Chef Claude Troisgros celebra seu 45 anos de Brasil ressuscitando clássicos do Olympe e inaugurando restaurante no rooftop de um prédio histórico na Bahia
Em 1979, o jovem francês Claude Troisgros desembarcou no Brasil, ou melhor, no Rio. E, durante décadas, comandou a cozinha do Olympe, no Jardim Botânico, restaurante batizado com o nome de sua mãe italiana. Agora, para celebrar seus 45 anos nos trópicos, o chef serve até o fim do ano no Chez Claude alguns dos pratos que fizeram a história do Olympe, que foi um dos primeiros restaurantes brasileiros a receber uma estrela Michelin, mas fechou suas portas durante a pandemia.
Chef Claude Troisgros – foto divulgação
Entre esses pratos estão o vermelho crocante com berinjela ao mel; as vieras com palmito, vinagrete de mostarda Dijon e doce de leite; a codorna recheada com farofa de ervas e molho de uva; as ostras com tucupi e sagu de shoyu; o magret de pato com endívias grelhadas e purê de maracujá; ou ainda o rigatoni com ragu de cavaquinha e aspargos. Para adoçar o final da refeição, o festival “Saudades do Olympe” ressuscitou a famosa torta de maçãs com crumble de amêndoas e sorvete de baunilha.
Ostras com tucupi e sagu de shoyu do Olympe – foto divulgação
E, ao mesmo tempo em que celebra seu passado mais recente no Rio, o chef inaugura seu primeiro endereço em Salvador, na Bahia. Instalado no rooftop do Palacete Tira-Chapéu, numa esquina da icônica Rua Chile, o restaurante Pala-7 (nome que faz referência ao jeito que Claude pronuncia o apelido da construção histórica onde está instalado, erguida em 1917) foca em grelhados e em receitas de sotaque mediterrâneo. “Vamos ter muito peixe, lagosta, mexilhões e carnes bovinas, tudo preparado na brasa — inclusive um prime-rib maravilhoso —, e massas leves e aromáticas, como os franceses e italianos gostam de consumir no verão, à beira do mar. Vai ser um local com a minha cara, com receitas que adotam técnicas europeias e valorizam os ingredientes brasileiros”, resume Claude.
Todo reformado, o edifício de arquitetura art nouveau agora abriga, além do Pala-7, uma filial da livraria alemã Taschen, um cigar bar para quem quiser conhecer e apreciar charutos Made in Bahia, uma filial da confeitaria paulistana Casarìa, um restaurante de comida baiana, um bar de drinques, uma cervejaria da Heineken, um bar de tapas ibéricos e muito mais.
Salão do restaurante Pala-7 – foto divulgação
Chez Claude
Rua Conde de Bernardotte, 26, Leblon.
Tel. (21) 3579-1185.
Cresce a busca por experiências inusitadas e o Marrocos está entre os destinos do momento pela proximidade com a Europa e pela garantia de tempo ensolarado
Não é novidade que, em contraponto à busca pelos já conhecidos destinos badalados, a procura por um turismo mais consciente, raiz e conectado com a natureza tem crescido muito. Foi a partir da pandemia que se intensificou o interesse por lugares como Nova Zelândia, Austrália, Machu Picchu e até mesmo Islândia.
O Marrocos sempre foi visto pelos europeus, principalmente pelos franceses, como uma opção de escapada com a certeza de tempo ensolarado e a apenas 3 horas de voo (e a 90 minutos de Lisboa). Tanto as praias de Tânger como as de Agadir encantam o público com charmosos hotéis do tipo riads (palacetes tradicionais) em Marrakesh, Casablanca ou Taroudan. Sem contar que quase todo mundo ali fala francês – esse era o destino preferido e residência de Yves Saint Laurent fora da França. Aliás, uma visita à residência que ele viveu por 40 anos com o seu companheiro Pierre Bergé, com museu e belos jardins, é obrigatória.
