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Sustentabilidade: Investidores já procuram empresas mais sustentáveis e transparentes para caminhar junto

por | out 1, 2020 | Coluna, Moda, Negócios, Sustentabilidade | 0 Comentários

O Environmental, Social and Governance (ESG) ou Ambiental, Social e Governança (ASG) é um índice que avalia as ações das corporações segundo suas práticas sustentáveis relacionadas ao meio ambiente, as suas condutas no que diz respeito ao pilar social, e à sua gestão como um todo.

Esse tema não é nada novo, mas até pouco tempo era exclusivo das reuniões fechadas e, hoje, começa a fazer parte do cotidiano das empresas. A agenda se abriu e todos os envolvidos na cadeia de produção começam a se familiarizar com o conceito. No caso da moda, beleza e design, setores de grande visibilidade, pela velocidade das informações, e das mídias sociais, essas três letras vêm ganhando espaço.

Pesquisas apontam crescente preocupação com a sustentabilidade nesses setores desde 2016. As mídias sociais confirmam a vocação dos três setores em espalhar mensagens, portanto estamos falando de uma tendência de consumo em que cada vez mais, empresas e consumidores estão atentos à pegada deixada pelos seus modos e hábitos. Da conscientização sobre os resíduos gerados pela indústria da moda, ao manejo de recursos naturais na movelaria, decoração e design; e a produção de embalagens de menor impacto no mercado da beleza e dos cosméticos, a necessidade de ajustes é evidente.

Quando falamos de ESG precisamos sair da superfície das discussões, pensar nos métodos e não apenas em resultados. Um produto bem avaliado sob o ponto de vista comercial, não indica, necessariamente, uma boa performance socioambiental. Uma peça best seller, uma bolsa, uma calça ou um acessório sucesso de venda não indica boas práticas. No entanto, uma empresa que pretende encontrar seu lugar de fala na jornada da sustentabilidade já está se deparando com uma rotina de questionamentos em que as vendas estão mais alinhadas ao planeta e às pessoas.

No Movimento Ecoera, temos refletido sobre as mudanças trazidas pela pandemia da Covid-19 nos mercados de moda, beleza e design, e o que já sabemos é que o novo normal coorporativo, guiado pelo ESG, será mais transparente.

Sabemos que os investidores estão em busca de empresas mais saudáveis e sustentáveis, em que o lucro e os atributos sustentáveis podem e devem caminhar lado a lado. Vamos juntxs!

 

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