Renata Silveira será a primeira mulher a narrar jogos da Copa do Mundo na TV aberta do Brasil

Renata Silveira será a primeira mulher a narrar jogos da Copa do Mundo na TV aberta do Brasil

Primeira mulher a integrar o time de narradores esportivos da Rede Globo, Renata se prepara para emprestar seu timbre e sua experiência à cobertura da Copa do Mundo no Catar, em novembro

Da infância muito bem vivida no bairro de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio de Janeiro, a jornalista Renata Silveira carrega memórias sinestésicas. Da dor aguda nos joelhos, constantemente ralados em partidas de pelada na rua, aos ruídos estáticos das narrações de futebol que o pai ouvia em seu radinho de pilhas, foi nesse ambiente lúdico que descobriu que o esporte seria parte irrevogável de seu futuro.

Formou-se em Educação Física, fez pós-graduação em Jornalismo Esportivo, especializou-se em locução radiofônica e, acostumada a ser uma das pouquíssimas mulheres nos campos, nas salas de aula e nas bancadas jornalísticas da área, seguiu a contracorrente de um cenário historicamente dominado por homens. “Mas nunca me intimidei. Nada disso me impediu de acreditar que ali seria meu lugar”, conta a narradora que, agora, consagra-se pioneira. A partir de novembro, ela passa a integrar o estrelado – e cada vez mais diminuto – time de profissionais da Rede Globo escalado para acompanhar de perto os jogos da Copa do Mundo no Catar. “Serei a primeira voz feminina a narrar o maior evento do futebol mundial em TV aberta. Essa é a maior conquista profissional da minha vida”, comemora.

 

Renata Silveira - Foto João Cotta | Globo

Renata Silveira – Foto João Cotta | Globo

 

Atualmente detentora de cadeira cativa nas transmissões dos jogos da Liga das Nações pelos canais SporTV, Renata concedeu entrevista exclusiva à 29HORAS. Nos trechos selecionados para estampar as páginas a seguir, ela relembra suas primeiras experiências profissionais, discorre sobre os reflexos da misoginia no cenário esportivo nacional e fornece mais detalhes sobre a cobertura da TV Globo para a primeira Copa do Mundo pós-pandemia. Confira!

 

Como e quando o universo da narração esportiva entrou na sua vida?
Minha grande paixão, na verdade, sempre foi o esporte. Meu pai é fissurado por futebol, vivia com seu radinho de pilhas a tiracolo, e transmitiu essa herança de amor para mim e para a minha irmã desde muito cedo. Sempre fez questão de nos levar a todas as arquibancadas possíveis, fossem elas as do pomposo Estádio do Maracanã – cuja arquitetura se tornou uma das mais vívidas e simbólicas memórias da minha infância – ou as das partidas de pelada que ele disputava com os amigos aos finais de semana.

Ao longo da adolescência, joguei futebol na rua e na quadra, basquete, handebol e me enveredei, também, pela dança. Hoje, até mantenho uma academia, a La Vie Danse, em Bonsucesso, onde são ministradas aulas de ballet, jazz, sapateado e outras modalidades. Mas a verdade é que eu nunca havia cogitado me tornar narradora. Era algo tão distante, que nem se apresentava como uma possibilidade. Minha escolha profissional intuitiva foi a Educação Física. O jornalismo esportivo só me “aliciou” de vez em meados de 2014…

Renata Silveira - Foto Globo | Juliana Coutinho

Renata Silveira – Foto Globo | Juliana Coutinho

 

Esse “aliciamento” veio, então, só durante sua passagem pela Rádio Globo, certo? Em 2014, você participou do concurso “Garota da Voz”, seletiva organizada pela emissora para encontrar vozes femininas para narrações esporádicas. Conte um pouco sobre essa experiência. Você ainda sente os ecos desse momento na sua carreira hoje?
Sem dúvida. O que eu trago de mais bonito dessa experiência é o caráter desbravador da tentativa. O “Garota da Voz” oferecia um prêmio que, por décadas, foi praticamente inimaginável. Estar ao lado de tantas mulheres, lutando por um espaço para suas vozes foi muito especial para minha trajetória profissional e, sobretudo, humana. Foi ali, inclusive, que descobri que havia mulheres narradoras em quem me inspirar, e que aquele espaço poderia ser meu. Participei do concurso muito despretensiosamente. Precisava de um estágio na área e meus amigos diziam que minha voz era potente, então gravei um áudio narrando o gol do Ronaldo na final da Copa do Mundo de 2002, enviei à rádio e algumas semanas depois já estava entre as vinte selecionadas para ganhar essa oportunidade de carreira. Foi ali que eu imergi na comunicação e nunca mais parei.

