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Com arquitetura e comida típicas do país europeu, Holambra é ideal para descanso e está próxima a grandes cidades

por | dez 16, 2020 | Hospedagem, Passeios, Turismo, Viagens | 0 Comentários

Com apenas 15 mil habitantes, a 36 quilômetros de Campinas e 130 da capital paulista, Holambra é lembrada pelo Festival das Flores, mas tem muito a oferecer aos visitantes durante todo o ano. Cercada por referências ao país holandês, a arquitetura típica é observada nas casas da rua Dória Vasconcelos (ponto de parada para fotos) e no Moinho dos Povos Unidos, que com dez andares (sendo seis abertos à visitação) e 38 metros de altura, é considerado o maior da América Latina.

 

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Sanduíche Spek en Gouda, do Hoek Burger – Foto divulgação

 

A cidade possui um circuito gastronômico com comidas do país em simbiose com o Brasil. É o caso do Hoek Burger, fundado por Gabriel Rocha. Hoek, que significa “esquina” em holandês, oferece saborosos sanduíches como o Spek en Gouda, com queijo Gouda, bacon e maionese. Além de entradas típicas holandesas, como a Patat Speciaal (batatas fritas temperadas) e a Mini Frikandel, salsichas tradicionais do país com ketchup e curry, maionese da casa e cebola picada; e sobremesa, como o stroopwafel, que na casa é servido com sorvete e nutella entre duas bolachas.

Inaugurado em 2019, o Hotel 1948 é uma ótima parada para descanso após um dia em Holambra. As referências ao país europeu se dão na numeração 1948, data da imigração holandesa no Brasil, e na fachada do hotel, que possui uma arquitetura repaginada das clássicas casas. São treze acomodações, todas com varanda e uma pequena cozinha. As entradas dos quartos são independentes, e não conectadas por um corredor, e o self check in e check out garante maior segurança e praticidade aos hóspedes.

 

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Hotel 1948, em Holambra – Foto divulgação

 

Flores sempre vivas

Moradora da região, Marina Pierobom vive de suas habilidades manuais. Formada em Turismo e Administração, a Naná, como é conhecida, decidiu ter uma vida mais tranquila longe de São Paulo e do antigo trabalho em uma multinacional. Na nova cidade, trabalha na secagem de flores para produzir arranjos mais duradouros em sua própria loja.

Criou a Lá da Naná em 2015, em Holambra e, desde então, com as técnicas aprendidas em cursos de botânica, se dedica a produzir pendentes, arranjos, topos para bolos e kits “faça você mesmo” com flores secas. Para este fim de ano, elaborou um pequeno enfeite de natal, feito de pinha, flores e musgos, para que crianças (e adultos) possam presentear, enfeitar suas casas e desenvolver seus lados lúdicos com materiais naturais. Para 2021, Marina planeja ministrar um curso online com aulas sobre secagem e acessórios com flores. “Para que outras pessoas, assim como eu, consigam desenvolver uma nova habilidade como hobby ou até mesmo ter sua própria marca”, conta. Os produtos são vendidos no site ladanana.com.br e no Instagram @la_da_nana.

 

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Arranjo da loja Lá na Naná – Foto divulgação

 

 

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