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Restaurante da Tia Nice leva a culinária orgânica à periferia paulistana

Restaurante da Tia Nice leva a culinária orgânica à periferia paulistana

À frente do restaurante Organicamente Rango, Cleunice Maria de Paula leva a culinária orgânica para a periferia de São Paulo.

A chef Cleunice Maria de Paula transborda simpatia. Não é à toa que, para os vizinhos da “quebrada”, é simplesmente Tia Nice. Figura maternal e potente, ela já foi empregada doméstica, manicure e hoje comanda o Organicamente Rango, primeiro restaurante 100% natural do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo. No cardápio, pratos tradicionais da culinária caseira ganham nova roupagem, com ingredientes saudáveis e uma montagem caprichada e sem frescuras.

 

Tia Nice - Foto: Léu Britto

Tia Nice – Foto: Léu Britto

 

Foi durante um curso de gastronomia vegetariana no Senac que Nice ouviu pela primeira vez o termo “desertos alimentares” (locais com difícil acesso a alimentos in natura), e descobriu que vivia em um deles. “Aqui na comunidade você não acha opção de comida saudável, não tem”, conta. Então, com a ajuda do filho e empreendedor, Thiago Vinícius – que foi vencedor neste ano do prêmio 50 Next como jovem que contribui para o mundo gastronômico –, decidiu colocar a mão na massa. Em 2019, abriu o próprio restaurante orgânico. O prêmio foi concedido pela prestigiada revista britânica “Restaurant“, que todo ano edita a lista dos World’s 50 Best.

“A maior parte dos ingredientes que eu uso para cozinhar são de agricultura familiar”, diz. Esse foi o caminho que a chef encontrou para, além de tornar os preços dos pratos mais acessíveis, criar uma rede de apoio dentro da comunidade. “Quando a gente se ajuda, todo mundo ganha”, explica.

Das carnes às opções vegetarianas, todas as delícias do menu viram pratos para delivery ou marmitas para doação. “Na pandemia, recebemos vários caminhões com ingredientes de doação. Preparamos mais de 22 mil quentinhas para as famílias”, comenta, orgulhosa. Para este ano, Nice prevê a entrega de mais de 16 mil refeições até o fim de outubro.
Os planos para o futuro são muitos. “Quero ter minha própria horta e expandir o delivery para a região de Pinheiros”, conta. Em parceria com a ONG Gastromotiva, a chef também planeja dar aulas de gastronomia para jovens de seu bairro. “Quero mostrar para eles que cozinhar salva”, finaliza.

 

Tia Nice - Foto: Léu Britto

Tia Nice – Foto: Léu Britto

Clubes de assinatura levam os sabores da fazenda até você

Clubes de assinatura levam os sabores da fazenda até você

Clubes de assinatura de produtos de fazenda revelam duas tendências da gastronomia – o delivery e a valorização dos produtos frescos – unidas a um propósito: levar a boa alimentação direto do campo à mesa. Com o impulsionamento do e-commerce durante a pandemia, curadoria de queijos a azeites, passando pelo café, são algumas das diversas opções disponíveis online, que chegam rapidamente em casa. Conheça algumas das deliciosas opções com entrega na região de Campinas:

 

Foto - Divulgação

Foto – Divulgação

 

Clube do Azeite

Portugal, Espanha, Grécia, Brasil e diversos países são possíveis de conhecer por meio de um produto milenar: o azeite. Criado em 2012 por Marcelo Loureiro de Sá, o Clube do Azeite surgiu a partir das conversas gastronômicas entre familiares e grupos de amigos em volta da lareira. Desde então, mensalmente são enviados rótulos gourmets: “Azeites de alta qualidade sensorial e procedência, com método de extração a frio”, explica Sá. Na caixa (R$ 169) também são entregues um brinde surpresa e um descritivo sobre o produto selecionado. Para Sá, ao provar um azeite, é preciso se atentar aos possíveis defeitos (como mofo, ranço e queimados) e aos atributos positivos (se é um azeite frutado, picante ou amargo).

 

Foto - Getty Images

Foto – Getty Images

 

Clube Café

Da carência de cafés frescos e de qualidade em supermercados, há quase 10 anos, surgiu a oportunidade de concretizar o clube de assinatura que Luiz Cruz idealizava. “Temos a garantia de um café fresco, já que produzimos uma vez ao mês especialmente para a entrega”, conta. Os grãos são colhidos, torrados e moídos no cerrado mineiro, direto da fazenda de Cruz e de seus sócios, garantindo cafés diferenciados. Os assinantes podem escolher entre dois tipos de benefícios: o Arrojado (R$ 34,90) e o Clássico (R$ 44,90). “O que define o sabor do café é o nível da torra”, explica. Assim, o primeiro tipo traz um café gourmet, “com torras médias e variedades de cafés, o sabor muda todo mês”. Já o tipo Clássico conta com torra escura, assim mantém o sabor sempre. Um dos diferenciais do clube é que o cliente pode escolher o tipo de moagem e a quantidade que deseja receber no mês (de 250g a 1kg). Para melhor proveito das bebidas, Cruz recomenda o não uso de adoçantes e o consumo do produto em até um mês, para a conservação dos aromas.