 

A jornalista na final do concurso "Garota da Voz"; - Foto reprodução | Instagram

A jornalista na final do concurso “Garota da Voz”; – Foto reprodução | Instagram

 

De lá para cá, você entrou para o hall de pioneiras no meio esportivo. Tornou-se a primeira mulher a narrar oficialmente um jogo da seleção em uma rádio nacional, firmou-se na bancada de comentaristas dos Jogos Olímpicos de Tóquio e agora faz história mais uma vez como a primeira narradora da Copa do Mundo em TV aberta. O que essas conquistas representam para você e para o cenário futebolístico nacional?
Eu me sinto honrada pelo título de “pioneira”, mas eu nunca quis que fosse assim. É triste pensar que demorou tanto para estarmos aqui. Meu mais sincero desejo era que eu fosse apenas mais uma entre tantas mulheres que já tivessem conseguido alcançar esse espaço. Mas, enquanto ainda engatinhamos, creio que seja um marco crucial para desestruturar estigmas e preconceitos no esporte.

 

Aliás, é no mínimo curioso que, após 21 edições da Copa do Mundo, essa seja a primeira que contará com uma narradora em TV aberta. Para você, por que demorou tanto tempo para mulheres atingirem esse posto? Ainda convivemos com um cenário esportivo de forte misoginia?
Em realidade, esse é um traço cultural que ultrapassa o esporte. Nossa sociedade foi estruturada sobre bases machistas. Enquanto público, não estamos preparados para assistir, ouvir, admirar e consumir conteúdos produzidos por mulheres. Mas é claro que, quando falamos sobre futebol, a situação se agrava. Até meados de 1940, nós éramos proibidas de jogar, de assistir e até de comentar sobre o esporte. Desaceleraram nossos passos e, por isso, estamos chegando tão tardiamente. Primeiro, as repórteres vieram desbravando o terreno; depois, as comentaristas fincaram suas opiniões nas bancadas; e, agora, finalmente chega a vez das narradoras. Espero que seja o último passo para um cenário de maior equidade.

 

Quais são as suas expectativas para a próxima Copa? Como a equipe brasileira chega à competição após todo esse período pandêmico e de retornos tímidos?
Essa, sem dúvidas, será uma Copa atípica, começando pelo fato de ser uma das raríssimas edições marcadas para o final do ano – e não para julho, como tradicionalmente acontece. Somados a essa mudança de agenda, ainda estão todos os traumas que com certeza traremos após esses dois anos de pandemia. Os jogadores vêm mais cautelosos, mas também com muita sede de jogo. Ainda é cedo para prever, mas acredito que o Brasil tenha grandes chances de terminar a primeira fase em primeiro dentro de sua chave. Como narradora da Liga das Nações, posso afirmar que não estamos em um grupo fácil. Sérvia e Suíça (esta, agora com novo técnico) têm se saído muito bem nos campeonatos europeus e devem brigar bastante pela segunda posição, enquanto Camarões provavelmente ocupará a última colocação do grupo. Em relação às seleções sul-americanas e asiáticas, a preocupação é um pouco menor, estamos mais preparados para esses embates. Em geral, será um desafio interessante…

 

Renata em set de gravação dos Estúdios Globo - Foto Globo | João Cotta

Renata em set de gravação dos Estúdios Globo – Foto Globo | João Cotta

 

E como está sendo a sua preparação para a Copa? De que fontes tem bebido nesse momento preliminar?
As narrações europeias têm sido meu maior estudo. Tenho aproveitado a Liga das Nações para conhecer a fundo a tática das seleções europeias, analisar as qualidades e as vulnerabilidades de cada grupo, e aquecer minha voz para emoções ainda mais intensas. Também tenho lido muito sobre o país, sua história e seus estádios. Esse mergulho na cultura local é essencial.

