Hotel Toriba oferece estadias longas para os que querem viver a experiência do campo

Hotel Toriba oferece estadias longas para os que querem viver a experiência do campo

Hotel Toriba, na Serra da Mantiqueira, inova e oferece serviço completo de long stay

O velho sonho de morar junto à natureza ganhou força no último ano, com a pandemia. Em tempos de confinamento, a possibilidade de trabalhar remotamente, sem a constante necessidade de reuniões presenciais, levou muita gente a pensar em trocar os centros urbanos por locais mais charmosos e bucólicos, buscando maior qualidade de vida.

 

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Deixar a cidade grande, porém, não precisa ser uma decisão permanente. Ótima alternativa para quem quer viver a experiência de morar no campo, saindo da rotina e ganhando muito em bem-estar, é o long stay. Atento à essa demanda, o Hotel Toriba, em Campos do Jordão, passou a oferecer estadias de longa duração para famílias e casais, e para apenas uma pessoa.

 

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O hotel dispõe de infraestrutura às exigências do trabalho remoto. A potente cobertura Wi-Fi alcança toda a área do local, e chega até o mirante, permitindo que os hóspedes possam estar sempre conectados. O Toriba oferece também espaços para a realização de teleconferências e aulas online com privacidade e tranquilidade.

 

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As acomodações para hóspedes incluem confortáveis apartamentos externos e chalés. A gama de serviços inclui restaurantes, academia, personal trainer, piscina aquecida, spa, lavanderia, governança, programas de lazer, a possibilidade de personalização de cardápios e concierge 24 horas por dia – tudo isso cercado por 2 milhões de metros quadrados de Mata Atlântica preservada. O Hotel Toriba ainda disponiliza opções de programação para crianças e é pet-friendly.

 

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Vila Galé: Acomodação com charme e história

Vila Galé: Acomodação com charme e história

Unidade carioca da rede portuguesa de hotelaria Vila Galé inaugura ala com 53 apartamentos que valorizam a arquitetura original do prédio erguido no século XIX.

O hotel Vila Galé Rio de Janeiro acaba de abrir para seus hóspedes os 53 apartamentos da Ala Collection, localizada no antigo palacete do século XIX, tombados pelo Patrimônio Histórico e Cultural. “As acomodações dessa ala seguem o estilo de nossas unidades Collection em Lisboa, Braga e nas regiões do Douro e do Alentejo. São hotéis diferenciados pela preservação da história e da arquitetura de seus edifícios”, explica João Matos, gerente-geral do Vila Galé Rio de Janeiro. Os clientes que optam pela reserva na Ala Collection têm check-in prioritário e, em seus apartamentos, encontrarão confortáveis roupões, chinelos e máquina de café espresso. O luxo e a decoração proporcionam uma viagem no tempo em uma atmosfera requintada e culturalmente rica do século XIX. Os quartos e suítes dessa ala têm de 13 m2 e 77 m2.

O hotel oferece ainda a seus hóspedes acesso à piscina, ao Spa Satsanga, ao bem-equipado Fitness Center e aos restaurantes Versátil (de cozinha brasileira e internacional), Massa Fina (especializado culinária italiana) e ao bar decorado com peças vintage e dedicado ao poeta Vinícius de Moraes.

 

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Demanda internacional por etanol e a alta nas exportações brasileiras

Demanda internacional por etanol e a alta nas exportações brasileiras

Em alta em algumas das mais populosas nações do planeta, a demanda pelo etanol projeta excelentes perspectivas não só para o setor sucroalcoleiro brasileiro, mas também para os produtores nacionais de grãos – principalmente o milho.

A mudança na política de biocombustíveis da China, da Índia e dos Estados Unidos é uma grande oportunidade para o agronegócio brasileiro. Nesses três países, a demanda por etanol deve
disparar nos próximos anos. Sob o comando de Joe Biden, os EUA devem elevar a proporção de etanol na gasolina de 10% para 15%. Com isso, ou os nossos brothers terão de importar etanol daqui do Brasil ou terão de direcionar mais milho cultivado por lá para a produção de biocombustível – e isso pode elevar a cotação internacional do milho. De toda forma, vamos ser beneficiados. Ou ganha o pessoal da cana ou ganham os produtores brasileiros de grãos.