 

Foto - Divulgação

Foto – Divulgação

 

Caixa Colonial

Em 2017, o casal Jeferson Jess e Andréa Sígolo compraram um kombi e aumentaram a quilometragem do veículo para mais de 8 mil em uma viagem saindo de Curitiba, que durou dois meses. Nesse tempo, a dupla visitou diversas cidades do país, onde conheceram fazendas, produtores e degustaram comidas típicas. Assim surgiu a Caixa Colonial, um clube de assinatura mensal que resgata os locais visitados e seus deliciosos alimentos, a partir de R$ 149. “Junto ao kit, que contém de 5 a 6 itens, enviamos um encarte contando as histórias dos produtos e produtores”, explica Jess. Para além da alimentação, o casal vê o clube como um meio de estimular os comércios locais, a agricultura familiar e incentivar o turismo por meio da gastronomia. “Antes da pandemia, muitas pessoas iam conhecer as cidades do kit que haviam recebido”. Do chucrute de Pomerode (SC) ao cupuaçu glaceado de Ilhéus (BA), todos os meses a caixa varia. Para maio, a cidade escolhida foi Castro (PR) e é possível acompanhar os alimentos que serão entregues no instagram.

 

Foto - Divulgação

Foto – Divulgação

Delivery em São Paulo: opções para comer bem sem sair de casa

Delivery em São Paulo: opções para comer bem sem sair de casa

Já que não podemos visitar nossos endereços favoritos, nos resta descobrir a quem recorrer para manter o paladar satisfeito em casa. 

É incrível como o paulistano adaptou o seu prazer de comer bem e a curiosidade do seu paladar ao novo normal que essa pandemia trouxe. A avaliação da refeição vai além da qualidade da comida. Há agora um novo fator tão importante chamado “entrega”. E essa entrega leva em conta não somente a rapidez do serviço, mas também a apresentação e a qualidade da embalagem.

É isso que irá determinar se podemos pôr a refeição diretamente na mesa ou se a falta de estética irá pedir para mudar o suporte, e se devemos ou não esquentar o pedido que pode ter esfriado. Por isso, os restaurantes se esforçam para garantir que clientes ora conquistados pela qualidade não deixem de consumir por problemas relativos ao delivery. Tanto que muitos estabelecimentos definem rigorosamente, e com razão, o raio de entrega.

Aqui vão algumas boas sugestões para diversos estilos de culinária que testei em casa nesse último mês. Todos aprovados em ambos os critérios, qualidade de produto e de delivery.

Começo pelo que me parece mais difícil de consumir em casa: o churrasco. Não costumo pedir, mas os cortes que melhor viajam são costela e cupim, isso é uma certeza. No Lolla Meets Fire, no Itaim, essas carnes vêm defumadas, com farofa e salsa creola ou abóbora e cebola na brasa. Por falar em costela, dessa vez suína, a do Outback (aquela com molho barbecue) também chega bem, mesmo de madrugada.

Outra pedida que pede mais precaução são as massas, que correm sério risco de passar do ponto. O Ristorantino, nos Jardins, é o campeão. Entrega um Cacio & Pepe (a massa é tonnarelli) de primeira e com ótima apresentação.

Entre os japoneses, gosto do Kenzo, na Liberdade, que já elogiei em outra coluna, e tenho outra boa surpresa, o Kosho, na Vila Nova Conceição. Além da qualidade, a embalagem é muito boa e traz, por exemplo, um temaki desmontado em compartimentos separados para você montar em casa. Assim a alga não perde a crocância e os sabores continuam distintos. Ainda trazem algo inovador: os “Kosho box” (foto), são cinco opções de box com os pratos desmontados que variam conforme a complexidade e o nível de conhecimento do cliente, todos separados em caixas com vários andares.

 

Kosho box - opção de entrega do restaurante Kosho

Foto divulgação

 

Para peixes e frutos do mar, o Rufino’s continua imbatível. Tanto na qualidade quanto na embalagem primorosa. O risoto de frutos do mar, o robalo no vinho branco ao forno com legumes ou a tamarutaca à húngara são excelentes. Conseguem até mandar aquele couvert maravilhoso, tudo separadinho. Um luxo!

