Cannes Lions, maior festival da publicidade, acontecerá online em 2021

Cannes Lions, maior festival da publicidade, acontecerá online em 2021

Formato online é apenas uma das transformações que atravessam os festivais de publicidade e inovação

Nenhuma mudança em 67 anos de Cannes Lions foi mais intensa do que a provocada pela pandemia do coronavírus no ano passado. De uma vez, evaporaram-se mais de 13 mil participantes dos auditórios do Palais Des Festivals – número registrado na edição anterior, em 2019. Naquele ano, 30 mil trabalhos de agências e anunciantes de 98 países concorreram aos Leões de Ouro, Prata e Bronze, além dos troféus de Grand Prix.

O formato online de 2020 vai se repetir em 2021, e o evento está marcado para acontecer de 21 a 25 de junho. A novidade, porém, é que, além dos seminários, o festival vai retomar a premiação, promovendo a avaliação de trabalhos pelos seus diversos júris.

 

Festival de Publicidade de Cannes - Foto: Divulgação

Festival de Publicidade de Cannes – Foto: Divulgação

 

Criado em 1953 de carona no Festival de Cinema, o então Festival Mundial do Filme Publicitário passou por inúmeras mudanças. Inicialmente abrigando publicitários do primeiro mundo, viu gradativamente aumentar a participação de profissionais da América do Sul, Ásia, Europa Central e Japão.

No ano 2000, com a primeira delegação da China, o festival já apresentava uma série de transformações na divisão de áreas, com a ampliação de seu repertório para além dos comerciais de TV e Cinema. No final da década, assistiu- se a outro fenômeno no evento, a participação maciça de executivos de Marketing dos maiores anunciantes do planeta.

Essa viagem sem volta levou a Cannes, todo ano, profissionais de marcas dos mais diversos países. A sala de exibição de filmes, antes em local nobre no Grande Auditório, ficou em um cantinho do grandioso Palais. Acompanhando a evolução do negócio, o renomeado Cannes Lions passou a dar mais importância aos cases de Marketing e seus resultados, às diferentes plataformas e aos conteúdos das mensagens.

O festival se tornou imprescindível para anunciantes conhecerem os projetos de marcas mais inovadores do mundo. Afinal, a tecnologia e o digital mostram que as empresas não podem mais se preocupar apenas com os produtos inerentes ao seu DNA.

Ao redor do evento, começou a girar também um mundo que considera a sustentabilidade do planeta, a mobilidade das grandes metrópoles, a saúde e o bem-estar de todas as pessoas. Não só de seus consumidores. À essas questões foram agregadas as políticas de luta pelos direitos das mulheres, contra a violência feminina, a favor da liberdade sexual e de combate aos vários tipos de preconceitos.

O mesmo aconteceu com outros tantos festivais pelo mundo, todos agora em formato remoto, com lives e o julgamento online das peças. Com participação efetiva do Brasil desde seu lançamento, em 1969, o Festival Ibero Americano de la Publicidad (FIAP) não realizou sua edição comemorativa de 50 anos. Nem em 2019, por desistência da prefeitura de Buenos Aires que o abrigaria, nem em 2020 por causa da pandemia.

Antes mesmo disso, o FIAP já havia adotado sua mais profunda reformulação atendendo às mudanças da comunicação. Os trabalhos são avaliados somente em quatro áreas distintas: Formatos, Inovação, Anúncios e Produção. Acompanhando as decisões internacionais de distanciamento social, o festival deste ano já definiu sua edição online, no início de outubro, a partir de Miami.

É um novo mundo da publicidade, que talvez nunca volte ao velho normal.

