Resort Ponta dos Ganchos oferece imersão na natureza, privacidade e experiências gastronômicas únicas

Resort Ponta dos Ganchos oferece imersão na natureza, privacidade e experiências gastronômicas únicas

Resort Ponta dos Ganchos combina imersão na natureza, privacidade em quartos com design sofisticado, e experiências gastronômicas únicas.

Em uma área de 80 mil metros quadrados, no município Governador Celso Ramos, o Ponta dos Ganchos oferece exclusividade e perfeito distanciamento em 25 sofisticados e amplos bangalôs para casais, repletos de conforto, serviço impecável e uma vista inesquecível para o mar da Costa Esmeralda, no norte do estado catarinense. A apenas 65 quilômetros do Aeroporto de Florianópolis, o refúgio foi reconhecido como o melhor resort das Américas pela The Leading Hotels of the World e está entre os dez melhores hotéis do mundo também pela consagrada chancela.

Tanto reconhecimento não é à toa. Funcionários sempre atenciosos garantem uma experiência sem preocupações e de puro relaxamento. As diárias incluem um delicioso café da manhã em 10 tempos, sem horário para terminar e que muda todos os dias. Destaque para o ovo benedict e en cocotte com creme de tomate, bacon crocante e torrada de pão italiano; o sanduíche quente de brie com presunto cru e pesto; e o iogurte com uvas, quinoa e mel.

 

Visão aérea da praia privativa e da ilhota do hotel, onde acontecem jantares românticos. - Foto: Divulgação

Visão aérea da praia privativa e da ilhota do hotel, onde acontecem jantares românticos. – Foto: Divulgação

 

À beira da praia, com vista privilegiada e sob comando do chef José Nero, o restaurante do hotel apresenta uma cozinha contemporânea e serve almoço, petiscos pé na areia e jantar – com valores à parte da reserva. No menu, os frutos do mar reinam. Salada de figos caramelizados com queijo boursin de Nova Trento, vinagrete de vinho do Porto e pistache; e as vieiras grelhadas com velouté de pupunha gremolata e maracujá encantam entre as entradas. Para os pratos principais, opções como polvo grelhado com purê de mandioquinha, ervilha torta e molho hoisin, e o fettucine fresco de açafrão com frutos do mar al limone, tomate e manjericão proporcionam uma experiência completa.

Por falar em sensações únicas, o jantar também pode ser servido na pequena ilha em frente ao restaurante, que se liga ao resort por uma ponte verdadeiramente instagramável. Ali, a vista do pôr-do-sol é indescritível e, durante o outono e o inverno, é o ambiente perfeito para um café ou chá de fim de tarde à luz de velas.

Àqueles que preferem acompanhar bons momentos com vinho, o local sempre conta com as harmonizações do sommelier argentino German Bergondo. O Ponta dos Ganchos ainda possui um vinho produzido exclusivamente para o hotel, pela Fattoria Lavacchio, da região italiana da Toscana –, o blend de Merlot e Syrah surpreende com seu sabor aveludado.

 

Piquenique no Ponta dos Ganchos. - Foto: Divulgação

Piquenique no Ponta dos Ganchos. – Foto: Divulgação

 

Charme natural

Privacidade e descanso são possíveis em todas as seis categorias de hospedagem no Ponta dos Ganchos. O bangalô Vila, com aproximadamente 130 metros quadrados, dispõe de toalete duplo, sauna seca e uma jacuzzi cercada por portas e telhado de vidro, permitindo uma bela iluminação natural. Na área externa, o belo jardim emoldura uma deliciosa piscina climatizada de borda infinita ideal para vivenciar as belezas da região.

 

Área interna do bangalô Especial Esmeralda. - Foto: Divulgação

Área interna do bangalô Especial Esmeralda. – Foto: Divulgação

 

Para uma imersão ainda mais intensa na natureza da região, há duas trilhas dentro das dependências do hotel – a Trilha do Casqueiro e a Trilha da Veleza, ambas autoguiadas e sem grandes desafios, com cerca de 500 metros. Aos sábados, um guia acompanha os hóspedes pela Trilha da Praia de Fora, que acaba em uma praia deserta, que conta com 100 metros de areia brancas e água cristalina, de onde se pode avistar a Ilha Grande e a Praia de Palmas. Conhecido por ser o lugar onde pode-se observar o nascer-do-sol mais bonito da Costa, nos meses de junho e julho ao raiar do dia e no fim de tarde é possível ver a pesca artesanal da tainha .

