fbpx
logo
logo
Camila Pitanga estrela “Por Que Não Vivemos?”, nova montagem da Companhia Brasileira de Teatro

Camila Pitanga estrela “Por Que Não Vivemos?”, nova montagem da Companhia Brasileira de Teatro

Camila Pitanga está de volta aos palcos cariocas. Até o dia 18 de agosto, ela está em cartaz no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil com “Por Que Não Vivemos?”, o novo trabalho da Companhia Brasileira de Teatro. “Para mim, esta é a realização de um sonho antigo. Acompanho e admiro a Companhia já há alguns anos e acredito que ela faz trabalhos incríveis, relevantes e inovadores. Eu praticamente me convidei para participar dessa montagem e fiquei muito feliz por ser aceita”, festeja a atriz.

Após se dedicar à criação de dramaturgias originais, montagens e traduções de autores contemporâneos inéditos, a curitibana Companhia Brasileira de Teatro investe num clássico. Escrita pelo russo Anton Tchekhov (1860-1904) quando ele tinha apenas 20 anos, a história só foi descoberta e publicada em 1923, quase duas décadas após a morte do dramaturgo. O autor de “O Jardim das Cerejeiras” agora tem outra fruta (pitanga) em seu pomar.

A vontade da companhia de montar esse texto vem desde 2009. Marcio Abreu, Nadja Naira e Giovana Soar assinam a adaptação da obra. Embora não tenha um título oficial, a peça foi publicada em diversos países como “Platonov”, por causa de um dos personagens, o professor Mikhail Platonov. Foi somente no final da década de 1990 que a obra ganhou versões em teatros europeus. Em 2017, Cate Blanchett e Richard Roxburgh estrelaram uma montagem na Broadway, intitulada “The Present”.

No Brasil, o nome da peça vem de uma pergunta chave que está inserida no texto: por que não vivemos como poderíamos ter vivido? “Essa questão, que se abre para tantas outras, é um pouco a alma dessa peça”, diz Marcio. Ambientada na fazenda de uma jovem viúva, a história se passa durante uma grande festa, na qual está presente o jovem Platonov, um aristocrata falido. “O espetáculo mostra pessoas que gostariam de estar em outro lugar, mas não fizeram nada para isso. Mostra como a trama da vida vai se desenrolando e as pessoas vão caindo na armadilha de ficar onde estão”, explica Giovana Soar.

O texto aborda temas como o conflito entre gerações, as trans formações sociais através das mudanças internas do indivíduo e as questões do homem comum e da pequenez que existem em cada um de nós – tudo isso na fronteira entre o drama e a comédia. O elenco, além de Camila Pitanga, traz Cris Larin, Edson Rocha, Josi Lopes, Kauê Persona, Rodrigo Bolzan, Rodrigo Ferrarini e Rodrigo dos Santos.

CCBB

Rua 1º de Março, 66, Centro, tel. 21 3808-2020. Ingressos a R$ 30.

Restaurante La Macca apresenta prato especial para o Dia dos Pais

Restaurante La Macca apresenta prato especial para o Dia dos Pais

Foto: Divulgação

Para celebrar a Festa del Papà (Dia dos Pais), o La Macca oferece no dia 11 de agosto (domingo), no almoço e no jantar, a exclusiva Bistecca alla Fiorentina, um corte bovino assado típico da região da Toscana, na Itália, que reúne filé mignon, contrafilé e alcatra temperado com Flor de Sal e Azeite Extravirgem. O prato, que serve duas pessoas (R$180), pode ser acompanhado de salada de folhas verdes e tomates cerejas ou batatas ao forno com alhos assados.

Além disso, todos os pais que forem ao restaurante na data serão recepcionados com um Welcome Drink tradicional preparado pelos premiados bartenders do La Macca. Scarface, apelido do gangster Al Capone, foi a inspiração do coquetel que combina whisky Johnnie Walker com vermute tinto, xarope de açúcar, bitter aromático e bitter de laranja.

O restaurante conta ainda com o Menu Bambino, exclusivo para crianças. É recomendável fazer a reserva com antecedência para garantir o lugar.

La Macca

Rua Haddock Lobo, 1589, tel. (11)3061-9049. Das 12h às 17h e 19h às 23h.

Falafada comemora 3 anos com novo menu de Happy Hour

Falafada comemora 3 anos com novo menu de Happy Hour

Novos drinks do happy hour do Falafada. Foto: Túlio Vidal

Um pedaço do mediterrâneo no Centro de São Paulo, o Falafada comemora seus 3 anos de existência se firmando como uma opção atraente na Santa Cecília. Receitas originais, pratos bem servidos e valores acessíveis, em um ambiente moderno e acolhedor chamam atenção do público além do bairro.