Sustentabilidade nas empresas é ponto chave para investimentos internacionais

Sustentabilidade nas empresas é ponto chave para investimentos internacionais

Parte do agronegócio brasileiro já se deu conta, mas muitos produtores rurais ainda insistem em viver no século XX. A sustentabilidade não é plus, não é algo opcional. É uma necessidade para quem quiser atrair investimentos internacionais e conquistar mercados pelo mundo. Em Nova York, em Paris ou em Hong Kong, ninguém quer comer um bife que, para ser produzido, teve de derrubar um pedaço da floresta Amazônica. Da mesma forma, rejeita o salgadinho feito com milho transgênico cultivado em um território que, até outro dia, era o habitat de onças, tamanduás e emas.

Empresas que apostam em boas práticas ecológicas estão captando fortunas de investidores globais. Quem não abandonar a mentalidade antiquada e predatória em suas fazendas vai ficar para trás.

No início deste ano, a Amaggi, uma das maiores produtoras de soja do país, ofereceu ao mercado US$ 500 milhões em títulos de sustentabilidade – papéis vinculados ao financiamento de projetos de gestão ambiental relacionados a uso do solo e recursos naturais, biodiversidade, mitigação das mudanças climáticas, desenvolvimento socioeconômico e segurança alimentar – com vencimento em 2028 a uma taxa de 5,25%. A procura foi seis vezes superior à esperada, e o volume da emissão subiu para US$ 750 milhões para dar conta da demanda.

Recentemente, a Marfrig – uma das maiores empresas processadoras de proteína animal do mundo – levantou US$ 30 milhões em um título do tipo sustainability-linked, cujos recursos serão destinados à busca de uma cadeia de fornecimento livre de desmatamento na Amazônia e no Cerrado. BRF, Suzano e JBS também são outras empresas do agro que estabeleceram ambiciosas metas socioambientais.

Sustentabilidade não é gasto, é investimento.

 

Foto - Divulgação

Foto – Divulgação

 

Prosa rápida

  • Xô carrapato!

A cada ano, a pecuária brasileira perde cerca de US$ 3 bilhões por causa dos carrapatos bovinos. Agora a Embrapa, em parceria a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect), desenvolve a primeira vacina contra carrapato. Em fase final de testes, o imunizante tem eficácia de 69%. A vacina já teve sua patente aprovada, mas não chegará tão cedo ao mercado. A análise para aprovação de seu uso pelo Ministério da Agricultura deve levar ainda uns dois anos.

  • Bio, lógico!

As vendas da indústria de defensivos agrícolas biológicos devem crescer 33% neste ano, para R$ 1,8 bilhão, estima a associação Croplife Brasil, com base em dados levantados pela consultoria Blink. Esses são insumos agrícolas desenvolvidos a partir de ingredientes ativos naturais, com baixa toxicidade quando comparados aos agroquímicos tradicionais e capazes de eliminar infestações sem contaminar o meio ambiente.

  • Orange is the new gold

A safra 2020/21 de laranja no estado da Flórida deve registrar uma das menores produções da história recente. O Departamento de Agricultura dos EUA estima que a colheita de laranjas seja 23% menor do que a da temporada 2019/20. Isso deve favorecer duplamente os produtores brasileiros. O preço da commodity deve subir devido à menor oferta mundial de suco e espera-se que a procura pelo produto Made in Brazil aumente.

Sampa Sky: São Paulo ganhará novo mirante retrátil, inspirado no Skydeck de Chicago

Sampa Sky: São Paulo ganhará novo mirante retrátil, inspirado no Skydeck de Chicago

O Sampa Sky, no 42º andar do edifício Mirante do Vale, deve ser aberto ao público no início de julho, com vistas espetaculares da cidade

Muita gente pensa que o prédio mais alto de São Paulo é o Edifício Itália, com seus 45 andares e 165 metros de altura. Mas na verdade esse título pertence ao Edifício Mirante do Vale, um gigante inaugurado em 1966 que tem 170 metros, 51 andares, heliponto, 12 elevadores e 146 lojas nas galerias que ocupam os andares mais próximos do térreo.