 

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Na China, onde também será aumentada a dose de etanol no combustível, o país precisa decidir se vai importar do Brasil ou produzir o etanol internamente, a partir do milho, como fazem os Estados Unidos. Se a opção for pela importação, o setor sucroalcoleiro do Brasil vai aumentar suas vendas para a superpotência asiática. Se os chineses usarem seus grãos para produzir etanol, o Brasil pode ser convocado para fornecer grãos para alimentar os enormes rebanhos suínos e bovinos de lá.

Já a Índia pretende misturar 20% de etanol na mistura da gasolina vendida no país em 2030, mas está antecipando cada vez mais essa meta. Com isso, se abre mais um mercado para o Brasil. A Índia é uma grande produtora de cana e uma das maiores exportadoras mundiais de açúcar – a um custo muito baixo. Se os indianos passarem a deslocar parte de sua cana para suprir a demanda local por etanol, a cotação internacional do açúcar vai subir e os produtores brasileiros vão se dar bem.

Hoje o Brasil produz algo entre 32 e 33 bilhões de litros de etanol de cana por ano. A meta é produzir, até 2030, 50 bilhões de litros. Ao que parece, não terá problemas para escoar todo esse volume. Comprador não vai faltar!


Prosa Rápida

Dá-lhe porco!
Nas projeções do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), em 2021 a carne suína voltará a ser a carne mais produzida no mundo, superando a carne de frango que ocupou o topo do pódio em 2020. Do total de 258 milhões de toneladas produzidas no ano passado, a de frango respondeu por cerca de 39% do total, enquanto a suína somou 38% e a bovina representou 23%. A retomada da carne de porco é reflexo da recuperação de produção na China, dizimada por uma devastadora peste suína.

Mel para todos
Em 2020, os apicultores do Brasil venderam para o exterior mais de 45.600 toneladas, um aumento de 50% em relação a 2019, quando o volume ficou na faixa das 30 mil toneladas. Segundo a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel, os Estados Unidos são os maiores compradores do mel brasileiro, sendo responsáveis por cerca de 80% do mel exportado pelo país. O Paraná é o estado de onde vem a maior parte da produção.

Água garantida
Levantamento realizado pela Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) aponta que, ao final de 2020, a área irrigada no Brasil era de 6.481.812 milhões de hectares. Em 2019, era de 6.232.587. O crescimento foi de 4%, mas tem muito mais a evoluir: a China irriga 70 milhões de hectares, e a Índia tem 76 milhões de hectares de plantações irrigadas.


 

A Quintas das Amoreiras: um pedacinho de Paraty no interior paulista

A Quintas das Amoreiras: um pedacinho de Paraty no interior paulista

Quinta das Amoreiras é o local ideal para casais e famílias que buscam um lugar para curtir a paisagem rural, mas sem abrir mão do conforto e dos prazeres da boa gastronomia.

Nesses dias de pandemia e distanciamento social, as melhores alternativas para quem busca uma fugidinha de fim de semana é encontrar um lugar sem aglomeração e com atividades ao ar livre. A charmosa Quinta das Amoreiras, em Porto Feliz, preenche gloriosamente esses requisitos.

 

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A propriedade, com 65 hectares, pertencia até 2017 a um engenheiro paulistano que era apaixonado por Paraty. Tão apaixonado que ergueu a réplica de uma das ruelas da cidade histórica do litoral fluminense, com casarões em estilo colonial, calçamento de pedras e iluminação provida por luminárias que emulam os lampiões do século XVIII.

Com novos proprietários, a fazenda foi toda reformada por Marina Lo Schiavo e Raquel Macedo, que converteram parte da sede em uma exclusiva pousada com apenas 5 suítes e montaram um restaurante em uma área onde a vista da região é não só bonita como também relaxante e inspiradora. A inauguração foi em novembro de 2020.

