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Jaqueline Vargas fala sobre o futuro das narrativas no Streaming

por | dez 9, 2019 | Cinema | 0 Comentários

No último sábado de novembro, Jaqueline Vargas dividiu sua visão, ou melhor, seus aprendizados e reflexões sobre a criação de narrativas para o Streaming, na 15ª edição do Pixel Show, o maior festival da América Latina de Criatividade. A própria roteirista afirma que não é possível falar em fórmulas e certezas, mas sim, levantar questionamentos. “Talvez daqui a 5 anos, tudo o que falamos aqui tenha mudado”, comenta.

Cena de "Sessão de Terapia", roteirizada por Jaqueline Vargas. Reprodução: Globo Play

Cena de “Sessão de Terapia”, roteirizada por Jaqueline Vargas. Reprodução: Globo Play

Conhecida pelo seu trabalho na adaptação da série “Sessão de Terapia”, dirigida e estrelada por Selton Mello, em sua fala, Vargas transpôs as barreiras da linguagem técnica do roteiro e dividiu com profissionais e estudantes seus questionamentos sobre o comportamento humano e nossa relação com o tempo.

“Eu falo muito sobre a questão da geração porque eu vejo que o jovem é o grande consumidor das plataformas digitais e produtor do conteúdo, ele é quem irá determinar as tendências do futuro. É necessário fazer esse recorte.”

Para Jaqueline, nossa relação com o tempo é tão determinante na forma como consumimos os conteúdos que a comparação do Streaming ao miojo cabe perfeitamente. Rápido, prático e instantâneo. Hoje, consumimos conteúdo em uma lógica totalmente diferente, onde não há mais espaço para a passividade. O telespectador escolhe o que, como, quando e onde ver, customizando sua programação de acordo com suas necessidades.

Do ponto de vista do usuário, esse é um processo de consumo que grande parte das pessoas já se habituou, temos à disposição diferentes serviços e catálogos variados players, como Netflix, Amazon, Globo Play, entre outros, atendendo às necessidades de diferentes parcelas da população.

A 29HORAS, que esteve presente nos três dias de evento, conversou com a roteirista sobre os desafios de roteirizar um assunto tão em alta, como a saúde mental, suas referências de trabalho e processos criativos e os principais conselhos para quem produz conteúdo no digital.

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