É lá que vai ser inaugurado, no dia 1º de julho, um mirante nos moldes SkyDeck de Chicago, no 103º andar da Willis Tower, um dos lugares mais instagramáveis do planeta. O Sampa Sky, que ocupa 700 m2 do 42º andar do prédio, terá como destaques duas plataformas deslizantes com piso, teto e laterais de vidro blindado que avançam para fora da fachada, proporcionando a quem estiver por lá a impressão de estar levitando sobre a cidade.

 

Skydeck - Foto divulgação - @erikmarthaler

Skydeck – Foto divulgação – @erikmarthaler

 

O primeiro observatório retrátil fica virado para a face Sul do edifício, com uma vista espetacular para o Vale do Anhangabaú, para o Banespão, para o Prédio Martinelli e para o espigão da Avenida Paulista, ao fundo. O segundo se volta para a face Leste, onde o panorama inclui o Mercado Municipal, o formigueiro humano da Rua 25 de Março, o Mosteiro de São Bento, o Parque Dom Pedro e, lá no horizonte, a região do ABC e até os contornos da Serra do Mar.

 

Edifício Mirante do Vale - Foto divulgação

Edifício Mirante do Vale – Foto divulgação

 

Além das plataformas deslizantes, o espaço terá um café operado pela Três Corações, lojinha de souvenirs e outros cenários instagramáveis, onde o visitante poderá ser clicado voando sobre a cidade a bordo da bicicleta do ET ou da vassoura de Harry Potter.

 

Vista Sampa Sky - Foto divulgação

Vista Sampa Sky – Foto divulgação

 

O projeto foi idealizado pelo chef André Berti, que tem como sócios o advogado Antônio Carlos da Relva Caldeira (proprietário do espaço) e o publicitário Alessandro Martineli. A expectativa é que o Sampa Sky seja uma das principais atrações da cidade, atraindo turistas e também os moradores da capital. Se tudo correr dentro do planejado, o local vai receber a cada mês cerca de 25 mil pessoas.

A capacidade permite acomodar até 400 pessoas simultaneamente, mas esse número deve ser reduzido no início, por causa das normas de segurança impostas pela Prefeitura e pelos órgãos de Saúde do município.

O empreendimento nem foi inaugurado, mas já está sendo procurado por promoters para verificar a possibilidade de reservar datas para eventos corporativos e casamentos. No caso de uma cerimônia matrimonial, o padre e os noivos podem ficar na plataforma, projetados “no ar”! “Fomos procurados até por gente interessada em alugar a área para aulas de ioga e meditação, fora do horário de funcionamento”, conta Alessandro Martineli.

O Sampa Sky vai abrir nos sete dias da semana, sempre das 10h às 20h. O elevador só levará novos grupos lá para cima a cada meia-hora. Para ter acesso ao mirante, o bilhete inteiro vai custar R$ 60. Mas nas primeiras semanas de operação será cobrada meia entrada (R$ 30) de todo mundo.

 

Vista do Sampa Sky para a Zona Leste - Foto divulgação

Vista do Sampa Sky para a Zona Leste – Foto divulgação

 

Mídia OOH: digital em casa, na rua e em qualquer lugar

Mídia OOH: digital em casa, na rua e em qualquer lugar

Profissionais da propaganda avaliam que a escuta ativa às necessidades dos consumidores aliada ao avanço tecnológico são tendências nas mídias.

A transformação digital, que já acontecia e foi acelerada pela pandemia, criou um ambiente extremamente desafiador para o profissional de propaganda e marketing, em meio à vasta diversidade de novos canais e métricas, e convergência de meios. Se este momento pelo qual o mundo atravessa fez com que a sociedade passasse por muitas mudanças e adaptações, com a propaganda não foi diferente.

