5 excelentes vinhos para presentear no Natal e surpreender amigos e familiares

5 excelentes vinhos para presentear no Natal e surpreender amigos e familiares

Com antecedência e algumas informações básicas sobre quem amamos, o Natal é um bom momento para pensar em rótulos para presentear e surpreender amigos e familiares

O final de ano nos lembra a importância de ter pessoas queridas por perto, e merecemos brindar junto a elas. Fiz uma lista baseada em alguns relacionamentos que tenho em minha vida e saiu uma interessante composição, que pode te ajudar na hora de escolher um bom vinho para presentear alguém nessas festas.

 

 

Para uma moça simpática que está aprendendo sobre vinhos, pensei no Château St-Hilaire Rosé Tradition Coteaux D’Aix-en-Provence 2018, importado pela Premium Wines e que custa por volta dos R$ 230. Vai ser um sucesso pela finesse, qualidade e cor super sensual.

Se o presente for para um amigo do interior, brasileiro ufanista, que quer que tudo que é nosso seja valorizado, como um querido amigo meu, um Cabernet Sauvignon Millésime da Aurora 2017 é uma maravilha de vinho e custa cerca de R$ 140 no Pão de Açúcar. Satisfação garantida!

Já para aquele companheiro que faz o melhor pato que já comi e que também gosta dos vinhos brasileiros, mas não gosta de gastar muito com vinhos, o Talise Pinot Noir sai por R$ 85 na Vinci Vinhos e é uma excelente opção. Elegante, bem feito e muito em conta. Fica um espetáculo com o pato!

Para uma amiga que faz uns arenques defumados espetaculares e que prometi surpreendê-la com uma inusitada harmonização, o Alsace Complantation 2018, do Domaine Marcel Deiss da Alsace, custa por volta dos R$ 330 na Mistral e satisfaz pelo leve dulçor, pela ótima acidez e raiz forte. Certamente vai surpreender paladares exigentes!

E ao amigo super italianão, daqueles que tudo da Itália é melhor e que é bom de pizza em um forno a lenha, sempre levo o Chianti Riserva DOCG 2016 do Bonacchi, que sai por R$ 160 na Mistral e simplesmente arrebenta.

Àqueles que adoram espumante, a dica é um Chandon que está com rótulo novo, é espetacular sem custar muito (R$ 100) e se encontra fácil. Fica uma delícia com canapés de salmão defumado!

Para minha tia, que está velhinha e me adora, compro um Porto Taylor’s LBV, sai por R$ 300 no Pão de Açúcar e levo com um bolo de frutas que aquela minha amiga do arenque defumado faz e é de matar. E você? Qual amigo está esperando uma bela garrafa sua, hein? Saúde e boas festas!

 

Château St-Hilaire Rosé Tradition Coteaux D'Aix-en-Provence, Cabernet Sauvignon Millésime Aurora, Talise Pinot Noir, Alsace Complantation - Domaine Marcel Deiss e Porto Taylor's LBV

Château St-Hilaire Rosé Tradition Coteaux D’Aix-en-Provence, Cabernet Sauvignon Millésime Aurora, Talise Pinot Noir, Alsace Complantation – Domaine Marcel Deiss e Porto Taylor’s LBV

Pecuarista e ativista em prol do bem-estar animal, Carmen Perez é reconhecida em todo o mundo pelas boas práticas no campo

Pecuarista e ativista em prol do bem-estar animal, Carmen Perez é reconhecida em todo o mundo pelas boas práticas no campo

Quando Carmen Perez assumiu a fazenda de seu avô – a Pecuária Orvalho das Flores, em Araguaiana, Mato Grosso –, encontrou animais e colaboradores compartilhando um ambiente de extrema hostilidade. “Era um manejo agressivo, que me incomodava demais.” Assim que tomou as rédeas do espaço, em 2002, decidiu seguir por novos caminhos. Hoje, aos 42 anos, a pecuarista é referência internacional em bem-estar animal e inspira fazendeiros de todo o globo a uma criação mais ética e consciente.

‘’Mais do que ativismo, essa mudança na cadeia produtiva é uma demanda mundial. Os consumidores têm exigido saber de onde vem o alimento que chegará à mesa, e é nosso dever cuidar para que ninguém sofra nesse processo’’, pontua. Por esse motivo, na Orvalho das Flores o cuidado começa logo após o nascimento dos bezerros: “Depois do parto, eles são massageados enquanto um peão coloca o brinco de identificação e faz a cura do umbigo”. Nos pastos, os bois são contidos um a um, e a marcação a fogo foi abolida – agora a identificação é feita por brincos eletrônicos, que armazenam digitalmente as informações de cada animal.