 

Piscina com borda infinita. - Foto: Divulgação

Piscina com borda infinita. – Foto: Divulgação

 

O spa do Ponta dos Ganchos conta com produtos da grife Sisley Paris e oferece uma série de tratamentos para rosto e corpo que associam toda a parte sensorial dos óleos essenciais e extratos vegetais da marca ao poder da aromaterapia. Para o inverno, o resort abriu duas novas salas de spa e apresenta seu novo tratamento facial, o Huile Précieuse à lá Rose Noire, que protege a pele seca ou madura, combate ao estresse e hidrata. É necessário agendar as massagens relaxantes, assim como o período na ampla piscina aquecida do hotel e na academia – agora reservados em horários exclusivos para cada bangalô devido às medidas sanitárias da pandemia.

O cuidado com o meio ambiente faz parte da essência do Ponta dos Ganchos, que além de tratamento de esgoto, capta água da chuva para ser utilizada na jardinagem e recicla 100% do lixo. Os resíduos orgânicos passam por um processo de compostagem e depois são usados como adubo na horta do hotel. O reflorestamento é feito em 8% do terreno do resort, onde já foram plantadas mais de dez mil mudas de árvores nativas. Além disso, 90% da mão de obra do Ponta dos Ganchos são moradores locais.

 

Experiência pé na areia do Ponta dos Ganchos. - Foto: Divulgação

Experiência pé na areia do Ponta dos Ganchos. – Foto: Divulgação

As melhores harmonizações de vinho para o inverno

As melhores harmonizações de vinho para o inverno

Muito além do vinho tinto, a estação mais fria do ano também combina com espumantes e vinhos brancos.

Existem algumas verdades no mundo do vinho no Brasil, como o inverno ser associado ao vinho tinto e o vinho branco ser indicado mais vezes durante o verão. Embora tenha que me curvar diante da realidade do mercado, como apreciador e estudioso do vinho, devo dizer que não concordo totalmente com esses comportamentos.

 

Foto: Getty Images

Fondue de Queijos – Foto: Getty Images

 

Há diversos vinhos tintos para o verão, que oferecem frescor, é o caso dos Beaujolais, dos Pinot Noir novos, dos Garnacha, os Novello e os Grignolinos. Vender mais vinho no inverno é totalmente cultural e vem da percepção da maioria dos consumidores de que o vinho esquenta. Ora, duas latinhas de cerveja dão ao corpo a mesma quantidade de álcool que o vinho tinto, e o vinho branco também tem álcool – e é esse o componente que eleva a temperatura corporal. Sugiro, então, situações diferentes para você experimentar diversos vinhos na estação mais fria do ano, que tal?

Espumantes e vinhos brancos harmonizam muito bem com ostras gratinadas. Minhas sugestões para essas combinações são: Espumante LH Zanini (Mistral) e Chardonnay Venturini (site do produtor), ambos brasileiros e de excelente qualidade. Entre os importados, indico o Champagne Pol Roger ou o Chardonnay Bourgogne Blanc Joseph Drouhin (Mistral).

Diferente do imaginário popular, as fondues são ideais com vinhos brancos, como o tradicional Fendant da uva Chasselas, e um Riesling – indico o Pfaffmann Riesling Trocken (Weinkeller), o Dr. Loosen (Wine), ou ainda o brasileiro Miolo Single Vineyard Johannisberg.

As tábuas de queijos pedem vinhos brancos em 80% dos casos. Com um espumante e um Riesling ou Chardonnay, você resolve a maioria dos queijos na harmonização correta. Os tintos entram apenas para os queijos parmesão, os muito fortes, ou os azuis que pedem um tinto evoluído ou um Amarone –, os queijos azuis e os Auslese alemães de colheita tardia também são excelentes combinações.

Um bom e aconchegante risoto de funghi vai perfeitamente com um Pinot Noir. Para isso, três indicações: o Aurora Varietal Pinot Noir (Pão de Acúcar), o Talise Pinot Noir (Vinci Vinhos) e o Irancy do Domaine Clotilde Davenne, biodinâmico da Bourgogne (De La Croix).

Para uma bela carne de panela com seu molhinho apurado e batatas cozidas com sal grosso e alecrim, sugiro o Millésime Cabernet Sauvignon da Aurora (Pão de Açúcar), ou o Les P’tits Gars Rouge do Domaine Oratoire Saint Martin (De La Croix), vinho do Rhone de Grenache e Syrah.

Por último, a boa e velha canja de galinha, ou um Capelleti in bordo que, como aprendi em casa, vai muito bem com meia taça de vinho tinto no prato… esquenta na hora e você nunca mais vai querer uma canja sem vinho! Saúde!

