“É uma união bem bacana, abrimos um restaurante e depois de quatro meses veio a pandemia. Na pandemia apareceu o Ça-Va. Este ano veio o Buteco do Jacquin, agora o Lvtetia. A gente soube dividir, eu com administração e finanças, ele com a gastronomia”, resume o sócio. É de se esperar que tenha mais, não é mesmo? E tem: a dupla iniciou a obra de uma steak house no complexo Helbor Wide, na Avenida Rebouças. A ideia é avaliar o modelo para franquear e, concomitantemente, fazer o mesmo com o projeto de um café. “A gente não vai parar não, a gente vai seguir muito em frente” – palavra de Monsieur Jacquin.

 

Birosca S2 traz modernidade à tradicional gastronomia mineira

Birosca S2 traz modernidade à tradicional gastronomia mineira

Assim como os Novos Baianos renovaram a cena musical de Salvador, três jovens chefs de Belo Horizonte trazem modernidade à tradicional gastronomia mineira

“Um desafio de serenidade”. A alusão a Guimarães Rosa move Caio Soter. Ao trocar o direito tributário pela cozinha, o chef caiu em uma bela emboscada – a de preparar alimentos, servir histórias e nutrir almas. Em três anos, empreendeu na produção de carnes dry aged, participou do programa “Mestre do Sabor” e abriu seu primeiro restaurante, o novíssimo Pacato, seu “quintal autoral” no bairro de Lourdes.

Trocando em miúdos (elementos recorrentes nos pratos), Caio volta aos tempos em que o roçado integrava o cotidiano das famílias mineiras e os vegetais combinados às carnes de porcos e galinhas ocupavam a mesa. Seu menu degustação, formato pouco habitual em Belo Horizonte, resgata isso.

 

Enroladinho de porco com legumes da horta, do Pacato - Foto divulgação

Enroladinho de porco com legumes da horta, do Pacato – Foto divulgação

 

Milho, feijão e verduras protagonizam os snacks; o porco tem a banha servida como manteiga no couvert e os pés sublimados em sopa; a galinha brilha na sua ostra (pedacinho suculento da sobrecoxa) mesclada ao fígado, assim como na asinha caramelizada e no peito besuntado com glace e escoltado por purê de cenoura. “Aqui no restaurante, quero que os momentos sejam de desaceleração, que cada etapa seja apreciada, que o capricho na apresentação complemente o conforto à boca, que o cliente volte para casa mais pacato e mais feliz.”

 

 Cheesecake de paçoca, do Birosca S2 - foto divulgação

Cheesecake de paçoca, do Birosca S2 – foto divulgação

 

Caio está, sim, à vanguarda, mas não está só. Com o mesmo reality culinário no currículo, a colega Bruna Martins evoca lembranças de sua infância: “Comecei no fogão a lenha do sítio, brincadeira de criança que virou ofício de adulta”. Em seu Birosca S2, empodera-se da sabedoria de mãe, avós e tias, adicionando pitadas de originalidade a receitas ancestrais – caso do carbonara caipira, com gema vermelha, barriga de porco, milho verde e queijo curado, e da cheesecake de paçoca com doce de leite.

Em paralelo, Bruna mantém um bar de vinhos que harmoniza com essa cozinha jovem que abraça BH, o Gira, instalado no hipster Mercado Novo. O espaço abriga as iniciativas mais carismáticas da cidade. Tem cervejas artesanais, cachaças, gins locais, comfort food provocantes e cozinheiros promissores, como Henrique Gilberto, do Cozinha Tupis.

 

Chef Henrique Gilberto, no Cozinha Tupis – Foto divulgação

 

Seus PFs ganham notoriedade gastronômica não por recorrerem a ingredientes pomposos, mas por se comprometerem com a deliciosidade. A carne de panela apurada, a costelinha desmanchando e o feijãozinho que faz cafuné no estômago são os hits do almoço. Ao cair da tarde, junto aos rótulos da Cervejaria Viela, acepipes como a pururuca de língua mostram com orgulho seu DNA. Henrique, Bruna e Caio são a síntese da nova – e imperdível – cozinha mineira.

 

Saiba mais sobre o Birosca S2: https://www.instagram.com/biroscas2/

9 restaurantes paulistanos que oferecem opções de comida saudável

9 restaurantes paulistanos que oferecem opções de comida saudável

Restaurantes paulistanos mostram que é fácil se tornar mais saudável com seus belos menus diversificados.

A história é quase sempre a mesma. Sabemos que é preciso mudar alguns hábitos para promover mais saúde e bem-estar em nossas vidas, mas temos enorme dificuldade em provocar as mudanças necessárias. Após 18 meses de pandemia, praticamente sem sair de casa e com novos costumes como delivery e streamings, muitos de nós não nos alimentamos bem e deixamos de nos movimentar. Para agravar a situação, ainda estamos com saudades dos nossos roteiros gastronômicos preferidos.

A chegada de um verão que promete temperaturas recordes vem a reforçar a urgência de cuidar de si. Para mim, só existe uma forma de uma transição alimentar possível, e consiste em passar a frequentar lugares novos, comandados por chefs que entenderam a necessidade de ajustar suas cozinhas a esse novo momento, sem deixar de oferecer o prazer e a curiosidade que todo bom gourmet paulistano preza.

Comecei a trilhar esse caminho e devo dizer que está sendo mais fácil do que eu imaginava, mesmo porque é incrível a quantidade de lugares focados nessa onda de alimentação mais leve que São Paulo oferece. Reparem que não estou falando de linhas específicas como veganismo, mas, sim, de gastronomia saudável.