E, para brindar o aniversário da casa, os sócios lançam um novo menu de Drinks & Petiscos, ideais para o clima de happy hour ou uma tarde despretensiosa no final de semana.

Entre as novidades, opções veggie como o “Okras a La Plancha”, porção de quiabos grelhados com especiarias da chef Martha Autran; Aubergine Grillée, berinjela também grelhada com mel de alecrim e amêndoas torradas; e, com inspiração nos famosos “cannoli”, a chef criou os “Canudinhos Mediterrâneios”, preparados com pão folha e recheados com hommus temperado, cebola caramelada e amêndoas crocantes, ou, em outra versão, com pistaches torrados e coalhada seca com um leve toque de relish de pimentão vermelho.

Finalizando o novo menu de petiscos, as “Polpetas de Agnello” são preparadas com carne de cordeiro, nozes e kofte, um mix de especiarias, salteadas no azeite e depois cozidas em molho de tomate com melaço de romã, em um equilíbrio agridoce perfeito.

Assim como os drinks, os novos petiscos também não deixam a desejar. Foto: Túlio Vidal

Para acompanhar os novos sabores, o Falafada fez parceria com a ApothekCocktails & Co, premiado melhor bar de coquetéis pela Revista Comer e Beber, que em suas operações também possui uma distribuidora de insumos, a Apothek Distribuição, em seu portfólio tem rótulos como Amázzoni Gin, vencedor no Gin Awards 2018 como o melhor produto artesanal.

Trazendo um mergulho na coquetelaria internacional com influências europeias ao novo menu: inspirado na máfia italiana do seriado Família Soprano, o drink “Soprano” leva a vodka orgânica Tiiv, limão siciliano, água com gás e Cynar – bebida de origem italiana, que gera sabor amargo e intenso. Na mesma linha de drinks mais fortes, o Falafada apresenta”Negroni Jerez”, coquetel criado por Alê D’Agostino, que mistura o toque seco do Jerez espanhol com os ingredientes clássicos do Negroni: Gin e Vermouth Bianco.

Também sugerindo uma composição com uma bebida encorpada, o “Porto Fino Rosso” mistura o vinho do Porto tinto com limão siciliano. Em uma versão mais suave, o “Porto Fino Bianco” é preparado com a versão do Porto branco, deixando o drink mais suave e refrescante. Para finalizar o novo menu, o “Ginger Gin” mistura Gin Amázzoni com tônica, chá mate e gengibre.

Falafada Delícias Mediterrâneas

Rua Martinicio Prado, 172, Santa Cecília, tel. (11) 3578-2226. De segunda e terça, das 11h30 às 15h30; quarta, das 11h30 às 15h30 e das 19h às 22h30; quinta e sexta, das 11h30 às 15h30 e das 19h às 23h; sábado, das 12h às 16h e das 19h às 23h; domingo, das 12h às 17h.

Carlos Vergara ocupa o MAM com quatro conjuntos de obras que percorrem sua pesquisa iniciada em 2003

Exposição de Carlos Vergara no MAM

Foto: Divulgação

O Museu de Arte Modera do Rio de Janeiro (MAM) apresenta a partir de 14 de setembro de 2019, em seu Espaço Monumental, a exposição “Carlos Vergara – Prospectiva”, que percorre a produção do celebrado artista desde 2003 até obras recentes e inéditas, como as pinturas em grande formato – as maiores já realizadas por ele. Sua última individual no MAM Rio foi “A Dimensão Gráfica”, há dez anos.

São quatro os grandes conjuntos de obras na exposição; “Sudários”, “Natureza Inventada”, “Prospectivas” e “Empilhamento”. A mostras será acompanhada de uma série de ações, entre encontros e conversas, e expansões para fora do museu, com intervenções dos artistas Lynn Court e Xadalu.

Integra a exposição, obras do artista pertencentes às coleções MAM, com curadoria de Fernando Cocchiarale Fernanda Lopes.

Os “Sudários” são monotipias realizadas desde 2003, quando o artista iniciou sua pesquisa sobre os sinais do sagrado nos Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul, até o momento. Com obras inéditas produzidas a partir de uma viagem feita no sul da França, onde percorreu santuários dedicados ao sagrado feminino, Vergara remonta aos primeiros cristãos e também aos povos ciganos. Ao longo deste período, esta pesquisa levou o artista a diversos locais, como Istambul e Capadócia, na Turquia (2006-08); Pompéia, Itália (2009); Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul (2017); Caminho de Santiago de Compostela, Espanha (2015); Cazaquistão, na Eurásia (2010); Rio Douro, Portugal (2018). Os lenços da série “Sudário” estarão suspensos, dispostos em um percurso labiríntico para o público.