 

LH Zanini, Miolo Single Vineyard Riesling Johannisberg, Talise Pinot Noir, Aurora Millésime Cabernet Sauvignon e Les P'tits Gars Rouge - Fotos: Divulgação

LH Zanini, Miolo Single Vineyard Riesling Johannisberg, Talise Pinot Noir, Aurora Millésime Cabernet Sauvignon e Les P’tits Gars Rouge – Fotos: Divulgação

Queijos artesanais incríveis na Serra do Japi

Queijos artesanais incríveis na Serra do Japi

Estabelecida desde 2016 em um sítio a 1.000 metros de altitude, em Cabreúva, a Pé do Morro produz seis variedades de queijos e mantém um espaço onde os visitantes podem armar agradáveis piqueniques.

Quando o descendente de húngaros, Érico Kolya criou a Pé do Morro, em um sítio de 15 hectares em Cabreúva, a ideia era apenas produzir aqui no Brasil os queijos que ele aprendeu a fazer no período em que esteve trabalhando em pequenos laticínios do interior da Suíça e da Alemanha. Mas com o tempo o projeto foi crescendo e, agora, além da queijaria, a pequena propriedade tem também oliveiras e videiras com uvas syrah que, nos próximos anos, serão a matéria-prima para os azeites e vinhos da marca.

Além disso, o sítio virou um hub de produtos da região. No empório que se abre para visitantes nas tardes de sábados, domingos e feriados – apenas quando as restrições impostas pela pandemia permitem, é lógico – é possível encontrar também cervejas elaboradas com lúpulo de Jarinu da Fermentaria Local, vinhos tintos da Di Pizzo (de Louveira), embutidos da Charcutaria Jundiaí e pães e geleias artesanais preparados ali mesmo, no sítio Pé do Morro.

 

Foto - Divulgação

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“A região aqui é cheia de pequenos produtores, elaborando alimentos especiais e de alta qualidade. Eu sou apenas mais um nesse grupo. Ninguém quer ser grande, fazer produtos para consumo em massa. Nosso maior interesse é preservar esse tesouro que é a Serra do Japi, com suas nascentes de água, a diversidade de sua fauna, sua capacidade de nos abastecer de ar puro e de chuva”, sintetiza Érico.

Ao chegar no sítio Pé do Morro, o cliente escolhe o que vai beber e comer no pequeno empório e depois pode se acomodar em uma das mesas montadas ao ar livre ou espichar-se no gramado da propriedade, com uma linda vista para as montanhas cobertas de mata nativa da Serra do Japi.

Mas as estrelas do passeio são mesmo os seis tipos de queijos que Érico produz a partir de suas sete vaquinhas das raças Jersey e Holandês, alimentadas a pasto, com capins especiais e ultraproteicos. O Lua se assemelha a um camembert, com aquela característica pele de fungo branco e uma massa mole e de sabor suave no “recheio”. O Sol é uma versão daqueles queijos alpinos de massa firme, maturado por 3 a 9 meses, com sabor levemente adocicado e algumas olhaduras.

 

Foto - Divulgação

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Tem ainda o Piá e o Granito, que nascem do mesmo processo, mas são maturados de maneira distintas: no final ambos ficam com sabor bem intenso, mas um tem a casca escovada e o outro ganha uma camada de mofo comestível em seu exterior. Já o Quina lembra um queijo da canastra, com massa macia, sabor suave e uma excelente opção para quem curte um bom queijo derretido no seu misto quente ou num hambúrguer, e o Quark é uma espécie de cream cheese, bem fresco e perfeito para ser espalhado numa fatia de pão tostado.

Para quem não quiser ir até o sítio, que fica a 85 km de São Paulo e a 55 km do aeroporto de Viracopos, a alternativa é comprar e degustar essas delícias n’A Queijaria (no bairro paulistano da Vila Madalena) ou no empório Sonhos de Queijo, no bairro de Barão Geraldo, em Campinas.

 

Foto - Divulgação

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Obras de Tarsila do Amaral aparecem em rótulos de vinhos

Obras de Tarsila do Amaral aparecem em rótulos de vinhos

Em parceria com a família de Tarsila do Amaral, marca apresenta rótulos com obras da artista.

Desde o início da pandemia o vinho tem forte presença na casa dos brasileiros. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Sommeliers do Rio Grande do Sul (ABS-RS) identificou um aumento de 86% no consumo da bebida entre meses de 2020, com foco nas produções nacionais, que ficaram em evidência por causa da alta do dólar. Nesse contexto, a marca Vinho 22 lançou a linha 22 Tarsila – rótulos com obras de Tarsila do Amaral – em parceria com a sobrinha-neta da artista.