Tendas com piscina e muito conforto da hospedagem Les Roches Noires, no Marrocos – foto Georges Henri Foz
Em novembro fui convidado para um casamento da turma dos nômades digitais em um lugar muito diferente a 40 quilômetros de Marrakesh, em direção à Cordilheira do Atlas, chamado Les Roches Noires. O evento consistia em três dias de festa, de convívio e de comemorações em um acampamento no Deserto de Agafay. Os camps são estruturas montadas em regiões aparentemente inóspitas, onde não há luz elétrica e nenhuma construção – há somente tendas para abrigar os quartos, o restaurante e o lounge que atende uma linda piscina de borda infinita.
As amplas acomodações garantem todo o conforto possível no melhor estilo berbere, a começar pelos tapetes que forram a estrutura e pelas peças de decoração africana. Camas king size e banheiros com chuveiros também fazem um contraponto com o isolamento do local – que é inteiramente iluminado com lâmpadas marroquinas, o que faz o hóspede ter um gostinho de como os exploradores se sentiam.
Almoços e jantares trazem invariavelmente pratos locais como tagines, couscous e michui de cordeiro acompanhado de legumes assados e saladas com romãs e especiarias locais. Tudo acompanhado por um serviço delicado como em todo o camp e o Marrocos em geral. É um povo de uma gentileza extrema!
Passeio de balão no Marrocos – foto Georges Henri Foz
Em uma estadia normal, o máximo de atividade que você encontra por ali é a opção de andar a camelo ou balão, que é uma vivência maravilhosa, ou participar de uma aula de astronomia sob um céu excepcional. Não é à toa que a procura por esse tipo de experiência está em alta, seja para realizar um evento ou para simplesmente desconectar de todo e qualquer ritmo.
Inspire-se e até!
Com ênfase no local, o empório Daqui reúne produtos como chocolate, mel, queijos, doces, especiarias a granel e cachaças, feitos em Paraty mesmo ou nas vizinhas Cunha e São Luís do Paraitinga
O mais novo mix de loja e café do Centro Histórico de Paraty proporciona uma imersão nos aromas e sabores da região. Com ênfase no local, o empório Daqui reúne produtos como chocolate, mel, queijos, doces, especiarias a granel e cachaças — tudo feito artesanalmente em Paraty mesmo ou nas vizinhas Cunha e São Luís do Paraitinga.
Com um ambiente charmoso e acolhedor, que remete aos antigos armazéns, o café tem um menu sucinto, com receitas que evocam as memórias da culinária local. Não deixe de provar o bolo Manuê, receita tradicional da cidade, com melado e milho, e a torta Jorge Amado, com cravo, canela e merengue de cachaça. Outra boa pedida é a tábua de charcutaria da Casa das Meninas, com embutidos e queijos da estação, azeite, flor de sal, tapenade de azeitonas, pão de nozes e amêndoas, chocolate amargo e uma dose de vinho Cabernet Sauvignon.
foto divulgação
Empório Daqui
Rua Tenente Francisco Antônio, 84, Centro Histórico, Paraty.
Tel. (21) 3030-7199.
Na Economia Criativa, gosto pela inovação, apetite por empreender, coragem para investir e prazer em aproveitar oportunidades compõem a receita para diversificar com sucesso
Na raiz da criatividade estão a curiosidade e a coragem, qualidades que, quando se juntam, resultam em um movimento constante e nenhum respeito por fronteiras. Por isso, é fácil entender por que algumas pessoas se destacam quando se trata de apostar em empresas ou setores que podem ser diferentes de sua formação ou especialidade.
Cheguei a essa conclusão observando o meu comportamento e o dos meus sócios. Sou formada em Jornalismo e Psicologia, fiz carreira como executiva e sempre fui muito inquieta e curiosa. Quando decidi empreender criando uma agência de Marketing de Influência, a Mynd, chamei a Preta Gil para ser minha sócia.
Cantora, entertainer e empresária, Preta tinha experiência no mundo da Publicidade e entendia as métricas das redes sociais, mas ela sabia que estava entrando em um território que, em 2017, ainda era desconhecido por muitas pessoas. Mesmo assim, fomos em frente e, hoje, a Mynd é líder em entretenimento na América Latina.
A empresária Fátima Pissarra ao lado da chef Carmen Virgínia e da cantora Luísa Sonza – foto Rogerio Gomes
A soma das experiências de cada um dos sócios fez nossa “unique selling proposition” ganhar uma dimensão ampliada e conquistar resultados exponenciais em impacto, prestígio e entrega para os talentos e as marcas. Nosso foco sempre foi enfrentar cada desafio, colecionar aprendizados e fazer mais e melhor.