 

Então você irá ao Catar? O que já pode adiantar sobre a cobertura que a Rede Globo está preparando para essa edição?
Ainda não há nada confirmado. Assim como nos Jogos Olímpicos de Tóquio, contaremos com uma cobertura híbrida e a equipe in loco será reduzida, ainda devido aos protocolos sanitários mundiais. Serão aproximadamente 80 profissionais no Catar e uma grande equipe no Brasil, em um super set tecnológico montado nos Estúdios Globo, estabelecendo essa conexão direta entre os continentes. Mais de 300 horas de conteúdo poderão ser acompanhadas pelo SporTV 2 e diretamente no Globoplay, inclusive por não-assinantes. Outra novidade é que as transmissões nos canais por assinatura da rede poderão ser assistidas em resolução 4K, proporcionando uma vivência imersiva ainda mais impressionante.

 

Por fim, após anos tão difíceis, qual será a principal mensagem dessa Copa do Mundo?
Apostando no clichê? Esperança. Vamos viver a Copa da superação, da emoção e da empatia. Acredito muito que aquele sentimento familiar que tanto nos unia a cada quatro anos em frente à TV deva voltar ainda mais latente, após tantos anos adormecido. Para a jornalista e esportista Renata Silveira, essa será a Copa da realização de um sonho. Para o mundo, será a Copa do recomeço.

 

Em abril de 2022, Renata no Estádio Mané Garrincha, onde protagonizou a primeira narração feminina de um jogo de futebol em TV aberta - foto reprodução | Instagram

Em abril de 2022, Renata no Estádio Mané Garrincha, onde protagonizou a primeira narração feminina de um jogo de futebol em TV aberta – foto reprodução | Instagram

Após dois anos de cortinas fechadas, o Theatro Municipal de São Paulo retoma programação de óperas, recitais e balés

Após dois anos de cortinas fechadas, o Theatro Municipal de São Paulo retoma programação de óperas, recitais e balés

A partir de junho, as paredes do imponente Theatro Municipal de São Paulo voltam a ser testemunhas de verdadeiras explosões artísticas. Após dois anos de cortinas fechadas, seguidos de um retorno tímido com eventos menos robustos, o mais respeitado palco paulistano retoma o cronograma de superproduções com mais de vinte atividades programadas, entre óperas, concertos e apresentações de balé.

O grande destaque da temporada é a remontagem do drama operístico “Aida”, clássico de Giuseppe Verdi e uma das mais consagradas criações do repertório lírico internacional. Em cartaz entre os dias 3 e 11 de junho, a récita – que retrata a paixão proibida entre uma escrava etíope e um general egípcio – ganha novas cores sob a ótica da coreógrafa Bia Lessa, e ao som da Orquestra Sinfônica Municipal, regida pelo maestro Roberto Minczuk, e do Coral Paulistano, sob regência de Mário Zaccaro.

“Já montamos ‘Aida’ três vezes, em 1912, 1913 e 2013, mas esta versão será peculiarmente grandiosa. Além de ser a primeira super montagem do Theatro desde a pandemia, é a primeira vez que traremos ao papel principal uma artista brasileira”, explica Minczuk. A escolhida para viver Aida é a paulistana Priscila Olegário, soprano dramático em ascensão nos palcos europeus.

Da esquerda para a direita, David Pomeroy, Priscila Olegário e David Marcondes vivem Radamés, Aida e Amonasro, em"Aida" | FOTO Theatro Municipal São Paulo Divulgação

Da esquerda para a direita, David Pomeroy, Priscila Olegário e David Marcondes vivem Radamés, Aida e Amonasro, em”Aida” | FOTO TMSP Divulgação

 

Mais para o final do mês, a sala de espetáculos recebe ainda apresentações inéditas do tradicional Balé da Cidade, que podem ser acompanhadas entre os dias 22 e 26 de junho. Em “Adastra” e “Transe”, o objetivo é provocar uma leitura artística da euforia de se viver em um mundo de incertezas. A coreografia fica por conta de Cayetano Soto e Clébio Oliveira. Fechando a programação junina, nos dias 29 e 30, a Sala do Conservatório abriga duas apresentações especiais do Coral Paulistano, sob regência de Maíra Ferreira. O repertório é uma homenagem à obra de compositores latino-americanos e a entrada é gratuita.