Vergara realiza uma monotipia sobre lenço – sudário – nas pedras do porto por onde supostamente chegou foragido da Palestina. Foto: Divulgação

No espaço “Natureza Inventada”, estarão dez esculturas em aço cortén e duas pinturas de 6m x 3m, em torno de uma grande mesa escultórica, também em aço, com 12 cadeiras criadas pelo artista Zanini de Zanine. Esse será um espaço de encontros a ser ativado em conjunto com o público, a partir de ações e conversas abertas.

A série que dá nome à exposição é composta por três pinturas recentes e inéditas de grande formato, as maiores já feitas por Vergara – 5,40m x 5,40m cada – a partir de monotipias feitas no Cais do Valongo e nos trilhos de Santa Teresa, onde tem seu ateliê. O Sítio Arqueológico Cais do Valongo, na antiga área portuária do Rio de Janeiro, é reconhecido pela Unesco por sua importância histórica por ser o local onde cerca de 900 mil africanos escravizados chegaram à América do Sul.

No último bloco estará uma releitura de sua icônica obra “Empilhamento”, uma grande coluna formada por bonecos de papel kraft e papel corrugado empilhados, que chegará ao terceiro andar do Museu, como uma torre de babel.

99 Rosas, o vinho orgânico da Casa Flora

99 Rosas, o vinho orgânico da Casa Flora

A Casa Flora importadora recebeu em julho pela primeira vez Pepe Candau, embaixador da vinícola Domínio Punctum, que esteve para promover seus vinhos ecológicos e biodinâmicos. Nascido em Sevilha, exerce a função de export manager na vinícola espanhola Dominio de Punctum há três anos, atuando como Brand Ambassador para difusão dos orgânicos Vinhos 99 Rosas nos mercados europeus, canadenses e latino-americanos

A linha é o único vinho biodinâmico da Casa Flora que tem as certificações orgânicas europeia (DEMETER) e brasileira (ORGÂNICO BRASIL). Está no portfólio da Importadora há pouco mais de ano, março de 2018, e já tem destaque em vendas para bares, restaurantes e hotéis. O produto também apresenta notável custo qualidade, para o consumidor final R$ 58,90, o Branco, Rosé e o Tinto. “Acreditamos que a ótima aceitação do produto entre nossos clientes, principalmente restaurantes, deve-se a atenção do mercado brasileiro aos vinhos biodinâmicos”, ressalta Mayra Tincani, coordenadora de vinhos.

O compromisso da vinícola com a agricultura sustentável e a saúde dos consumidores levaram a obter certificações ecológicas. A linha 99 ROSAS, destaca-se pelos vinhos jovens frutado e fresco. Os destaques são: Chardonnay Viognieren Branco, Rosé e Tempranillo Cabernet tinto.

Vinho: Orgânico, Biodinâmico, Natural, Vegan e Sustentável – Qual a diferença?

A sustentabilidade tornou-se uma discussão geral e alcançou os mais diversos mercados, inclusive o do vinho. A partir dessa realidade começamos a nos deparar com termos como orgânicos, biodinâmicos e naturais nos rótulos. Veja abaixo o que cada um desses termos significa:

Vinho orgânico

O conceito dessa forma de plantio não permite o uso de agrotóxicos (pesticidas, herbicidas e fungicidas artificiais, fertilizantes sintéticos), respeita a diversidade biológica do ecossistema da vinha e emprega práticas de sustentabilidade com relação aos recursos naturais utilizados, como a água, entre outros cuidados. Porém, na vinificação, ainda é permitido, por exemplo, o uso de leveduras selecionadas e o conservante dióxido de enxofre, sendo esse último em quantidades reduzidas se comparados à vinicultura tradicional.

Vinho biodinâmico

Método mais rigoroso em relação aos cuidados com o solo e com a vinificação, além de utilizar todas as práticas da agricultura orgânica, acrescenta também a influência do cosmos através da astrologia. A viticultura biodinâmica segue os preceitos de Rudolf Steiner (1861 – 1925), filósofo, educador e artista austríaco que também criou a Antroposofia – “conhecimento do ser humano” – e a Pedagogia Waldorf e possui o Instituto Demeter, com sede na Alemanha como órgão regulador mundial do biodinamismo. Os vinhos produzidos a partir desses preceitos, após passarem pela avaliação de algum centro especializado – como o Demeter -, trazem o selo biodinâmico.

Vinho natural

Esse é o termo mais complicado de classificar. Isso porque não existe qualquer certificação ou legislação por trás da prática, cada produtor a descreve de uma forma diferente. Mas, para a maioria, trata-se de um vinho elaborado com preceitos da agricultura orgânica que não utilizam produtos químicos artificiais no processo de vinificação, como as leveduras. É liberado apenas o uso de dióxido de enxofre no engarrafamento, mas em quantidades muito menores do que as usuais e muitos não o usam.