Nas mesas ao ar livre, é possível bebericar uma caipirinha de tangerina com gengibre ou um gim-tônica incrementado com um toque de jambolão – fruta local que possui uma deliciosa nota adstringente. Prefere um bom vinho? Então prepare-se, porque Marina pertence à família que há anos comanda a importadora Metapunto, responsável por trazer ao Brasil grandes rótulos de vinícolas chilenas, italianas, francesas, espanholas e portuguesas.

 

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Para petiscar, aposte nos carnudos torresminhos ou nas croquetas de jamón. Quer pratos mais substanciosos? Então peça um medalhão de filé mignon com molho de jabuticaba ou um risotto de beterraba com queijo de cabra. Para aqueles que buscam uma experiência mais personalizada, a dica é encomendar ostras frescas para serem servidas à beira da piscina.

E, se a ideia é realizar uma imersão ainda mais completa no cotidiano rural da fazenda, a sugestão é agendar um passeio a cavalo na hora do pôr do sol ou uma visita ao espaço onde são criadas galinhas poedeiras da raça Araucana, originária do Chile.

Esse agradável refúgio fica a pouco mais de 130 km da capital e a 75 km do aeroporto de Viracopos. Todas as cinco suítes, com piso de madeira e grandes janelões, contam com ar-condicionado, frigobar, camas queen e lençóis de 300 fios com toque acetinado. O caprichado café da manhã tem sucos de frutas, ovos mexidos, tapiocas e queijo fresco feito no local. As diárias ficam na faixa dos R$ 750.

As reservas são obrigatórias para os almoços, jantares e estadias e podem ser feitas pelo Whatsapp 11 98121-3132.

Artistas do Norte e a riqueza musical da região

Artistas do Norte e a riqueza musical da região

Artistas que nos transportam para a região de diversos ritmos.

Nosso país é conhecido mundialmente pela diversidade cultural. Somos uma nação que possui uma variedade imensa de hábitos e costumes, onde cada região tem seus próprios trajes, comidas, danças e músicas típicas. Com essa explosão de misturas, que tal conhecer um pouco mais sobre os nossos ritmos tropicais e contemporâneos?

Nessa viagem, vamos rumo à região Norte. Atravessando a Amazônia, encontramos os mais diversos ritmos, como Lundu, Congo, Bumba Meu Boi, Marujada, entre outros. Todos possuem influências de percussão africana, um sopro dos estilos europeus e uma bela pitada de tradições indígenas. São músicas que traduzem a alegria e o colorido desse lugar, com saias rodadas, palmas e muita malemolência, e instrumentos como tambores, banjo, clarinetes e maracas que dão um show de cadência e harmonia.

Remexendo no baú musical nortista, nos anos 1980, vemos que a lambada dominou o Brasil e o grupo Kaoma tocava em todas as rádios com seu hit “Chorando Se Foi”. Na década de 1990, “Tic Tic Tac” de Carrapicho e “Vermelho” de Fafá de Belém (com participação de David Assayag) levaram as cores do Festival Folclórico de Parintins para o mundo e popularizaram de vez o Boi Bumbá.

Recentemente, o que tem predominado nos streamings das novas gerações é o Carimbó. Um gênero de dança de roda criado no Pará, cujo nome é oriundo de um tambor artesanal, chamado de “Curimbó”. Esse som vem embalando as pistas de danças e é até temas de novelas. Gaby Amarantos, Dona Onete, Felipe Cordeiro e Jaloo são exemplos de nomes conhecidos dessa cena brasileira atualmente.

 

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Também nos encantamos com uma galera que vem mostrando toda a versatilidade que a música brasileira pode oferecer. Nelson D, ítalo-brasileiro nascido em Manaus, com seu som super experimental, a paraense Luê e seu soul-pop repleto de referências regionais, o rock manauara da República Popular, o rap com pitada de R&B de Anna Suav, o ritmo gostoso da Farofa Tropikal, entre tantos outros talentos que descobrimos a cada dia. O tempero musical do Norte é mesmo especial.

Quer curtir essa viagem com a gente? Então dá o play para ouvir os artistas citados nesta coluna na nossa playlist preparada especialmente para cada edição. Aumente o som!