Com a proposta de democratizar o acesso a itens que costumam ser mais elitizados, como vinhos e obras de arte, cada garrafa vem com um quadro da pintora modernista. “O casamento foi perfeito, unimos um produto que tem tudo a ver com arte, com uma artista que era também uma grande apreciadora de vinho, e a ideia vai ao encontro do principal esforço da Tarsilinha: introduzir o trabalho de sua tia-avó às gerações mais jovens”, conta Rodrigo França, co-fundador da Ohca (holding da qual a Vinho 22 faz parte).

Obras como “Abaporu”, “A Lua” e “Antropofagia” estampam vinhos de uvas também populares como Merlot, Pinot Noir e Chardonnay, à venda no site da marca. “As garrafas vêm com um QR Code para as pessoas saberem mais sobre os quadros. É uma maneira mais leve de conhecerem as obras e interagirem com elas”, diz Tarsilinha do Amaral.

 

Vinhos da linha 22 Tarsila - Foto: Divulgação

Vinhos da linha 22 Tarsila – Foto: Divulgação

 

Em 2022 fará 100 anos da Semana de Arte Moderna. O modernismo foi um movimento cultural que promoveu uma quebra de padrões anteriores, para valorizar a liberdade de estilo e a aproximação com a realidade. “Acreditamos que a Tarsila, um dos grandes nomes do movimento, conseguiu fazer com a arte exatamente aquilo que buscamos provocar no universo dos vinhos”, destaca Rodrigo.

Além da parceria com a Vinho 22, a sobrinha-neta da artista perpetua a obra de Tarsila do Amaral por meio de trabalhos sociais. Tarsilinha tem uma parceria com a ONG Pipa Social, no Rio de Janeiro, que auxilia pessoas que moram em comunidades a entrarem no mercado de trabalho por meio do artesanato – rendeiras reproduzem as obras da artista em bordados.

Em escolas, ela palestra há 20 anos para o público infantil. “Em seus quadros, Tarsila traz cores, visuais muito agradáveis e fáceis de serem entendidos. É até uma porta de entrada para que crianças estudem outros artistas. Eu acredito que acontecerá mais situações como essa com jovens adultos por causa dos vinhos”, finaliza Tarsilinha.

 

Tarsilinha, sobrinha-neta da artista, entrega livros de arte em escolas - Foto: Divulgação

Tarsilinha, sobrinha-neta da artista, entrega livros de arte em escolas – Foto: Divulgação

Bom de Copo: drinques e dicas para se refrescar em dias muito quentes

Bom de Copo: drinques e dicas para se refrescar em dias muito quentes

Para refrescar!

O calor veio para ficar! Um de meus programas prediletos é separar algumas leituras, como a edição da 29HORAS, algum artigo, um livro, um jornal, e ir para o sol. E como o que eu bebo é mesmo vinho, tenho uma série deles que funcionam como bebida refrescante.

Um dos campeões é o Portônica, você enche um copo “long-drinque” com gelo, coloca uma rodela de laranja, uma dose (eu coloco duas) de Porto Branco Seco, e completa com água tônica. Um espetáculo de drinque de verão! Funciona bem com o Jerez do tipo Fino ou Amontillado, e ainda com o Madeira Serial, e devo dizer que todos esses vinhos ficam maravilhosamente bem puros a 12ºC de temperatura.

Foto Getty Images | GMVOZD

Há inúmeros drinques que usam o vinho como base e misturam com outras bebidas, mas confesso que prefiro outras heresias, daquelas que todos fazem e poucos admitem, tipo colocar gelo no vinho. Saiba que sempre fiz! Em várias situações, por exemplo, um tinto que está muito pesado, muito denso, e o dia está claro e calor, ora, dois ou três cubos de gelo resolvem isso facilmente… outra coisa, ao sol, um cubo de gelo no vinho branco ou no espumante, não tem problema algum, você curte até mais! Claro que não se faz isso com produtos de grande qualidade, seria um desperdício, mas com vinhos comuns, não vejo problema e nem sinto culpa.

Na Itália certa vez um produtor amigo serviu um branco, e o vinho estava meio “chato”, faltando acidez. Sabe o que ele fez? Pegou uma casquinha de limão, torceu e jogou na minha taça, e assim o vinho ganhou acidez! Nossa, repeti essa operação diversas vezes para salvar vinhos que estavam pouco ácidos.

Em dias muitos quentes, também tenho costume de encher um copo “long-drinque” de gelo, com metade de vinho branco e completo com água com gás. Pronto, dá para virar o copo todo, como um delicioso refrigerante sem aquele retro gosto doce. Mais saudável e agradável. Experimente!

Também vale lembrar das sangrias (com vinho tinto) e dos Clericot (com vinho branco), em que se coloca pedaços de frutas com gelo, vinho simples e uma dose de algum licor. Faz o maior sucesso! Não há quem não goste.

Bons vinhos para se refrescar nesse verão que promete. Saúde!