 

Foto - Divulgação

Foto – Divulgação

 

“Houve um ganho de complexidade dos processos de decisão de compra por parte do consumidor, o que elevou consideravelmente a noção de propósito das marcas. Os anunciantes alteraram suas estratégias de comunicação a curto prazo, com foco em ajudar, entreter, apoiar e ser útil às pessoas, mais do que vender produtos”, analisa Sandra Martinelli, Presidente Executiva da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA). Segundo ela, consumidores cobram posicionamentos e valores que devem ser representados não só na comunicação, mas que devem ter consistência da porta para dentro. “A publicidade precisa refletir esses compromissos em uma relação leal, coerente e próxima ao público.”

 

Sandra Martinelli - Foto: Divulgação

Sandra Martinelli – Foto: Divulgação

 

Para Armando Ferrentini, publisher e diretor-presidente do Propmark, a publicidade brasileira tem a capacidade de enfrentar esse cenário. “O modelo brasileiro de publicidade, que é full service, ou seja, inclui na estrutura criação, mídia, atendimento, planejamento, pesquisa, produção e performance, é uma vantagem competitiva. Em vários países, a mídia é feita de forma independente e com olhar financeiro, o que torna tudo mais caro. O modelo brasileiro é campeão, está integrado à economia criativa em que esse país tanto se diferencia.”

 

Armando Ferrentini - Foto: Divulgação

 

Tradicional e inovadora

Criatividade e reinvenção podem ser percebidas e materializadas na mídia Out Of Home (OOH), que é capaz de se transformar e atender a novas demandas rapidamente. “A mídia exterior ou OOH é uma das mídias mais tradicionais e ao mesmo tempo mais inovadoras, com excelente custo-benefício, alto poder de impacto, amplo alcance e que já passou por diversas transformações nos últimos anos”, define Sandra Martinelli. “As marcas têm apostado nessa mídia, seja em anúncios em outdoor, no transporte urbano, em abrigos de pontos de ônibus ou painéis digitais, para restabelecer vínculos do cotidiano e dissipar mensagens de esperança, muito importantes nesse momento de insegurança e incerteza.”

 

Foto - Divulgação

Foto – Divulgação

 

Assim como toda a indústria da comunicação, o mercado de mídia OOH aponta como tendência o digital (Digital Out of Home), ou DOOH. Os painéis de LED, por exemplo, trazem mais visibilidade e destaque às propagandas com imagens de excelente resolução, animações e vídeos. Com monitores cada vez mais modernos e tecnológicos, a mídia DOOH consegue sincronizar seus anúncios de acordo com datas, horários, fluxo de pessoas e até condições meteorológicas.

Representante dessa modernização, a Eletromidia aposta no dinamismo, no desenvolvimento de novos modelos de hardwares e na expansão para novos espaços. “A segmentação segundo os mais diversos recortes da população será cada vez mais uma realidade para a construção de campanhas de comunicação verdadeiras, empáticas e assertivas. Estamos construindo um novo conceito de conexão entre marcas e pessoas em que o avanço tecnológico transformará a experiência pelas cidades”, explica Alexandre Guerrero, CSO da empresa.

 

Alexandre Guerrero - Foto: Divulgação

 

O poder de adaptação e superação é a chave para qualquer evolução. A crise chegou de uma maneira que ninguém poderia prever e a publicidade assumiu um papel ainda mais relevante como elo entre a sociedade e o capital criativo de transformação das marcas. “A adaptação da propaganda foi além de comunicar um produto ou uma marca. O principal ajuste foi na maneira de se comunicar com o público. Agora somos o primeiro veículo de comunicação do Brasil a ter papéis negociados na B3, e isso nos enche de orgulho e fortalece o nosso objetivo de sermos agentes transformadores do mercado de mídia. Queremos ampliar nossa presença, combinando escala e tecnologia, para continuar reinventando o OOH a ser cada vez mais digital e conectado às pessoas”, finaliza.