Começo pelas refeições rápidas, que até então flertavam com o sanduíche, a lanchonete e o árabe de pé. Experimente o Tea Connection, que apresenta de pokes e quiches até saladas exóticas com proteínas grelhadas. Destaco ainda o Matilda Lanches, da Renata Vanzetto, onde você consegue achar boas opções de junkfood em versões saudáveis e que despertam curiosidade.

 

Brunch do Tea Connection, no Jardim Paulista | FOTO DIVULGAÇÃO

 

Já para o almoço ou para um jantar informal cheio de sabor, recomendo a super conhecida Frutaria, com vários endereços pela cidade, onde o cardápio atende a todos com pratos super diferentes e muito saborosos em ambiente jovial e que respira saúde. Para quem curte ceviches e comida peruana, a dica é o Lhamas, em Moema, o Suri, em Pinheiros, e as várias unidades do Rinconcito Peruano, espalhadas pela cidade e que conseguem manter o frescor e a qualidade.

Para uma experiência gourmet e autoral na linha vegetariana e orgânica, valem muito a pena o novo restaurante da Bela Gil chamado Camélia Ododo, e o muito agradável Homa, pilotado pelo renomado chef José Barattino (ex Emiliano).

No quesito comida brasileira saudável, mais precisamente nordestina, a novidade se chama Fitó, em Pinheiros, e é comandado pela piauiense Cafira Foz. E a boa notícia é que, como toda atitude acertada, em apenas duas semanas você sente no corpo e na mente as mudanças. A partir daí o desafio passa a ser quantas recaídas por semana você pode se permitir… Saúde!

Com adega, carta de drinques, cortes especiais e assados, o restaurante Origem 75 celebra um ano em Vinhedo

Com adega, carta de drinques, cortes especiais e assados, o restaurante Origem 75 celebra um ano em Vinhedo

Em uma área de 1750 m2, – sendo grande parte ao ar livre, com dois salões principais, um bar e uma arejada varanda com vista para um lago e uma horta, o Origem 75 oferece um buffet rico em vegetais, legumes e grãos, além de excelentes carnes. O cardápio, elaborado com a consultoria da chef Renata Cruz, reúne opções tanto a la carte quanto self service.

Aos sábados, domingos e feriados, a casa destaca receitas especiais como a costela assada por 12 horas, com farofa de ervas orgânica; e a paleta de leitão sous vide, acompanhada de farofa de beterraba orgânica. A carta de drinques traz coquetéis preparados com ingredientes da própria horta do restaurante e que valorizam a agricultura local. Como o Dona Lúcia, coquetel que presta homenagem a última mulher da família dos quilombos da região de Vinhedo, e que leva cachaça, vermute dry, licor de flor de sabugueiro, limão taiti, melaço de cana e gelo.

 

Origem75- Foto Evelin Muller

 

Climatizada, com subsolo e estrutura metálica, o Origem 75 também abriga 1500 garrafas em sua adega, com rótulos tradicionais e uma carta com vinhos orgânicos, naturais e biodinâmicos.

O restaurante ainda disponibiliza o Espaço Bella Vista, uma área exclusiva com salão, cozinha profissional completa, bar e varanda privativa. O local pode ser reservado para funcionamento independente, ideal para reunir grupos de amigos, realizar eventos familiares, corporativos e degustações.

 

Foto Adriano Pacelli

Foto Adriano Pacelli

 

Origem 75
Rua Fluminense, 715, Vinhedo.
Km 75 da Via Anhanguera
Tel. (19) 3846-3438.

Restaurante Priceless proporciona viagem multissensorial pela cultura e gastronomia nacional

Restaurante Priceless proporciona viagem multissensorial pela cultura e gastronomia nacional

Reverenciar as brasilidades em suas mais diversas formas, cores e sabores. Essa é a proposta do recém-inaugurado Priceless, complexo gastronômico e artístico instalado no terraço do tradicional Shopping Light, no Centro Histórico da cidade. O espaço, que reúne bar, restaurante, ambiente para intervenções artísticas e um mirante com vista privilegiada para o centenário Theatro Municipal, é uma iniciativa da Mastercard no Brasil.

 

Ambiente interno do bar | FOTOS CLAUS LEHMANN, TATIANA FRISON, WESLEY DIEGO EMES

 

Quem assina o cardápio do lugar é o chef paraibano Onildo Rocha, que emprega as técnicas ensinadas por seu mestre Laurent Suaudeau e pelos anos no comando do restaurante Cozinha Roccia – eleito por duas vezes o melhor do país pelo guia italiano Identità Golose – na confecção de pratos agora inspirados nos sertões brasileiros. “Eu e minha equipe viajamos durante onze dias por toda a extensão do Rio São Francisco, em busca de ingredientes que contassem a história da região”, explica. O resultado da expedição aparece em delícias como o tartar de carne de sol com tapioca suflada, o falafel de feijão-de-corda e o tiradito de peixe curado. Drinques incrementados com rapadura, doce de leite e caju, caprichosamente preparados pelo mixologista Ale D’Agostino, completam a experiência.

 

Chef Onildo Rocha | FOTOS CLAUS LEHMANN, TATIANA FRISON, WESLEY DIEGO EMES

 

 

Tanto o cardápio quanto a decoração do espaço – concebida pela cenógrafa e diretora de arte Patrícia Sobral – serão renovados a cada seis meses. A ideia é que, a cada temporada, sejam explorados sabores de um canto do país. O Priceless fica aberto diariamente das 11h às 23h, e clientes Mastercard podem reservar mesas pelo site www.priceless.com.br.

 

 

Prato Rigatoni com galinha de capoeira e quiabo | FOTOS CLAUS LEHMANN, TATIANA FRISON, WESLEY DIEGO EMES