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Luana Génot, fundadora do Instituto Identidades do Brasil, impulsiona a diversidade em empresas do Brasil

Luana Génot, fundadora do Instituto Identidades do Brasil, impulsiona a diversidade em empresas do Brasil

É com orgulho que Luana Génot se autodenomina “filha de políticas públicas da diversidade”. Nascida no bairro da Penha, zona norte do Rio de Janeiro, foi bolsista do Ciências Sem Fronteiras na University of Wisconsin, nos EUA, trabalhou como voluntária na campanha de Barack Obama em 2012 e, hoje, mestra em relações étnico-raciais, se movimenta para ampliar essas oportunidades aos seus. À frente do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), conecta estudantes e jovens negros e indígenas a oportunidades de bolsa de estudo e ajuda empresas a acelerarem a promoção da igualdade racial dentro do ambiente corporativo.

 

Foto Kasmirski

 

“A negritude nos afasta do mercado de trabalho. O que fazemos no ID_BR é tentar romper essa estrutura, oferecendo consultorias e treinamentos que incentivem as empresas a um ambiente com mais diversidade e receptividade”, explica. Atualmente, o instituto auxilia cerca de 50 empresas nacionais, sendo 40% do setor varejista. “Essa é a área que mais busca nossos workshops, sobretudo após as tragédias racistas que envolveram George Floyd, nos Estados Unidos, e João Alberto Silveira, em Porto Alegre”, comenta.

Neste mês, Luana, que também é escritora e apresentadora, planeja o lançamento de um livro, “Mais Forte”, pela editora Companhia das Letras. “É uma reflexão sobre as vivências cotidianas que moldaram nosso povo corajoso”, afirma ela, que também aguarda a estreia de novos episódios da terceira temporada de “Sexta Black”, mesa redonda que comanda no canal do YouTube do GNT. “O programa é um convite a discussões sobre identidade, seja ela marcada pela racialidade, preta, amarela, indígena, ou por questões de gênero e orientação sexual”, pontua. Para essa nova temporada, Luana recebe nomes como os atores Mauro de Sousa e Emílio Dantas, a artista indígena Djuena Tikuna e a deputada estadual Erica Malunguinho.

Mãe de Alice, de quatro anos, a empresária é afeita às pequenas conquistas e convicta das grandes mudanças. “Eu comemoro cada passo, mas ainda sonho com um futuro grande. Quero que minha filha cresça e encontre um mercado de trabalho com 50% de pessoas pretas em cargos de liderança, no mínimo. Que ela tenha em quem se inspirar e possa inspirar muitas outras!”

Escolas e ateliês da capital paulista incentivam a criatividade em aulas culturais

Escolas e ateliês da capital paulista incentivam a criatividade em aulas culturais

O confinamento de muitos meses, aliado à suspensão das aulas presenciais, incentivou muitas crianças a encontrarem novas brincadeiras que, de preferência, não envolvessem sair às ruas. Agora, com o avanço da vacinação e o retorno gradativo das atividades culturais, já é possível pensar em diversão para além da sala de casa. Em São Paulo, escolas de arte acompanham esse movimento de retomada e aliam lazer e aprendizado em aulas para todos os gostos e idades.

 

Foto Divulgação | Peça “A Christmas Carol” do Estúdio Broadway

 

No Estúdio Broadway, como o nome já anuncia, os alunos são apresentados ao universo mágico do teatro musical. Localizado no Morumbi, o espaço é dirigido pela bailarina e coreógrafa Fernanda Chamma, que esteve por trás de espetáculos como “A Família Addams” e “Mudança de Hábito”. A escola oferece aulas de canto, interpretação, jazz e sapateado para crianças a partir dos sete anos de idade. Com a proposta de formar pequenas estrelas, os cursos são ministrados por profissionais reconhecidos no segmento, como o ator e dublador Arthur Berges (de “Escola do Rock”), a bailarina Mariana Nogueira (de “Cantando na Chuva”) e a própria Chamma. As matrículas ficam abertas durante o ano todo e podem ser realizadas no site www.estudiobroadway.com.br.

Já na escola de artes criativas Gare, na Vila Mariana, os pequenos são convidados a exercitar a imaginação por meio das artes plásticas. Tem curso de desenho, pintura a guache, ilustração digital, design de moda e até oficinas de história em quadrinhos, para produção de roteiros e criação de personagens em cartum. Funcionando, no momento, em modelo híbrido, com aulas presenciais e online, a Gare possui ainda um espaço próprio para exposição dos trabalhos desenvolvidos pelos jovens artistas. Toda a programação pode ser acompanhada em www.garecultural.com.br.

E se a intenção é gastar a energia acumulada nesses meses de isolamento, uma possibilidade é apostar nas experiências lúdicas do Galpão do Circo, na Vila Anglo. Há opções para todas as faixas etárias: dos quatro aos sete anos, os alunos são introduzidos ao universo circense com brincadeiras e exercícios de coordenação motora e consciência corporal; dos seis aos nove, se aventuram em aulas de ginástica artística; e dos oito aos doze, podem se arriscar em cursos de modalidades aéreas, como trapézio e tecido acrobático. Ao final de cada módulo, o aprendizado é celebrado em apresentações abertas às famílias. A grade de aulas está disponível no site www.galpaodocirco.com.br.

 

Foto Divulgação | Apresentação de alunos do Galpão do Circo