 

Foto - Divulgação

Foto – Divulgação

O presente da publicidade: ping pong com especialistas

O presente da publicidade: ping pong com especialistas

Confira um ping pong com especialistas em inovação na propaganda e empresários do setor.

Mauro Cavalletti Fundador da Bitnik Estratégias Criativas, plataforma para inovação, aceleração e transformação digital de negócios, e foi Head of Creative Shop do Facebook e Instagram no Brasil.

  • A tecnologia mostra que as empresas não podem mais se preocupar apenas com os produtos inerentes ao seu DNA. Como uma marca que não é essencialmente digital pode estar preparada para atravessar os nossos tempos?

O ponto mais importante é a calibragem de seu modelo de trabalho com a nova mentalidade que está por trás das mudanças na cultura e na economia. Talvez por propor novas regras de relacionamentos, a cultura digital tem impacto massivo em empresas de qualquer natureza. É preciso aprender a ver o mundo de uma nova maneira e compartilhar valores e crenças que sustentam as novas configurações que os mercados estão assumindo. É uma questão de pertencimento e de alinhamento com os setores em crescimento.

De um ponto de vista prático, isso se faz por meio de movimentos estruturados de avanço no digital, com objetivos claros e com espaço para experimentação, até que a dinâmica de inovação constante se torne natural.

  • Como a publicidade alia os diferentes formatos com a mensagem que quer passar? É possível ser coerente?

Hoje a publicidade vive um ambiente em que a marca troca mensagens diretas com seus diferentes públicos, gera conteúdo com eles, constrói valores compartilhados. É um ecossistema em que a propaganda está incluída e contribui ativa e continuamente, seja ativando essas conversações, seja provendo informações como material de troca. Existem formatos apropriados para cada momento dessa economia. Nos melhores casos, usam combinações de formatos que atendem ao máximo a necessidade e o desejo das pessoas com quem se relacionam nos momentos mais importantes de suas vidas. A coerência vem da percepção e da operação planejada desses fluxos de comunicação, vendas e serviços.

 

Mauro Cavelletti - Foto: Divulgação

Mauro Cavelletti – Foto: Divulgação

 

Mario d’Andrea – Presidente nacional da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP)

  • Nos negócios da propaganda, o que é ser multiplataforma?

É fazer com que a marca do seu cliente esteja em todos os lugares em que o consumidor está. É manter contato constante com ele e seus desejos, seja durante o consumo de entretenimento, durante troca de informações, ou mesmo apenas apoiando o consumidor em suas decisões. A propaganda é muito mais do que vender: é construir uma ponte entre a vida do consumidor e a promessa do produto e propósito da marca.

As agências brasileiras são cada vez mais multiplataformas, porque ninguém entende mais do consumidor do que nós. Ninguém conhece mais o que os interessa de verdade e o que é realmente relevante para a vida de cada um deles.

 

Mario D'Andre - Foto: Divulgação

 

Raul Nogueira Filho – Diretor do Portal Grandes Nomes da Propaganda e participa da diretoria do Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de São Paulo (SEPEX-SP)

  • É possível falar em tendências futuras nas agências, no marketing, na propaganda com a pandemia que ainda atravessamos? Se sim, quais seriam?

A tendência é a cultura analítica. Começar um planejamento a partir da análise de dados para saber mais sobre o momento dos nossos clientes e consumidores. Ter um planejamento com orçamento mais orientado para resultados. Isso vai provocar novas necessidades em termos de projetos e profissionais. A criatividade talvez tenha um novo tom. O marketing não será mais departamento. As empresas precisarão olhar para tudo isso como ciência, verdade absoluta, maturidade e coragem de expor novas ideias. Por enquanto, a forma é mais importante que o conteúdo. E vejo as mídias se transformando em ferramentas de gatilho. Elas são importantes para incluir um cliente em uma jornada de interesse.

 

Raul Nogueira Filho - Foto: Ale Oliveira

Raul Nogueira Filho – Foto: Ale Oliveira