Vinho sustentável

Sustentabilidade refere-se a uma série de práticas que não só são ecologicamente corretas, mas economicamente viáveis e socialmente responsáveis. Os viticultores que praticam a sustentabilidade seguem em grande parte a agricultura orgânica e biodinâmica, mas tem a flexibilidade de escolher o que funciona melhor para a sua propriedade em específico. Também buscam conservação da água e energia, utilizando sempre recursos renováveis.

Sustentabilidade é hoje a grande tendência mundial, e uma prática que realmente pode fazer a diferença. Enquanto orgânicos/biodinâmicos/naturais são um nicho mais restritos e pouco abrangentes em suas práticas, a sustentabilidade permite produção de vinhos mais acessíveis em preço e se preocupa com a conservação dos recursos do planeta e com as pessoas e comunidades em seu entorno.

Vinho Vegano

A razão pela qual nem todo o vinho é considerado vegano tem a ver com a forma como o vinho é clarificado. A clarificação é um processo de purificação do vinho, no qual um agente filtrante é adicionado ao tanque ou barril. Consiste, basicamente, em acrescentar ao vinho uma proteína, que atrai e precipita as matérias sólidas. Essas matérias não são prejudiciais, mas, se não as retirarmos, o vinho ficaria turvo, e não translúcido e brilhante. Essas substâncias utilizadas no processo de clarificação podem ser de origem mineral, ou animal. Alguns dos agentes filtrantes mais comuns são caseína (uma proteína do leite), gelatina (proteína animal) e albumina (vinda da clara do ovo). Existem produtos utilizados na clarificação, por alguns produtores de vinho, que são de origem mineral, como a bentonita e o carvão ativado. Nesse caso, o vinho produzido pode ser considerado vegan-friendly, ou seja, adequado, também, aos veganos.

Curiosidades

O cultivo da uva, dentro de uma agricultura ecológica que determinará se o vinho é orgânico e biodinâmico. Os requisitos que a normativa estabelece para um vinho poder entrar na categoria de vinho ecológico exigem cautela no cultivo e cuidados especiais que começam com a preservação do solo e dos ecossistemas adjacentes às plantações.

Alguns cuidados necessários:

– Adubação orgânicas naturais. Indicados adubos de resíduos vegetais provenientes do próprio cultivo, como bagaços ou ramos triturados e compostados. Também podem ser utilizados fertilizantes de origem animal, porém estão totalmente proibidos os adubos de origem mineral ou sintéticos.

– Colheita e distribuição dos restos da cultura antecessora para formação da palhada; aplicação de herbicidas e plantio. É um sistema muito eficiente no controle da erosão, pois mantém os resíduos vegetais sobre o solo e promove a mobilização mínima do solo.

– Manutenção da biodiversidade, favorecendo o crescimento da vegetação espontânea para que sirva de reservatório de flora e fauna auxiliar.

– Tratamentos preventivos com enxofre, cobre e bacillus thuringiensis contra a possível ocorrência de pragas e doenças, sendo proibidos todos os elementos de síntese química.

– Minimizar o uso de conservantes, diminuindo ao máximo a adição de enxofre.

– Rastreabilidade e controle para evitar a contaminação na bodega dos vinhos ecológicos elaborados.

– Tenha em seu contra rótulo o certificado de que é parte da Denominação Genérica “Agricultura Ecológica”, pois tanto o sistema de produção quanto o de controle são os mesmos para a maioria dos países que aplicam essa legislação.

 

 

99 Rosas Tinto

Sobre a Casa Flora Importadora

Casa Flora é referência de empresa de alimentos e bebidas em São Paulo e no Brasil. Sua história foi construída por uma família que gere os negócios até hoje. O primeiro produto, que deu origem ao nome da empresa, é o queijo Flora, produzido desde 1955, por Antônio Pereira Carvalhal, no vilarejo de Flora, município de Três Corações (MG).

A forte clientela e a logística de distribuição adquiridas ao longo dos anos levaram a empresa a empreender na importação e em 1992, diretamente do Chile, chegou o primeiro carregamento de uvas secas. Depois vieram os vinhos, produtos gastronômicos, bebidas e acessórios, apresentando um vasto portfólio de mais de 2.000 itens oriundos dos quatro cantos do mundo, que é considerado um dos mais completos e conceituados do mercado eno-gastronômico, marcas estas líderes e de prestígio internacional.

www.casaflora.com.br

www.facebook.com/CasaFloraImportadora