E falar de delivery sem falar em pizza ficaria incompleto, né? Pois a minha melhor surpresa nessas semanas foi a Iza Padaria Artesanal. Isso mesmo, a padeira premiada como a melhor da cidade pela Veja SP. São discos individuais feitos com farinha italiana e fermentação natural. Vá de marinara, gorgonzola verano ou de berinjela com queijo de cabra. Surpreendentes!

Para fechar essa coluna lembro que é importante levar em conta a distância do restaurante até a sua casa… não existe entrega milagrosa.

Bon appétit e até!

Uma lista de bons delivery no confinamento

Uma lista de bons delivery no confinamento

Após alguns meses de novo mundo, aprendemos algumas lições que vão tornando a rotina mais eficiente e mais gostosa com o delivery.

Já se passaram cinco meses desde que o confinamento e o mínimo de contato com os outros virou sinônimo de bom senso. Entre outras mudanças de comportamento para o bem geral da nação tivemos que mudar drasticamente a nossa rotina quando o assunto é alimentação. Também tivemos de repensar nossos hábitos quando o assunto é diversão. E, para quem considera um dos maiores prazeres da vida, comer fora e conhecer novos lugares junto com os amigos e familiares relaxando e se divertindo, o golpe foi pesado.

Em outras palavras, para a gente a porrada foi forte. Isso com o devido respeito à minoria que não partilha desse conceito de prazer e diversão. Apesar que provavelmente essa turma não deve ler esta coluna.

Sabemos também que essa volta gradual à normalidade tem gerado muitas decepções pela própria dificuldade dos restaurantes de se adaptarem às restrições e à nossa bizarra percepção das mudanças nesses ambientes. Além de termos que transferir os cardápios para nossos telefones ainda temos dificuldades para achar normal clientes e funcionários com aparência de enfermeiros.

 

Delivery do restaurante koreano Komah

 

Por isso acho valioso algumas dicas de restaurantes que conseguem fazer a experiência do delivery valer a pena. Menciono apenas representantes das culinárias que julgo viáveis de manterem qualidade no sistema de entrega e, muito difíceis de preparar em casa. Também não falo nem de pizza e nem de sanduíches porque todos nós já selecionamos nossos prediletos(as) nos últimos anos.

Quando a pedida é japonês, cada um frequenta o de sua preferência e já deve ter testado a entrega, mas eu desafio os amantes do sushi e do sashimi a encontrar algum que supere o Kenzo. É maravilhoso, para japonês exigente comer de joelhos. Outra pedida surpreendente é de bandeira koreana. O chefe Paulo Shin elevou essa culinária ao patamar das mais apreciadas e conseguiu montar um envelope de delivery à altura da experiência in loco. Não deixe de pedir o Bibimbap (arroz de alga com ovo a 63 graus, e legumes/cogumelos) e Galbi Jim (costela bovina braseada com shoyu e gengibre).

Se a bandeira for árabe é difícil bater o Misky. Tudo é bom, mas só eles têm a esfiha de ricota com cebolinha (que parece um travesseiro) e uma kafta de cordeiro no espeto única. Sem contar os tradicionais doces e o malabi (manjar de misky) com ameixa ou damasco.

Agora, se o desejo for puro e simplesmente de peixe e frutos do mar só existe uma e única opção no patamar da excelência: Ruffino’s. O delivery consegue manter toda a elegância e todo o sabor, desde o couvert (várias vezes o melhor da cidade), até os peixes e crustáceos ao forno ou grelhados. A entrega é minuciosa e os recipientes utilizados são tão competentes que podem ir direto pra mesa. Sou muito fã.

Por fim, se o desejo for bem brasileiro, a feijoada (light ou não) do Dinho’s é insuperável. Não deve nada para a que se come in loco e ganhou tantas vezes a melhor de São Paulo. Tudo separadinho, perfeito e no ponto. Não recomendo carne de lugar algum (seja com molho ou de grelha) porque não viaja bem e sempre será decepcionante ao chegar. Carne se come saindo do fogo, não tem jeito.

Garanto que com essas sugestões vocês terão boas experiências e momentos de alegria. Bom apetite e até!

Restaurantes locais de Campinas investem em atendimento personalizado

Restaurantes locais de Campinas investem em atendimento personalizado

A GASTRONOMIA faz parte do DNA de Campinas. Antes da Covid-19, o número de eventos focados no turismo gastronômico triplicou nos últimos três anos. Um levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico mostra que em 2017 foram realizados 11 eventos desse tipo na cidade, número que subiu para 17 no ano seguinte e para 19 no ano passado. Além de sediar festivais e encontros, Campinas abriga restaurantes locais de chefs renomados, como o Duke Bistrot, de Erick Jacquin, grandes redes e iniciativas locais que têm se reinventando durante o isolamento prolongado. Veja a seguir alguns desses bons serviços de delivery da cidade:

 

Com todo cuidado 

Ainda para aqueles que apreciam boas opções picantes, o restaurante asiático Lagundri intensificou o serviço de entrega também para as cidades próximas a Campinas, como Itatiba, Paulínia, Valinhos e até Sorocaba. “Não medimos esforços!”, enfatiza o dono, Ricardo Amaral. A casa pretende seguir apenas na modalidade de delivery e retirada até o fim da pandemia. “Quando houver cura ou tratamento eficaz para este vírus, vamos reabrir”.