Todos somos seres múltiplos e cheios de possibilidades e é super divertido ir corajosamente até onde ninguém foi antes. Venho desse planeta dos pioneiros — participei do lançamento da internet no Brasil! —, e sempre acabo encontrando parceiros de negócios com a mesma vibe.
Outro exemplo é a Luísa Sonza, cantora headliner de grandes festivais, que não tem vivência na gastronomia, mas investiu na sede paulistana do restaurante Altar Cozinha Ancestral, fundado no Recife pela chef pernambucana Carmen Virgínia. O projeto de trazer a comida nordestina autêntica para a Vila Madalena era tão tentador que eu e a Luísa entramos na sociedade com a Carmen. E o local já é requisitado por artistas nacionais e internacionais!
As inspirações e as oportunidades movem quem atua na Economia Criativa. Em 2023, trouxemos a revista Billboard para o Brasil. Entrar no segmento de publishing foi, para todos nós, uma decisão que combinava boas razões de negócios e o entusiasmo por sermos fãs da principal plataforma de música do mundo.
Acredito que a combinação de razão e emoção é o trampolim para empreender, trazer inovação e fazer a nave decolar rumo ao sucesso!
*Fátima Pissarra é CEO da Mynd, a maior agência especializada em Marketing de Influência da América Latina.
Com consumo em alta no Brasil, o saquê conserva tradições ao mesmo tempo que encontra novos mercados e públicos
Com sabores que variam de leves e delicados a robustos e complexos, o saquê é uma bebida alcoólica milenar japonesa feita a partir da fermentação do arroz. Mais do que um símbolo da cultura, representa um legado de tradição e respeito aos ingredientes locais cultivados ao longo dos séculos.
Hoje, existem mais de 1.600 fabricantes de saquê no Japão, que oferecem mais de 40 mil variedades de rótulos. Historicamente, a produção era dominada por homens e essa exclusividade era justificada como uma forma de “proteger” as mulheres do trabalho árduo, o que, na verdade, refletia preconceitos e desigualdades de gênero.
Sakê Tomoe, considerado o primeiro craft saquê brasileiro – foto reprodução facebook
Ainda com poucas produtoras femininas, as mulheres estão quebrando barreiras e introduzindo inovações, conquistando espaço e respeito na indústria, especialmente na última década. A japonesa Nanami Watanabe, por exemplo, é uma das mais jovens mestras na produção de saquê e se destaca com rótulos como o Hakurakusei Junmai Guinjo, que apresenta um equilíbrio entre notas frutadas e acidez cítrica.
E escolher um bom saquê requer atenção aos detalhes do rótulo. Um dos principais indicadores de qualidade é o grau de polimento do arroz, conhecido como seimaibuai. Esse termo se refere à quantidade de arroz que permanece após o polimento, que remove as camadas externas dos grãos para deixar apenas o núcleo de amido. Quanto menor o seimaibuai, mais refinada é a bebida – resultando em sabores mais complexos e sutis.
Outro ponto importante é o processo de fermentação. Saquês classificados como junmai não recebem adição de álcool destilado após a fermentação, o que preserva o sabor puro e o umami da bebida. Métodos tradicionais de fermentação natural, como o kimoto e o yamahai, trazem uma acidez mais acentuada.
O consumo de saquê no Brasil tem aumentado significativamente, impulsionado pela popularidade da culinária japonesa e o interesse por bebidas diferenciadas. A produção artesanal no país tem investido na adaptação da bebida ao paladar local e ao clima tropical. Entre os destaques está o Sakê Tomoe, considerado o primeiro craft saquê brasileiro, criado em homenagem a Tomoe Gozen, uma lendária samurai mulher.
Essas iniciativas mostram não apenas o crescimento do mercado brasileiro, mas também uma mudança na produção de saquê em todo o mundo, em que as mulheres começam a desempenhar papéis cruciais, trazendo novas abordagens e perspectivas para uma bebida muito marcada pela tradição.
*Jade Mayworm é saquê sommelière e responsável pelas cartas de saquês e chás do restaurante Elena, no Jardim Botânico, no Rio.
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