Até o final de 2022, a expectativa é receber mais cinco peças operísticas. Dentre os títulos confirmados, estão as comédias “Der Rosenkavalier”, de Richard Strauss (com estreia planejada para o dia 5 de agosto) e “L’Amour des Trois Oranges”, de Serguei Prokofiev (em cartaz a partir de setembro), e a releitura original “L’isola” (agosto). Para conferir a programação completa, consultar valores e adquirir ingressos, basta acessar o site www.theatromunicipal.org.br.

Manas Escritas: Irmãs de Mogi Mirim se inspiram em histórias de afeto para produzir poemas personalizados

Manas Escritas: Irmãs de Mogi Mirim se inspiram em histórias de afeto para produzir poemas personalizados

A partir de histórias de clientes, as irmãs Lívia Mota e Natália Moreti fazem poesias sob encomenda e com entrega para todo o Brasil

Uma poesia exclusiva, embalada para presente e moldada para ter o caimento perfeito e atender às expectativas de um remetente único. Esse é o tipo de mimo à venda na Manas Escritas, loja virtual de poemas elaborados sob demanda pelas irmãs e redatoras mogimirianas, Lívia Mota e Natália Moreti. Escritos a quatro mãos, os textos são inspirados em relatos narrados pelos próprios clientes no momento da compra. “Eles nos contam sobre a pessoa que querem presentear e nós nos encarregamos de, juntas, traduzir essas memórias em rimas”, contam.

 

Irmãs de Mogi Mirim Lívia Mota (esquerda) e Natália Moreti (direita) são as "Manas Escritas" | Foto Divulgação

Irmãs de Mogi Mirim Lívia Mota (esquerda) e Natália Moreti (direita) são as “Manas Escritas” | Foto Divulgação

 

Após esse primeiro contato, a dupla tem até sete dias úteis para a composição. Uma vez prontos, os versos são encaminhados à calígrafa Ana Paula Boli, que os redige manualmente em papel de carta, usando a técnica de lettering – modalidade de escrita artística. Ao final de todo o processo, os bilhetes são distribuídos à moda antiga: enviados pelo correio para todo o Brasil ou entregues em mãos, para moradores de Campinas e região.

 

Manas Escritas, loja virtual de poemas elaborados sob demanda | Foto Divulgação

Manas Escritas, loja virtual de poemas elaborados sob demanda | Foto Divulgação

 

Quem preferir, também pode escolher materializar os poemas em quadrinhos de madeira e porta-retratos ou, ainda, usá-los para estampar ecobags, canecas e camisetas. Os preços individuais de confecção variam de R$ 100 a 400, dependendo da extensão do texto e do tipo de material escolhido. Para realizar as encomendas, basta entrar em contato pelo instagram @manas.escritas ou pelo site www.manasescritas.com.br.

Grife de calçados Alexandre Birman inaugura sua primeira loja no interior paulista, em shopping de Ribeirão Preto

Grife de calçados Alexandre Birman inaugura sua primeira loja no interior paulista, em shopping de Ribeirão Preto

Reconhecido Brasil afora por suas criações autênticas – que, inclusive, já enfeitaram os pés de estrelas de Hollywood, influenciadoras e divas dos palcos, como Julia Roberts, Kim Kardashian e Anitta –, o designer mineiro de calçados de luxo Alexandre Birman abre sua primeira loja autoral no interior de São Paulo. Instalada desde o final de março no piso superior do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto, a nova filial expõe os últimos lançamentos nacionais e internacionais da grife e outros ícones atemporais da marca. Dentre as opções expostas nas vitrines, estão sandálias, scarpins, botas e sapatos sociais em couro e suede, confeccionados artesanalmente e com matérias-primas finas.