De quinta a sábado, o restaurante oferece jantar e aos domingos, almoço. Os destaques são o Satay Kai, espetinhos de frango com curry e amendoim; o Ninhos do Dragão, canapés empanados feitos com as carnes do pernil suíno e camarão envoltos em alga Nori; além do Mie Goreng, um clássico indonésio. Para todos os pratos, os clientes customizam o grau de pimenta de 0-4 e, para curries, de 1-4. O Thai Banana Soup feito com bananas, leite de coco, especiarias e sorvete; e o Gulab Jamun, um bolinho de leite indiano servido em calda com especiarias, são doces que surpreendem para a sobremesa. Os pedidos devem ser feitos no WhatsApp (19) 98254-3545.

Rua Sampainho, 58 – Cambuí, Campinas

 


 

Do shopping à mesa

Para o almoço e jantar de toda a família, o Coco Bambu de Campinas atende todos os dias com uma frota de motoboys própria, que agiliza a entrega. O menu foi adaptado para o delivery e o Camarão Coco Bambu, prato com camarões recheados com catupiry e empanados, servidos com arroz ao molho branco, em duas versões para 3 ou 6 pessoas; e o Bacalhau com Natas, um lombo de bacalhau em lascas sobre fatias de batata inglesa envolvido em nata e gratinada com parmesão, são alguns dos queridinhos do público da cidade.

Para a sobremesa, a clássica Cocada de Forno e o pudim ao leite com ameixas, que está disponível em tamanho individual e grande, são os destaques. Os pedidos podem ser feitos pelo Ifood e pelo telefone 3252 8844, e o restaurante também está aberto para retiradas.

Shopping Iguatemi, Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina, Campinas

 

 


 

Nápoles na geladeira

A Lastro Pizzaria é especialista em pizzas napoletanas de longa fermentação. As massas são feitas a partir de farinha italiana tipo 00 e passam por um processo de 48 horas de fermentação antes de serem assadas no forno a lenha. O delivery opera exclusivamente via iFood, todos os dias da semana, das 18h às 23h.

No início de julho, uma nova linha de produto foi chamada, a Lastro Vouto, pizzas embaladas a vácuo, prontas para serem assadas no forno, que duram até 3 dias na geladeira e são muito práticas. “As pizzas levam menos de 20 minutos para ficarem prontas. Preparamos uma cartilha simples com todas as instruções, auxiliando o cliente a realizar esse preparo. É uma forma que encontramos de atender essa demanda e, ao mesmo tempo, levar a experiência para a casa”, conta Daniel Gaio, sócio da Lastro Pizzaria. O destaque do cardápio semipronto também é o Kit Burrata, que contém burrata, molho de tomate, molho pesto, tomatinhos cereja, folhas de manjericão e um corniccione.

Av. Santa Isabel, 570 – Barão Geraldo e Rua José Villagelin Junior, 19 – Cambuí, Campinas

 

 


 

Volta ao mundo culinária

Na mitologia indiana, os wãlakhilyas são seres pequenos e fortes, como os condimentos que dão cor e sabor aos pratos. O Wãlakkhilya Kafé & Bistrô é um restaurante que valoriza a presença dos temperos nos pratos com inspiração na Ásia e no leste europeu. Além de executivos para o almoço de segunda a sexta, o cardápio oferece opções livres de glúten e lactose, grelhados, massas, saladas, chás especiais, sucos funcionais, sobremesas e até cervejas artesanais – tudo entregue pelas chefs da casa, Gabrielle Beatriz Jung e Flávia Palmonari. “Preferimos fazer dessa forma, para garantir a segurança de todos, nossa e dos clientes, assim reduzimos o risco de contaminação no transporte. E oferecemos um atendimento mais cuidadoso, completamente personalizado”, conta Flávia.

Os destaques da casa são o arroz tailandês nas versões com camarões e cogumelos, mignon e vegano; e o Goulash, um prato executivo com inspiração na culinária húngara, com carne marinada na cerveja, páprica picante e alecrim, acompanhada de arroz com açafrão. Para a sobremesa, as deliciosas tortas de maracujá e de limão cobertas com chocolate amargo são as queridinhas do público, além do pão doce com amêndoas laminadas, passas e açúcar mascavo. Os pedidos devem ser feitos diretamente no número (19) 998141-9384.

Av. Santa Isabel, 1834 – Vila Santa Isabel, Campinas