 

Carmen Perez - Foto divulgação

Carmen Perez – Foto divulgação

 

Essas e outras práticas que compõem a rotina da fazenda, como a “desmama lado a lado” – técnica na qual os bezerros são separados da mãe gradativamente, mantendo o contato visual –, são adaptações inspiradas nas teorias da zootecnista americana Temple Grandin. “Ela foi uma das primeiras a pensar e tratar os animais como seres sencientes, é minha maior referência.” E os reflexos desse novo manejo são inúmeros. “Um animal estressado não come, não emprenha, perde peso, tem baixa na imunidade. Tudo isso reflete diretamente na qualidade da carne produzida. Além de serem mais dóceis e fáceis de lidar, esses animais são mais saudáveis durante a vida e mais nutritivos para o consumo”, explica.

Desde 2019, Carmen tem viajado por propriedades de São Paulo, Mato Grosso e Pará em busca de histórias de fazendeiros que, como ela, optaram por investir em uma produção harmônica. Todas essas narrativas estão em “Quando Ouvi A Voz da Terra”, documentário produzido por ela, em parceria com o diretor Nando Dias Gomes e a jornalista Flávia Tonin, que está disponível gratuitamente no Youtube até o final deste mês. “A ideia é difundir esse modelo de produção e provar que é possível, sim, termos um agro mais humanizado no Brasil.”

 

Retomada das viagens internacionais nas Américas será mais rápida e vigorosa

Retomada das viagens internacionais nas Américas será mais rápida e vigorosa

Graças ao avanço da vacinação pelo mundo todo, mais e mais países estão abrindo suas fronteiras e, aos poucos, as companhias aéreas começam a reativar suas rotas internacionais. Mas o estrago foi muito grande e a recuperação será lenta. Em julho deste ano, pouco menos de 54 milhões de turistas viajaram pelo mundo, segundo a Organização das Nações Unidas para o Turismo Mundial (UNWTO).

O número é o maior desde o início da crise global gerada pelo coronavírus e é 58% superior aos 34 milhões registrados em julho de 2020. Mas, infelizmente, é minúsculo quando comparado aos 164 milhões de julho de 2019. No acumulado de janeiro a julho de deste ano, o tombo ainda é de 80% em relação aos picos pré-pandemia.
De julho para cá, os Estados Unidos baixaram suas restrições a estrangeiros e a Europa também flexibilizou a entrada de turistas. Mas outros países ainda estão se isolando e impondo barreiras. A China, por exemplo, só deve liberar totalmente a entrada de estrangeiros no início de 2022, quando 85% da população local estiver totalmente imunizada.

Mas as viagens não voltarão aos níveis pré-pandemia em um estalar de dedos. Como já dissemos, a retomada será gradual. As viagens corporativas provavelmente jamais voltarão aos patamares de 2019. O Relatório da Economist Intelligence Unit (EIU) estima que as viagens internacionais permanecerão 30% abaixo dos níveis de 2019 ainda em 2022. Segundo a consultoria, a recuperação será mais morosa na Ásia (que ficará 39,5% abaixo da movimentação pré-pandemia). Já nas Américas, a recuperação será mais vigorosa, e 2022 fechará com um tráfego “apenas” 29% menor do que o de 2019.

 

Foto divulgação

Foto divulgação

 

Prosa rápida

Rumo ao paraíso
No dia 20 de dezembro, a Azul vai estrear uma rota inédita ligando o aeroporto de Congonhas (em São Paulo) à ilha de Fernando de Noronha. Com partidas diárias, sempre às 8h35, o voo será operado por uma moderna aeronave Embraer E195-E2, com capacidade para até 134 passageiros. Dependendo das datas, o preço de uma passagem CGH-FEN-CGH pode custar de R$ 2.000 a R$ 3.200.

Gol na Flórida
A Gol postergou para meados de 2022 o retorno de seus voos para os EUA. No dia 13 de maio, voltará a operar a rota Brasília-Orlando, com partidas às segundas, quartas, sextas e aos sábados. No dia 17 de maio, retoma a conexão entre Brasília e Miami, com saídas às terças, quintas, sábados e domingos. Os voos serão operados pela aeronave de tecnologia mais avançada da companhia aérea: o jato Boeing 737 MAX8, que tem capacidade para 176 passageiros.

Retomada em Viracopos
O aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), registrou em outubro o maior movimento deste ano para um mês, com mais de 960 mil pessoas embarcando ou desembarcando pelo terminal. O número é 36,9% maior que o de outubro de 2020 e é também maior do que o de outubro de 2019 – antes da pandemia. Naquele mês, o movimento total foi de 901,7 mil passageiros. Ou seja, neste ano o movimento já está 6,5% superior ao período pré-Covid!