 

Calçados Alexandre Birman | Foto Divulgação

Calçados Alexandre Birman | Foto Divulgação

 

“É a nossa primeira boutique fora de uma capital. Já são mais de dez lojas espalhadas pelas Américas, de Brasília a Miami, mas essa representa um divisor de águas no processo de expansão da empresa, que está fluindo para além dos centros comerciais óbvios”, explica Birman que, desde 2011, assume também o cargo de CEO do grupo Arrezzo&Co – o maior conglomerado nacional de empresas do setor de calçados, do qual fazem parte grandes marcas como Schutz, Anacapri e Vans. “Ribeirão Preto sempre foi um de nossos grandes pontos de venda online, desde a nossa fundação em 1995, e agora ganha um ambiente full-experience para imergir no universo da marca. Esperamos que o espaço impulsione mais diversas intervenções no interior paulista e em vários outros interiores pelo Brasil.”

Setor pet brasileiro é considerado como um dos mais promissores para investir em 2022

Setor pet brasileiro é considerado como um dos mais promissores para investir em 2022

O país já é o sexto principal mercado do setor pet no mundo e desponta como um dos mais promissores para negócios franqueados

Pegando carona nos hábitos pós-pandêmicos, franquias pet têm encontrado terreno fértil para um desenvolvimento faraônico. De 2020 para cá, enquanto outros setores presenciavam a derrocada abrupta provocada pelos muitos meses de isolamento social, essa fatia do mercado apresentou um crescimento de mais de 30%, finalizando 2021 com um faturamento de aproximadamente R$ 50 bilhões, segundo estimativas do Instituto Pet Brasil. Hoje, o país já é o sexto principal mercado do setor no mundo, e projeções apontam para um futuro de resultados cada vez mais promissores.

“A popularização do trabalho remoto foi ponto crucial para esse boom. Com as famílias passando mais tempo em casa, o número de adoções explodiu tanto que, atualmente, o Brasil já tem quase tantos animais de estimação quanto seres humanos. Investir em franquias nesse mercado, sobretudo agora, é apostar em um setor resistente, consolidado e com muitas chances de sucesso”, explica Sergio Zimerman, fundador e diretor executivo da rede Petz, uma das maiores franqueadoras da área, com 153 lojas espalhadas pelo país. A marca, que fechou 2021 com um lucro líquido de R$ 2,3 bilhões, projeta a abertura de mais 50 unidades no segundo semestre de 2022.

Outra gigante do setor, com mais de 390 unidades filiadas em todo o mundo, a norte-americana Petland&Co tem apostado suas fichas em um novo perfil de franqueado, amadurecido durante a pandemia: os pequenos empreendedores. “Pensando neles, lançamos um modelo de negócio mais enxuto e que demanda investimentos mais tímidos. São lojas com até 50 m² e financiamento inicial a partir dos R$ 190 mil, para serem instaladas no interior de postos de gasolina e supermercados”, explica o CEO da marca, Rodrigo Albuquerque. O plano é que esse novo passo permita à empresa alavancar o faturamento brasileiro aos R$ 470 milhões ainda neste ano.

 

Fachada de franquia da Petland - Foto divulgação

Fachada de franquia da Petland – Foto divulgação

 

E, se o novo normal lançou foco sobre novas possibilidades, também ampliou a demanda de muitas redes por investimentos mais robustos em digitalização. Operando há pouco mais de seis meses em Ribeirão Preto, a Doggi é uma rede de franquias de banho e tosa que foca todas as etapas de seu atendimento no universo online. “O agendamento de consultas e gerenciamento das lojas acontece exclusivamente por meio do nosso aplicativo, o que garante mais praticidade tanto para o cliente quanto para o franqueado”, revela Rodolfo Calvo, fundador e CPO da marca, que oferece ainda serviços de táxi dog com agendamento online. “Estamos trabalhando em uma ferramenta que permitirá ao tutor assistir ao banho de seu animalzinho ao vivo por meio do app”.

Para abrir uma unidade Doggi, é necessário desembolsar algo em torno de R$ 60 mil e contratar ao menos sete funcionários especializados no trato veterinário.

 

Foto iStockphoto